Sinto falta do meu Passado
Eu sinto tanta culpa
Tenho tanto medo
De tudo
Percebi esses dias que ainda tenho muita culpa de tudo que eu fiz
Confesso que não me acho merecedora de muito coisa
Talvez por ter vivido rodeada de críticas, insultos e castigos desumanos
não tenha sido bom para mim
Toda vez que desabafo sinto que estou me vitimizando
Não sei confortar as pessoas
Porque não me ensinaram
Muita das vezes quando tô sofrendo e chorando
A única coisa que eu queria/quero é um abraço de conforto
Que nunca me deram
Queria um abraço apertado da mãe vida
Só queria um abraço de amor
Só queria sentir que não sou o monstro que acreditei ser em toda minha infância
Quero que minha mãe me abrace e diga:" filha eu te amo eu sei que você fez seu melhor.
Sei que as coisas que você fez era um pedido de ajuda. De socorro.
Sei que em seu coração tinha muito amor para dar
Mas a única coisa que lhe davam era dor e a sensação de se sentir suja
Filha eu te perdôo
Eu te amo
Sei que a cada dia você está tentando ser uma pessoa melhor
Oh mãe, ainda tenho medo de ser uma pessoa ruim
Fiz muito coisa que eu não me orgulho
Tenho tanta culpa dentro de mim
Que me senti sufocada
De tanto ódio que sinto de mim mesma
Por favor mãe, me ajude a tirar essa dor de dentro mim.
Essa culpa tão descontrolada.
Quero ser criança de novo deitada em seus braços sentido seu amor
Quero correr por aí feliz sem nem um pecado em meus ombros
com a inocência de uma flor
Sinto saudades de seu abraço de conforto em meus sonhos
De acordar e dizer:"te amo mãe que vives em mim".
Claro, aqui está o texto revisado:
**Obs:** Quando menciono "mãe" no texto, refiro-me à minha mãe imaginária, que criei para suprir a ausência emocional e física da minha verdadeira mãe. Era a mãe que eu gostaria de ter.
Não sei o que sinto, nem como explicar,
É como um rio parado, sem direção pra nadar.
Há um vazio profundo, que se esconde no peito,
Mas também um turbilhão, de um medo sem jeito.
Às vezes é calma, outras, é tempestade,
Me perco nos dias, buscando a verdade.
Olho para o céu, mas não sei o que vejo,
Um misto de cores que me fazem ensejo.
Sinto sem nome, um eco sem som,
Um grito contido, que não tem um tom.
É estranho e incerto, é um passo no escuro,
Vago e profundo, sem nenhum rumo seguro.
E ainda assim, sigo em silêncio, a vagar,
Tentando entender o que é só divagar.
Não sei o que sinto, talvez seja a ausência,
Ou quem sabe, a pura e simples presença.
Não sei o que sinto, é um peso sem forma,
Uma neblina que abraça, mas não se conforma.
É um vazio estranho, sem rosto, sem cor,
Uma dúvida mansa, que pede mais amor.
Às vezes, é frio, um silêncio profundo,
Outras, é calor, como se fosse o mundo.
Sinto algo, mas não sei o que é,
É como um eco perdido, que se esquece de ser.
Não sei se é raiva, se é tristeza, se é medo,
Ou se é apenas um misto de tudo, sem enredo.
Sinto sem saber, no corpo e na alma,
Uma confusão que me toma, sem dar a calma.
O que é esse sentimento que me escapa das mãos?
É uma ausência presente, cheia de questões.
Não sei o que sinto, e talvez nem precise saber,
Talvez seja apenas viver e deixar acontecer.
Não sei o que sinto, nem como entender,
É um abismo mudo que insiste em crescer.
Uma dor sem nome, uma falta sem fim,
É o eco distante de algo que eu fui.
Não é como se eu quisesse morrer
Talvez seja só um jeito de dizer
Quando já não sinto nenhuma motivação
Nem enxergo meu próprio nariz
Não escuto nem me controlo
Uma causa perdida
É o que diriam
Eu não pareço ter algo de errado
Apenas sou o que é destinado a ser
Um vazio
Decaído
No fundo
Eu só preciso parar de existir
Se não há motivos nem sentido nem amor nem ódio nem ninguém nem eu
O que sou?
