Sinto falta do meu Passado
As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo"
BOM DIA, AMIGOS DO FACE!
Se o futuro parecer incerto e escuro como nos mostra o panorama ao fundo desta foto, lembre-se das bênçãos que Deus prepara para cada um de nós todas as manhãs.
Siga confiante, seguro de que Deus guia teus passos. Vá devagar, com calma e gradativamente tudo ira se resolvendo.
Que o dia seja regado de flores de otimismo e colorido de bênçãos!
by edite lima/2014
"A sua felicidade pode estar no próximo passo. Aprenda com o passado, avance no presente e não tenha medo dos desafios do futuro."
Seu passado foi uma lição, não faça do seu futuro uma sentença,o que importa é quem você é hoje!
Servo do Deus vivo
Se ficares preso ao passado vais paralisar e terás dificuldade para se conectar à novas emoções. Se viver demais no futuro vais perder a beleza da vista, com certeza, e terás ansiedade. A única cura é viver no momento presente.
Comportamentos do passado precisam ser deixados para trás. As pessoas não são obrigadas a servir a fantasias dos outros. O líder e gestor devem conduzir a experiência e formação do cidadão, não explorar ele e o descartar, isso tem efeito colateral na sociedade, e absurdos como estes são de conhecimento da massa cada vez mais cedo, e o que antes era aceitável passa a ser compreendido como negligência, incompetência, covardia,.. tudo contrario ao LIMPE. O homem que não respeita a lei do homem não é confiável, pois vai abusar de você pra se beneficiar.
“Se não conseguires perdoar-te pelos erros do passado, jamais conseguirás construir um futuro.” Daniel Perato Furucuto
A depressão vive no passado e a ansiedade mora no futuro. A cura é estar totalmente no agora — porque só no presente é possível fazer o que precisa ser feito.
Fui visitar o passado apenas por curiosidade e voltei com o coração cheio de gratidão. Quantas vezes Deus me livrou sem que eu sequer percebesse?
🌅 O Passado é Só uma Referência
O passado é apenas uma referência, nunca um destino.
Olhe para fora por um instante, como eu faço quando a cabeça pesa muito. Não para fugir de si, mas para lembrar que a vida continua existindo mesmo quando tudo dentro de você parece paralisado.
O vento não pergunta quem sofreu mais.
O amanhecer não escolhe sobre qual janela nascer.
A chuva não faz distinção entre quem venceu e quem perdeu.
O mundo segue.
Sempre seguiu.
E continuará seguindo.
À primeira vista, isso pode parecer cruel. Confesso que já achei isso muito frio, mas depois de algum tempo, você percebe que é justamente essa indiferença que torna a liberdade possível.
A vida não exige que você permaneça onde caiu.
Também não promete levantá-lo.
Ela apenas continua, oferecendo, a cada manhã, a mesma pergunta silenciosa: e agora?
Você pode passar anos respondendo com desculpas.
Ou pode começar a responder com passos.
Há dores que ninguém escolhe. Há perdas que deixam marcas tão profundas que jamais desaparecem completamente — eu sei bem como é isso. Negar isso seria desrespeitar a própria condição humana.
Mas existe um momento em que a dor deixa de ser uma ferida e passa a ser um endereço, quando paramos de carregar o sofrimento e começamos a morar dentro dele.
O sofrimento tem valor.
Mais do que imaginamos.
Ele quebra ilusões, desfaz arrogâncias, ensina limites e, muitas vezes, revela forças que jamais descobriríamos vivendo apenas dias tranquilos.
O sofrimento pode ser um mestre extraordinário, mas é um péssimo lugar para construir uma casa.
Porque todo mestre veio para ser superado.
Nunca idolatrado.
Há um perigo silencioso que quase ninguém percebe: depois de muito tempo sofrendo, a dor começa a oferecer pequenas recompensas.
Ela atrai compaixão.
Justifica adiamentos.
Explica fracassos.
Diminui expectativas.
E, pouco a pouco, sem perceber, deixamos de buscar liberdade e passamos a aceitar a esmola da autopiedade.
E toda esmola cobra um preço.
Ela alimenta por alguns instantes, mas enfraquece quem vive dela.
A autopiedade faz exatamente isso, oferece conforto imediato, enquanto rouba, lentamente, a coragem de transformar a própria história.
É um alimento que nunca fortalece; apenas prolonga a fome.
Olhe novamente para dentro de si.
Quantas vezes você voltou ao passado procurando respostas que ele já não podia oferecer?
Quantas noites conversou com fantasmas esperando ouvir deles alguma palavra diferente?
