Sinto falta do meu Passado
Sinto a minha alma a clamar por liberdade,
Por algo que me faça sentir especial.
E no silêncio da noite, solitário e perdido,
Encontro um pouco de paz e de solidão.
No meu íntimo há um mundo infinito de sonhos e desejos a me embalar, sinto-me um ser pequeno e limitado diante de tanta imensidão a me cercar.
Sou um fragmento de tudo o que existe, um grão de areia perdido na imensidão, mas ainda assim carrego em mim a chama da paixão que me move em direção a algo que a mim não parece são.
Então, deixe-me mergulhar no abismo, e encontrar a paz no nada, pois não há nada mais libertador do que a aniquilação de si mesmo.
Na busca pelo amor eu me perco, em devaneios, sonhos e esperanças, sinto a alma pulsar, o coração arder, e a solidão apertar, como uma lança.
Procuro nos olhos do outro a cumplicidade, a ternura, o afeto, a felicidade, mas muitas vezes só encontro desilusão, e me pergunto se há, afinal, alguma solução. Certa vez encontrei quem abracei e senti a força das minhas emoções, mas não era eu o sonho que desejavas, nem a ilusão que procuravas.
Ah, como seria bom encontrar alguém, que me amasse como sou, sem pudores, que me aceitasse com todas as minhas dores,
O amor é uma sorte, o talvez da escassez, quem sabe um dia vai bater em minha porta e me preencher de vez.
Sempre em declínio, sempre em queda, assim me sinto nesta vida errante, um ser em decadência, sem saída, com um peso sobre os ombros constante. Não há alívio para o peso da existência, somente o peso da própria consciência, que nos leva a pensar e a refletir, sobre o destino incerto que está por vir.
Não querer ter nascido é um fardo pesado, mas já que estou aqui, não quero ficar parado.
Não vou lamentar minha existência, pois há tanto para viver, com toda a essência.
A vida me pregou uma peça, mas não vou me deixar abater. Vou buscar a minha própria prece, e encontrar motivos para viver. Às vezes, sinto-me sem poder, como se fosse um mero acidente ao nascer.
Não queria ter nascido, em um mundo tão cruel, onde tudo é tão difícil, e a vida é um carrossel.
A vida às vezes parece uma maldição, mas não quero me entregar a essa tristeza, nem deixar que o sofrimento me defina. Não importa o que a vida me trouxe, nem as feridas que me fez sofrer, conheço o meu coração eu vou encontrar a minha voz.
A dor pode ter me moldado, mas eu decido como vou agir, não vou deixar o passado me prender. Continuo a lutar, a buscar alguma forma de me libertar, do peso da vida e da dor da existência, encontrando a luz em meio à escuridão da decadência.
Não pedi para nascer, mas agora eu escolho viver. Farei da alegria minha vingança, eu quero me vingar da vida sendo feliz. Não me curvarei diante do sofrimento, pois quero mais do que apenas sobreviver, eu quero rir, amar e ser feliz, e a vida não me impedirá de viver. E fazer da minha existência um eterno renascer. Pode até ser uma luta diária pela sobrevivência, mas não vou me entregar à desesperança, vou me vingar da vida com minha existência.
Vou me vingar da vida, sim. Com cada riso e cada sim. Com cada abraço e cada amor. Com cada sonho que eu conquistar.
A vida pode ter me dado um início difícil, mas eu escolho como será meu final. Vou encontrar a felicidade, com um sorriso mesmo na dor, e mostrar para a vida quem é que está no controle afinal.
Vou me vingar da vida sim, com a alegria do meu amor.
Sinto-me tão exausto, tão esgotado e tão vazio, que não tenho forças sequer para sentir a minha tristeza. A minha desolação é tão grande que já não me dói.
Eu sinto a vontade de chorar, de vez em quando ela vem me visitar. Não há razão, não há motivo.
Apenas uma tristeza que eu não consigo explicar, compreender ou ignorar.
Deixar a dor fluir e não mais me preocupar, pois às vezes é preciso chorar para se curar.
É como se fosse uma ferida antiga, que insiste em não cicatrizar. E quando menos espero, ela grita, e me faz de novo sangrar.
Talvez seja a dor do passado que ainda não aprendi a lidar, ou o medo do futuro incerto que me faz querer me afogar.
Talvez seja o peso da vida carregada, ou a falta de amor no coração.
