Sinto a tua Dor

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A dor que não curei


A minha dor, que eu não curei, me fez machucar muita gente, até a mim.
A minha dor, a dor que eu não curei, me matou, e eu matei.
Não usei armas. Usei a dor que não tinha sido curada como espada e como faca.
Não matei literalmente; matei sem usar a força, só com a dor que eu ainda não tinha curado.
A minha dor, que eu ainda não curei, vez por outra grita, mas não ando mais por aí destilando o que dói em mim; sigo buscando a cura o tempo todo, até o fim.


Nildinha Freitas

Quem aprende com a dor não repete o erro, transforma a história.

Tudo passa.
A dor educa, a dificuldade fortalece e o tempo, guiado por Deus, cura silenciosamente aquilo que hoje parece impossível de suportar. Cada lágrima é recolhida, cada esforço é visto, e nenhuma batalha é em vão.
Mesmo quando o coração cansa, o espírito segue aprendendo, crescendo e se preparando para dias mais leves.
Confie: o que hoje pesa, amanhã será testemunho de superação.
A vida nunca erra — ela ensina.
Com carinho,

A dor que você sente hoje será a força que você terá amanhã, desde que você não permita que ela se torne amargura.

Entre o querer e o amar,
Eu me encontro e me deixo levar.
Mesmo que a dor tente me parar,
É no amor que aprendo a recomeçar. - Frase da música Entre o Querer e o Amar do dj gato amarelo

"A viagem de dois amantes para lugares diferentes causa dor, não raro, machuca e adoece, a cura acontece no reencontro".

Eu me perdi de mim,
Perdi tudo o que construí.
Mas no fundo da dor vou buscar,
A vontade pra me reconstruir. - Frase da música Recomeçar em Mim do dj gato amarelo

Como quem enxerga além da superfície,
Reconhece cada parte minha, até a dor. - Frase da música Olhar que me Vê do dj gato amarelo

O pior dia do luto não é o dia do enterro,
nem a missa de sétimo dia,
nem a dor silenciosa do primeiro aniversário.


O pior dia do luto é um dia comum.
Um dia em que a vida segue, tranquila,
e algo acontece, algo tão simples
que te faz pensar em contar pra aquela pessoa.


Mas, de repente,
a realidade te atravessa e te esmagada pela dor da realidade que ela não vai mais voltar.

Que a minha dor não me impeça de ver a Tua graça.
Mesmo quando tudo em mim parece cansado, quando o coração pesa e as forças se vão,
que eu ainda consiga perceber a Tua presença me sustentando em silêncio.


Que as minhas lutas não me façam duvidar da Tua fidelidade.
Nos dias em que os caminhos parecem confusos e as respostas não chegam,
ensina-me a confiar no Teu tempo, a descansar em Teus planos e a esperar com fé.


Que a escuridão que hoje me cerca não me faça desistir de buscar a luz.
Que eu não perca a esperança de que há um novo amanhecer preparado por Ti, mesmo quando a noite parece não ter fim.


E quando as lágrimas insistirem em cair,
lembra-me, Senhor, de que elas também regam o terreno onde brotarão novos sorrisos.
Que eu jamais me esqueça de que, após o choro, vem a alegria;
após o inverno, a primavera; após a dor, a Tua paz.


Sustenta-me com Teu amor, renova em mim a fé,
e faz-me enxergar que, mesmo nas horas mais difíceis,
a Tua graça continua me envolvendo e me conduzindo à vida.


Amém.