Eu sinto que minha vida é uma linha de tentativas, falhas e recomeços que nunca chegam à estabilidade.
" Ao te ver, sinto uma alegria explosiva,
Seus lábios me fazem tremer.
Seu beijo é um universo parado,
Onde só existimos nós dois.
Sua boca é um refúgio divino,
Onde minha alma se funde à tua.
Nossos corpos se unem em harmonia,
Formando um só ser. “
Parecer
Eu nunca quis ser igual à minha mãe, porque sinto que ela se doa demais para as pessoas (coisa que eu deveria admirar), mas, como vejo, é uma forma de autodestruição. Ela dá mais do que recebe, e isso acaba sobrecarregando-a ao ponto de descontar em terceiros. Um tempo atrás, eu me vi nela, me doando ao máximo para as pessoas que amo (de uma forma ruim). Às vezes, as pessoas não têm muito a nos dar ou só não acham que valemos a pena, e tudo bem…
Nunca quis ser igual ao meu pai, porque ele sente demais e faz coisas imprevisíveis. Outra vez digo aqui: eu me vi nele.
E é frustrante, pois tudo que vejo de fraqueza neles, eu tenho inteiramente no meu ser. Não queria ser feita de boba ou ficar na defensiva toda hora por não confiar em nada e nem em ninguém.
O jeito doce e gentil, eu herdei dela. A forma de tentar entender o lado de quem me machuca também. Até mesmo o jeito de guardar tudo para mim, chorar sozinha e fingir que nada aconteceu. Mas a raiva… a raiva eu herdei dele. A explosão depois do acúmulo de sentimentos ou a tentativa de parecer forte para o mundo (porque eu tenho que ser o porto seguro de todos) — isso tudo veio dele.
Não queria me parecer com nenhum dos dois. Às vezes, acho que não tenho escolha a não ser aceitar meu destino, mas acabei percebendo que o que eles me ensinaram não é lei e que eu sou um ser humano diferente deles. Então digo para mim mesma que não me pareço nada com eles. Afinal de contas, nenhum dos dois escreve sobre sentimentos por aí.
P.S.: Você é única.
SIMPLESMENTE
Seria tão simples dizer o que sinto,
sem pormenores, apenas conclusos.
Porém tão difícil definir o que sinto,
sem o encanto dos atavios inclusos.
Pois na tristeza de sentir o que sinto,
pelo entrave do verbo em desuso.
Perderia a alegria de viver o que vivo,
na ausência de ver em você o que vejo,
quando digo, simplesmente... te amo!
Claudio Broliani
A BELA
Hoje uma simples palavra bastaria,
para dizer o que sinto por ela,
estando envolto em calmaria,
sussurrar ao ouvido o quanto és bela!
Amanhã isso parecerá pouco,
merecendo ela muito mais,
sendo ingênuas palavras de um louco,
que como poema não soam jamais!
Eternamente ecoarás como heresia,
pois o amor é pura sutileza,
onde nem mesmo a perfeita poesia,
justiça faria... a tamanha beleza!
Claudio Broliani
Se a amo, então amo-a verdadeiramente, pois, ao perder-me no fundo daqueles olhos castanhos, sinto como se todo o amor do mundo tivesse decidido morar em mim.
Sinto saudades de quando eu sorria com os olhos,hoje mesmo que minha boca esbanja um sorriso sinto que meus olhos não transmite o mesmo,não sinto a leveza que tinha antes,algo aconteceu no meio do caminho que me endureceu,como voltar a sorrir com os olhos?
Eu não sinto saudades... É, não sinto. Porque quem realmente importa está junto a mim e de alguma forma se torna presente. E de quem se foi e realmente importou, ah para essas pessoas, a saudade é eterna.
Saudade é diferente de se importar. Me importo com quem se importa comigo. De quem eu não lembro, e não faz questão de ser lembrado, que fique claro que não me importo mesmo
Não entenda isso como frieza. É amor próprio.
Teu amor é movediço.
Hoje me suga, mas antes eu era minha.
Agora me sinto pertencendo a você.
Deixa eu botar pra fora aqui?! Para que não se crie algo que não há.
Ameniza.
E dói.
E aperta.
Mas eu sei que tu é de tudo e todos presentes, porém nunca que esse amor será como os outros.
Eu sei que a receita é ser livre.
A garantia da volta é a reciprocidade.