Memórias podem ensinar, mas nunca poderão viver por você.
O ontem não possui braços para construir o amanhã.
O passado é um arquivo, não uma residência.
É uma biblioteca onde se consulta a experiência, não um quarto onde se passa o resto da vida.
Talvez você tenha sido ferido por pessoas que nunca pediram perdão.
Talvez tenha perdido oportunidades que jamais voltarão.
Talvez carregue cicatrizes que ninguém consegue enxergar.
Tudo isso pode ser verdadeiro.
Mas há uma pergunta que continua esperando resposta:
o que você fará com tudo isso?
Essa é a única pergunta que realmente importa.
Não porque apague o que aconteceu, mas porque devolve a você aquilo que nenhuma tragédia consegue tirar definitivamente: a capacidade de escolher o próximo passo.
Há uma diferença imensa entre honrar uma cicatriz e viver ajoelhado diante dela.
A cicatriz é memória da cura.
A ferida aberta é apenas um pedido para que algo ainda seja cuidado.
Confundir uma com a outra é transformar a própria história em prisão.
Por isso, silencie o fantasma que insiste em dizer que nada mudará.
Ele conhece apenas o que já aconteceu.
Não sabe quem você ainda pode se tornar.
Memórias não fazem profecias, apenas repetem lembranças.
Respire fundo, como se estivesse soltando um ar que segurava há muito tempo.
Demore um pouco nesse silêncio.
Perceba que, apesar de tudo, seu coração continua batendo.
Existe vida onde você imaginava haver apenas ruínas.
Existe futuro escondido exatamente atrás da porta que o medo insiste em manter fechada.
Levantar-se não significa esquecer.
Significa seguir.
Perdoar não significa aprovar.
Significa parar de carregar um peso que já não muda o passado.
Recomeçar não significa negar a dor.
Significa reconhecer que ela cumpriu o que tinha para ensinar.
Quando a poeira finalmente baixa, você descobre algo curioso: o vazio que tanto temia nunca foi ausência, era espaço.
Espaço para reconstruir valores, relações, sonhos e a própria identidade sem as correntes do ontem.
A vida não lhe deve respostas.
Também não lhe deve compensações.
Mas continua oferecendo, todos os dias, uma possibilidade que vale mais do que qualquer explicação: um novo começo.
A história ainda não terminou.
O passado escreveu capítulos importantes, alguns belos, outros dolorosos.
Mas ele nunca recebeu o direito de escrever o final.
Esse privilégio permanece, desde o primeiro dia, nas suas mãos.
Às vezes, colocamos o passado dentro do presente e enxergamos antigas dores em pessoas que nunca nos fizeram aquilo. Não é justo com quem chegou depois, nem conosco, que continuamos vivendo feridas que já deveriam ter ficado para trás.
Não podemos mudar
o que passou,
mas podemos ressignificar
o lugar que o passado ocupa
em nossa vida.
Negar o passado para viver o pretexto de fazer melhor hoje, é insanidade e fuga da própria história enquanto construção humana... É contradizer-se, pois quem não se conhece não constrói melhor o seu próximo Eu.
Cada coisa do passado, é um tijolo na construção do ser. Tentar se livrar dele é uma insanidade, por ser o mesmo que livrar de si.
Não consigo consertar o passado, porém mergulhar nos conflitos da minha alma traz o afago de se aperfeiçoar e oferecer a cura aonde existe só dor
Para compreender toda a plenitude da vida deve-se introspectar o passado para se projetar no futuro.
"Pensando, eu consigo consertar o passado
Sonhando, eu vivo o presente angustiado
e com ela eu faço o futuro
mas longe dos meus braços."
"Você olha pro mar e só vê tempestade.
Sente a alma com amargura acorrentado ao passado
que um dia feliz já passou.
E sua liberdade é a sua labuta que confunde com amor.
Qual é o seu ano da sorte nesta vida?"
Você foi a confluência do passado e do ontem.
Vi-me no tempo presente, vivendo dois passados que se colidiram simultaneamente, como diante de um espelho que confundia minha mente, a ponto de já não ter discernimento sobre o que, afinal, pertencia ao presente.
Diversas vezes entrei num portal dessas realidades já não mais existentes. Perdi-me e, quando percebi, já estava nesse labirinto, atravessando esses limiares que jurei nunca mais atravessar.
Foram necessários para que caíssem as vendas daquilo que permanecia oculto diante dos meus olhos. E, no auge da minha lucidez, vi que, de ti, em mim, uma nova camada havia germinado, até então desconhecida.