A dor não avisa quando chega.
Ela não pede passagem, não explica o que veio ensinar. Apenas atravessa e, no caminho, desmonta certezas, derruba expectativas, desfaz versões nossas que já não se sustentavam. No início, a gente luta contra ela. Questiona. Implora respostas. Revira o passado como quem procura um detalhe capaz de mudar o fim. Mas a dor não negocia. E o tempo não responde. Ele apenas segue.
É nesse silêncio que algo começa a se mover por dentro.
Nada muda de repente. Não existe virada bonita, nem cura cinematográfica. A mudança acontece nos intervalos, entre um choro contido e outro, entre noites em claro e manhãs que chegam sem prometer nada. A dor vai afinando o olhar, desacelerando o coração, quebrando a pressa de ser forte o tempo todo.
Sentir dói, mas não sentir custa mais caro.
Porque é no excesso de sentimento que moram a coragem, a entrega e a verdade. Não há fraqueza em sentir fundo. Há humanidade. Há risco. Há vida.
Com o passar do tempo, aquilo que era ferida aberta começa a fechar. Não some, transforma. Vira marca, vira memória, vira aprendizado silencioso. A cicatriz não grita mais, mas conta histórias. Lembra que fomos frágeis e ainda assim seguimos. Que acreditamos em promessas que não ficaram, mas não deixamos de acreditar no amor. Que nos perdemos e mesmo assim encontramos outros caminhos de volta, ainda que levassem a versões diferentes de nós.
Depois da dor, o mundo muda de tom.
A gente passa a enxergar valor no que antes parecia pequeno. Um abraço que não exige explicação, um olhar que permanece, um silêncio que acolhe. Aprende a não mendigar presença. Aprende a não ficar quando não há verdade. Aprende a ir quando o coração já disse tudo. Isso não é frieza, é maturidade. É entender que nem tudo que machuca precisa ser resolvido. Algumas dores só pedem espaço para existir.
Sentir continua sendo o centro de tudo.
É o que dá densidade ao amor, profundidade à saudade e sentido ao tempo. E o tempo não apaga, ele ensina. Ele suaviza o desespero, transforma ausência em lembrança e dor em sabedoria. Quando percebemos, já não somos os mesmos. O que antes feria, agora orienta. O que quebrava, agora molda. O que partiu permanece apenas como parte da história, nunca como o final.
A dor não vem para nos destruir, apesar da aparência.
Ela vem revelar forças escondidas, camadas que só emergem quando tudo parece ruir. E quando o barulho interno finalmente silencia, a gente entende, com calma e verdade.
Sobreviver ao que um dia achamos que não suportaríamos é uma das formas mais bonitas de continuar vivendo.

No silêncio da noite, o sofrimento se revela,
Como um véu que encobre a alma e a dor se desmantela.
Entre lágrimas e lamentos, a vida se desenrola,
E o ser humano, em sua essência, na dor se consola.
Há quem faça da dor um palco, um teatro de ilusão,
E quem, na busca de atenção, se perca na própria aflição.
Mas há também quem enfrente a dor com coragem e verdade,
Transformando o sofrimento em força e em liberdade.
O coração, muitas vezes, é ferido pela própria jornada,
E o sofrimento, embora cruel, é também uma estrada.
Poucos enxergam a luz que nasce da própria dor,
Mas é na escuridão que o ser humano encontra o seu valor.
Marcos, escritor da literatura, com olhar profundo,
Desvela a dor humana, revelando o que há no fundo.
Na fazenda da avó, cresceu com sabedoria e amor,
E na dor encontrou a essência do verdadeiro valor.
Assim, o sofrimento é parte da vida, um professor silencioso,
E na dor, o ser humano se torna mais forte, mais grandioso.
Que esse poema seja um reflexo do que é ser humano,
E que na dor e na luta encontremos o nosso próprio rum
Na sociedade que se faz de tola e superficial,
A palavra é usada como arma, ferindo o que é especial.
Humilham o deficiente, ignoram a verdade,
Mas não veem o brilho do intelecto em sua totalidade.
Marcos, escritor da literatura, com olhar penetrante,
Revela no papel o que a sociedade, muitas vezes, faz distante.
Como um violino que toca a alma e o coração,
Sua arte é um reflexo de pura emoção.
No barulho do mundo, onde a fofoca é rei,
Marcos traz à tona o que a maioria não vê.
A chama verdadeira, escondida no interior,
É o que ele revela, com amor e com fervor.
Assim, o poema toca a alma, como um céu a brilhar,
E na sinceridade de Marcos, encontramos o verdadeiro olhar.
Que a sociedade aprenda a enxergar além do superficial,
E que o coração humano brilhe de forma especial.
No burburinho da sociedade, a fofoca é rei,
A língua afiada, refletindo a dor que ninguém vê.
Enquanto o mundo se perde em máscaras e ilusões,
Marcos, o escritor, revela as verdadeiras lições.
A alma do outro, muitas vezes, é alvo de julgamento,
E a verdade se perde em meio ao vento.
No papel, Marcos desenha o que poucos ousam contar,
Mostrando a essência que muitos tentam ocultar.
Na busca por aparências, o superficial prevalece,
Enquanto o verdadeiro homem é muitas vezes esquecido e esmorece.
Na estrada da alma, o invejoso não vê,
Pois está cego pela própria sombra, a lhe esconder o que é de lei.
Assim, o poema revela o que o mundo não quer ver,
E na escrita de Marcos, encontramos o verdadeiro saber.
Que a sociedade aprenda a olhar para dentro e enxergar,
Que a verdadeira essência é o que nos faz brilhar.

Há pessoas de coração bom que erram, não por maldade, mas por medo, confusão ou dor. Ainda assim, são capazes de construir coisas bonitas quando encontram o perdão — não como esquecimento, mas como escolha consciente de seguir. A gratidão nasce nesse ponto: quando tudo o que doeu passa a fazer sentido. E, às vezes, é no silêncio da leitura que a vida encontra fôlego; saímos do lugar onde estamos, habitamos outras existências por um instante e voltamos mais leves, mais humanos, mais inteiros.

