Sinto falta do meu Passado
Alguns acontecimentos me fazem sentir-se tão impotente, pequena...
Hoje me sinto menor do que o Bóson de Higgs!
Amo ler, leio o tempo todo e tudo...
Mas sinto que preciso parar um pouco!
Me descontaminar de visões de outrem...
As vezes percebo que ler me faz pensar com outras cabeças, ver com olhos alheios...
Preciso começar a desver!
Preciso tentar ver o mundo com meus instintos mais primários....
Reproduzir menos e observar mais...
La vou eu!!!
Algo ainda a fazer...
sinto ainda o cansaço e o desânimo,
forças invisíveis ameaçam alguns poucos sonhos,
sussurram insistentemente,
chega, não dá mais,
o tempo de hoje e de amanhã,
totalmente incerto,
se ainda está em aberto,
é porque há algo ainda a fazer nessa vida,
está comigo desde sempre,
a percebo viva,
em muitas das vezes, de tão perto,
inspira o quê, quando, aonde e o porquê,
outros sons trazidos pelo silêncio,
estão a dizer,
continue a olhar, sentir e
escutar...
VARANDO A MADRUGADA
sou metade
sem verdade
tenho idade
sinto saudade
tenho vontade
quero amizade
faço tempestade
sou ambigüidade...
mel - ((*_*))
Melhor assim sei que vai aparecer uma mulher
que me dê valor não sinto culpa alguma por não
tenho mesmo ser verdadeiro não é crime nem é
pecado
" O que eu sinto por ti não sei descrever. Às vezes parece ser amor, saudade, carinho, uma explosão de sentimentos,mas sei lá, só o tempo irá mostrar..."
Sinto a alma do poeta nas proparoxítonas.. Pétalas, músicas e cânticos... Príncipe, mágico e êxito... Lápide, mármore e frívolo. Diferenças em uníssono de forma.
Solstício de amor no verão
Quando o sol ao sul passa sinto uma emoção ritmada ao solsticio de verão.
Será amor ou será paixão?
Mas, quando o sol para o norte vai, sinto a leveza da brisa que cai vindo acompanhada do equinócio que ela traz.
Pra não ter que te lembrar.
Me sinto presa nessa jaula tão pequena,
Nem parece que me aguenta,
Antes era tão imensa
Pra abrigar o nosso amor.
Sou a menina que parece tão crescida,
Mas por dentro pequenina
E de alma tão sofrida
Não dou conta dessa dor.
To nessa jaula que se chama coração,
Tem cicatrizes, tem vergão
Tem rimas, tem violão
Q por mim eu n iria ter.
Não se engane com um sorriso,
To arrumando compromissos,
Pra n ter q te lembrar.
E msm triste eu n perco o meu foco,
Ainda tenho nossas fotos
Caso precise chorar.
Eu tenho medo de pensar nesse rapaz,
Que tanto me satisfaz
E agora não me quer
Eu só espero que um dia nossas vidas
Encontrem uma saída
Seja o que Deus quiser.
Soneto IV
Não sei o que sinto
Insisto, desisto?
Persisto.
Todo o ocorrido
Há de se esvair
Com palavras bonitas
Hei de te perdoar.
Insisto, pois em ti
Achei minha salvação
E é meu dever, salvar-te.
Persisto, pois esta fase há de passar,
a ti devo minha vida,
E à tua vida, a minha devo dar.
No silêncio da noite ergo minha cabeça,olho diretamente para o céu, contemplo as estrelas e me sinto totalmente em outra dimensão. me sinto livre!
De diem in diem (dies secundus).
O silêncio me afronta e me atormenta a alma
Então sinto você aqui e minha dor se acaba
O silêncio me intriga, minha boca cala
O coração fica em aperto
E suas lembranças invadem minha mente
Nada blindada.
E a solidão de tão cruel
O meu coração escangalha.
O que me conforta é a certeza
Mas que certeza?
Apego-me a você mais que tudo
Porque não tenho nada a não ser você
E na mesma certeza que você foi
Te amo com toda a certeza de que você um dia voltará.
E seremos felizes
Porque nessas distâncias
Que tanto nos atingem
O nosso amor criou diretrizes.
E assim eu te amo, meu amor
Meu tudo, minha alma gêmea
Minha princesa, minha vida.