Uma tristeza vaga, que me acompanha.Talvez seja o peso da saudade que me aperta o peito como um laço, ou a melancolia da idade, que me faz pensar no tempo que passo.
Não sei se é fraqueza ou coragem deixar as emoções a me dominar, mas a dor que sinto é uma bagagem que em alguns dias fica difícil carregar.
Tudo bem, sem culpa, sem medo, sem pudor, porque às vezes é preciso sentir para se libertar dessa dor.
A vontade de chorar vem do nada, e eu me pego assim, sem explicação. São lágrimas que se recusam a cair, junto a uma tristeza que insiste em me seguir. Fico ali, sufocado em minha própria dor. Talvez seja porque eu já chorei demais, e agora a tristeza se tornou pesar. E é engraçado, porque é assim que a vida é, um monte de coisas que sentimos, mas não podemos explicar completamente, e mesmo quando tentamos, ainda não faz sentido.
Eu olho para o céu noturno e me pergunto se alguém mais sente como eu. Se há alguém lá fora que também está perdido e se sente tão sozinho quanto eu.
O que é que se passa aqui, neste peito que não se acalma? É o coração que dói assim, ou a alma que busca a calma?
É uma angústia antiga, que ressurge sem explicação? Ou uma dor que se consolida, e ganha força no coração?
Maldita dor que não tem remédio. É preciso se distrair buscando sentido, nessa vida tão cheia de tédio. Talvez um dia eu possa entender, por que essa dor veio a mim, e quem sabe eu possa encontrar alguma paz para o meu fim.
"Se fosse para escrever sobre o Amor que sinto por você, me faltaria palavras pra dizer EU AMO VOCÊ "
Hoje me sinto feliz, não consegui fazer muitas coisas nessa minha vida!!!! Mas algo que realmente me fez sentir próximo de Deus, foi conviver com a querida e iluminada Joyce!!! Foram longos anos de amizade e confidências aonde eu consegui estar desprendido do meu orgulho, das minhas fraquezas e meus medos!!!!! Obrigado querida Joyce....Gratidão eterna.....
Sinceridade não é para ser questionada, é para ser sentida, quando sinto que é verdadeiro, acredito e agradeço!
"Eu me sinto como um dia o sistema solar vai se tornar vazio e solitário. As pessoas brincam em meio ao mundo, um universo muito sério, e eu sou como o universo, sério."
"Eu odeio depender dos outros, me sinto mal, como se eu tivesse uma dívida. Eu sempre fiz sem esperar nada em troca, então eu gosto que pessoas dependam de mim, mas não eu delas."
A POESIA
Em quase tudo, a sinto e posso vê-la,
mas não consigo definir poesia;
e afirmo que mais fácil me seria
contar, no céu, estrela por estrela.
Bastar-me-ia apenas percebê-la
para satisfazer minha estesia
e me tornar agradecido pela
grande emoção com que ela me premia.
Vejo a poesia como uma expressão
do belo, em seus matizes mais diversos
e do que Deus me fez “palavrador”.
Não sei de fato é defini-la. Então,
tento exprimi-la como a vejo, em versos
que, em prol de amor e paz, vivo a compor.
FELIZ DEMAIS
Guardo por minha vida boa e amena
um grande amor, e sinto a toda hora
que, enquanto o amor me alegra e revigora,
pensamento ruim não me envenena.
Sei aceitar de forma bem serena
mesmo o que chegue e logo vá embora;
assim, posso afirmar que até agora
tudo o que já vivi valeu a pena.
Tenho o pouco que quero, durmo em paz,
sempre no estado de feliz demais,
na lide, entre os amigos e no lar.
E só me aventaria desagrado
se porventura eu não tivesse achado
tanta gente no mundo para amar.
Nas montanhas é onde eu encontro Deus! É onde sinto minha espiritualidade máxima. Conectada a Deus.
É onde me sinto o cara mais foda do mundo e ao mesmo tempo menor que uma parte de um grão de areia. É onde eu percebo toda minha força mental e emocional, física e espiritual, onde eu sinto que posso tudo. Mas é onde eu me percebo pequeno diante da energia, do lugar, de tudo a minha volta. É onde me sinto tudo e nada ao mesmo tempo.
O mundo me vê vivendo, mas comparando com o mundo não me sinto tão vivo, não sei se nele eu compreendo ou em mim acredito.