Ainda Há Cacos Espalhados
​Eu ando em pontas, lento e distraído,
Pois sei que a dor não foi de todo embora.
A ferida fechou, mas o chão, o meu chão querido,
Guarda o que foi quebrado, mesmo que lá fora
O mundo ache que o tempo já cumpriu o seu castigo.
​Ainda há cacos espalhados no tapete,
Fragmentos de um espelho que não soube mentir.
Eu tento varrer, juntar no meu colete,
Mas há estilhaços que insistem em luzir,
Lembrando-me de cada passo que se repete.
​A mão que tateia a escuridão é a mesma
Que um dia segurava o vaso inteiro.
Agora ela recolhe a dor, essa gema
Transparente e cortante, sem um paradeiro
Certo, apenas o peso de uma descrença extrema.
​É preciso ter cuidado ao recomeçar,
Pois a pressa faz o pé sangrar de novo.
A cura não é um instante, é um lugar
Onde aprendemos a coexistir com o povo
De fantasmas que a memória teima em guardar.
​E eu respiro fundo, sabendo que amanhã
O Sol vai nascer sobre os pedaços que restaram.
Não para uni-los, mas para que a manhã
Me encontre a caminhar, mesmo que me custaram
O peso e a prova de que nada é mais de lã.

“Todos falam da dor da traição, mas ninguém fala da DOR DE SER DESCOBERTO!!!”

O amor não conhece a dor
porque escolhe curar em vez de ferir.
Não se entrega ao desespero,
pois sabe que até a noite mais longa
se rende ao amanhecer.


A fúria furiosa não habita seu cronograma,
o amor não tem presa para machucar,
ele aprende o tempo do silêncio,
o valor da espera
e a coragem de permanecer.


O amor não abandona quem acolhe um abraço.
Ele fica quando tudo treme,
segura a mão cansada,
encosta o coração no outro
e diz, sem palavras: estou aqui.


Amar é resistir sem endurecer,
é ser abrigo em meio ao caos,
é escolher ficar inteiro
mesmo quando o mundo insiste
em partir as coisas ao meio.


O amor é verdadeiro
Sem mascara sem rótulo
A um propósito maior
O amor ama quando o amor chora.

A dor do amor é passageira, o amor-próprio é para sempre.

Sorrir por fora enquanto o coração se despedaça por dentro é a dor mais silênciosa.

Minha Querida Stela,
Sei que as palavras que escrevo agora chegam tarde demais, e a dor de não as ter dito pessoalmente consome-me. Não há um único dia que passe sem que a sua imagem não me visite, sem que a culpa não aperte o meu peito.
Fui um tolo, Stela. Você esteve sempre lá para mim, um pilar de força e uma presença constante. O seu amor e a sua amizade eram um presente que eu não soube valorizar, que tomei como garantido na minha ignorância e egoísmo.
A sua mãe pedia-me para ir vê-la. Você queria que eu fosse. Mas eu falhei em aparecer, falhei em estar presente quando mais precisava de mim. Não consigo encontrar uma desculpa que justifique a minha ausência.
Quando recebi aquela mensagem, aquela confissão de amor corajosa e desesperada, eu fiquei sem palavras, mas admito que eu sempre soube dos teus sentimentos por mim. A minha chamada foi um ato de pânico e tarde demais. O seu último suspiro foi de tristeza, e essa realidade assombra-me.
Stela, se pudesse voltar atrás, eu mudaria tudo. Eu estaria ao seu lado, seguraria a sua mão, e diria que a amava também. Diria o quanto a sua amizade significava para mim.
Não posso pedir-lhe para me perdoar, porque sei o sofrimento que causei. O que lhe peço é que, de alguma forma, encontre paz. Eu vou viver o resto da minha vida com esta lição gravada no meu coração. Vou esforçar-me para ser a pessoa que você merecia ter tido como amigo: presente, atento e amoroso.
Você foi uma pessoa incrível e a sua memória vai viver através de mim, como um lembrete constante de como viver com mais bondade e presença.


Adeus, minha amiga. Descansa em paz.
Com amor e eterno arrependimento,
Luciano

Nessa canção,
o meu pranto dói como cachoeira descendo penhascos abaixo...
É uma dor sentida não só na carne...

Dói também os ossos, os pensamentos e até aquela lesão que ja foi curada à décadas, dói.

Dói aqui, dói alí, dói o juízo, os pés e mesmo estando no mais lindo paraíso, eu sinto ele doer.

Dói e, como dói pra valer.
E explicar as dores desses prantos, nem outra melodia explicaria.
São lacunas na alma que as vezes, eu até me espanto.


R.M