Sinto falta do meu Passado
Pode o Fundo do Poço ser Falta do "Eu posso"
Que Aprofunda uma Poça e Afasta até "Quiçá, eu Possa".
Sentir falta do que Nunca se Teve
Não é Saudade, É um forte Desejo de que se torne Verdade poder sentir o teu beijo.
A Alma cansa pelo excesso de cobrança do seu possuidor,
A Falta de Amor pode causar dores profundas,
Algumas chegam a ficar ocultas, infiltrando-se silenciosamente
em cada canto do seu subconsciente
E, para tentar evitar os danos permanentes,
Ser racional e ter zelo por ela é algo primordial,
É ser consigo benevolente,
Não criador do próprio mal.
Ela é muito admirada,
Sabe chamar atenção,
Por muitos, é invejada,
Sua falta traz decepção
Tem o seu valor,
mas com a pessoa errada
pode causar alguma dor
se for subestimada,
Então, melhor tratar a Beleza
com o devido respeito
e sem superestimá-la
pra que não se torne
uma ameaça
causando vários lamentos.
Quando um amor ignorado,
descobre o seu valor,
sua falta pode trazer
um sentimento amargo
ao sair em busca do que é recíproco
do prazer de amar e ser amado.
És atenciosa, sincera, sabes da tua importância, às vezes te falta paciência,
tens uma forte personalidade,
poucos desfrutam da tua doçura, não suporta falsidade
e é necessário que façam por merecer, pois sabes valorizar de verdade aqueles que se fazem presente, ficas onde encontras reciprocidade,
caso contrário, não vês necessidade de ficar pra conseguir só desgaste,
ciente que seu tempo é precioso e não deve ser desperdiçado, algo que demorou pra perceber,
sendo assim, não queres perder nem mais um segundo sequer.
Incontestável sinceridade, merecido desprendimento, falta de tempo para falsidade, prova de um amor próprio genuíno contra um sorriso falso, um querer fingido, desprovido de sentimentos, um olhar muito desconfiado de quem acha que sabe fingir, um relacionamento desgastado que não vale mais a pena, que felizmente chegou ao fim, mas não antes de uma última conversa.
"Você erroneamente me subestima, pensa que sabe mentir, que vou correr atrás, entretanto, a verdade explícita é que você blefa muito mal, eu já pude compreender o seu jogo, deixou as suas cartas expostas, vejo a insegurança se propagando através dos seus olhos, não precisa continuar mentindo, acho mais interessante o xadrez e este término será o meu xeque mate e para você, não foi dessa vez."
"Bem, o que me resta a fazer é aceitar que você me pegou, não deveria mesmo ter subestimado a sua esperteza, não tenho mais amor para satisfazer o seu coração, blefar estava cada vez mais difícil, jogar bem requer bastante atenção e eu pisquei, não tive a concentração necessária, errei da pior forma possível, lamentável a minha jogada, não cuidei das minhas cartas como deveria, aceito a minha derrota, adeus ou quem sabe, até um dia."
Agora, seguirão por caminhos separados, não existe mais sintonia, estão em lados opostos de um tabuleiro, porém, para a maturidade, tudo é válido, pelo menos para quem aproveita devidamente a oportunidade depois de cometer alguns erros, dando mais espaço a razão do que a uma emoção impulsiva, uma compensação pessoal bastante sensata, uma jogada quase perfeita, quando a perda é ressignificada.
Como já dizia a canção "...uma palavra amiga, uma notícia boa, isso faz falta no dia a dia..." e tem toda a razão, principalmente, após alguns dias difíceis, que trouxeram uma certa preocupação.
Considerando a alegria que se tem ao tomar conhecimento que alguém que você considera, que tem o seu respeito, graças a Deus, conseguiu realizar um sonho, um bem que tanto esperava, por mais simples que seja,
Bênção que proporciona quase o mesmo sentimento se fosse uma conquista sua, uma grande satisfação que não tem preço,mas que vale muito, uma forma de mostrar gratidão a Deus por tudo que tem feito,
Contentamento partilhado que causa bastante efeito semelhante a raios de sol em um céu nublado, providência do Senhor no determinado tempo,
uma renovação para o seu ânimo e para o seu espírito a qualquer momento.
Amor próprio que tinha adormecido, caído em um sono profundo, provocado pela falta do recíproco, por não ter a maturidade que tem hoje, por ter aceitado menos do que lhe é devido, pela ansiedade que havia ficado mais forte, porém, um mal necessário para o seu eu ser intensamente fortalecido, mente, corpo e espírito.
Graças ao Senhor, durante este período, foi muito preservado, estava apenas dormindo, mas foi atacado constantemente, um desafio árduo diante de choros, angústias, sofrimentos frequentes, poucos momentos de felicidades, desgastes para se tornar resiliente, Deus sempre cuidando de cada detalhe, um zelo evidente, obviamente, indispensável.
Por mais que pareça ter demorado, graças ao Senhor, acordou no momento certo, está mais grata a Deus, o seu sorriso bobo voltou a se apresentar, amante da natureza, atrapalhada, inteligente, mais determinada do que antes, engraçada, persistente, confiante, caindo e se erguendo com mais força, uma bênção de muitas camadas, que merece ser amada reciprocamente.
Então vem, me diz que sente falta.
Vem, diz que me quer.
Vem, diz que me ama, e nunca irá me deixar.
Vem, me dê todo seu amor.
Não me deixe.
Ah, amor, me perdoe, o medo me cega, a desilusão me corrói, e a insegurança já é minha companheira há tempos.
Então vem, diz que não é só mais uma ilusão, e que quer ser dona do meu coração.
O mal do século não é a depressão, é a total falta de compaixão pelo próximo
O mal do século não é a depressão. A depressão é a consequência, não a raiz; ela é o fruto da total falta de compaixão pelo próximo. Seja o próximo um amigo, animal, desconhecido, um familiar. Cada dia mais sentimos a falta de emoção, a dificuldade em se emocionar, de enxergar o outro. Percebemos isso até mesmo nas crianças. As pessoas não se emocionam mais tão facilmente. É mais fácil ignorar. Não sobra tempo. E a compaixão vem dos sentimentos. É a forma mais expressiva do amor.
Compaixão não é razão, é emoção, são tripas e vísceras que se contorcem por dentro.
A compaixão vem do coração, do bem-querer. Não existe na compaixão uma rua de mão dupla. É doação.
Sentir compaixão não é sentir pena. Sentir compaixão não é ser politicamente correto. Sentir compaixão não é a gorjeta do garçom ou a esmola do mendigo. Sentir compaixão não é a caridade do dia.
A falta da compaixão traz julgamento, indiferença, depressão, vazio, maledicência, tragédia.
Sim, somos criaturas imperfeitas: erramos, julgamos, ofendemos, magoamos, matamos, mentimos, omitimos, traímos, somos desleais. Falamos muito em Deus, o amor de Jesus por nós, pregamos, ditamos... mas só ficamos na teoria, não praticamos absolutamente nada.
Não podemos exigir do outro aquilo que não somos, que não praticamos nós mesmos.
Eu sei, é difícil se controlar, dominar as palavras, a língua, o impulso. Dominar à si mesmo é a mais dura das missões. Levei boa parte da minha vida para admitir isso e me olhar no espelho e me questionar: "Quem sou eu para julgar? Com que direito eu tinha de ter feito ou dito aquilo?".
Quem é você para julgar? Quem é você para impor seus valores e suas idéias?
Quem somos nós para determinarmos o que é certo ou errado para aquela pessoa? Quem sou eu ou quem é você para apedrejar alguém por seus atos, mesmo sendo esses atos desleais? Quem somos nós, para ao menos, não tentarmos perdoar?
E quase sempre, temos aqueles mesmos defeitos que criticamos. E um dia, quem sabe, cometeremos os mesmos atos de quem apedrejamos. Senão nós, nossos filhos, netos...
Algumas pessoas se acham no direito de controlar nossos sentimentos, nossas vidas, nossos gestos. É mais conveniente ser bom moço, ser politicamente correto, aderir à massa, para sermos aceitos e respeitados. Usamos máscaras para podermos viver em harmonia e em sociedade. Tratamos o outro como mercadoria. Um vale mais do que o outro. Um importa mais do que outro. Eu ajudo um mais do que o outro. Pisamos e esmagamos no coração do outro. Levamos e trazemos informações. Ignoramos a tristeza do outro, dizemos que sua depressão é frescura, é preguiça, não nos importamos. Mas nos lamentamos diante de um caixão.
Se exercitássemos a compaixão, enxergaríamos a vida e veríamos o próximo com menos arrogância e mais afeto. Desceríamos de nosso castelo de cristal e não prejudicaríamos e nem sentiríamos o sádico prazer em fazer o mal, em prejudicar alguém. Nunca é tarde para recomeçarmos e estendermos nossas mãos. Oferecer nosso ombro. Algumas pessoas tomam as rédeas, outras, esperam. Tudo a seu tempo. Tudo se ajeita.
Mais do que se solidarizar com o próximo, a compaixão transforma você, te faz uma pessoa mais humana, menos egoísta, desprendida de materialismo, de soberba, te afasta da ostentação fútil, e o principal, enche de VIDA, de paz e esperança os dias de alguém.
A compaixão tem poder. E o maior poder que ela tem é o de salvar vidas....
Autora: Aurilene Damaceno
Resposta
Ora que a sua presença
Não é mais promessa,
Ora que ausência
Não me falta,
Vou lhe dar a resposta.
Confesso que não sei
Se por despeito, superação ou
Mero amor às palavras.
Autoestima.
Sou negação do destino.
Planta não cultivada,
Nascida nas entranhas
De pedras brutas.
Preocupações estéticas.
São próprias da minha idade,
Inúteis corridas contra o tempo!
A beleza habita em toda parte,
Na arte, no corpo e no espírito.
Casamento.
O seu estranhamento
Acerca do meu relacionamento
Vem da sua preferência
Pela aparência e pela mentira.
Ansiedade.
A vida é breve,
Amar é urgente.
Quis muito, tive pouco.
Só sei amar bastante.
Rompimentos.
Alguns resultaram
Da proibição do romance,
Outros decorreram
Da sua inaptidão para o amor.
Explosão.
Se num átimo de loucura,
Enviei, em vários idiomas,
As palavras mais feias do dicionário,
Foi porque você delas carecia.
SUMIR, uma palavra de designa falta, desnecessária!!
SUMIR, uma ausência no absoluto espaço perdido,
SUMIR, um profundo silêncio que cala a o nada,
SUMIR, um pensamento sem vida que a memória apaga,
SUMIR, os segundos são loucas jornadas,
SUMIR, os fatos são fotos passadas,
SUMIR, cada passo é atraso no relogio da vida!
