Sinto a tua Dor
A morte passeia no silencio da dor do que tentam amparar no dia cinza que não se espera,revelando uma dor indescritível, superior a repreensão dos seus pais e os joelhos ralados na doce infância, ela não usa roupão preto, bata, ou qualquer adereço que venhamos a pensar, ela sempre nos observa, calada, discreta, honesta no respeito que possuímos por ela, porém o respeito do joão não é o teu respeito, não é o meu respeito. Ela vem, sempre vem, sem cajado, sem foice, na hora que talvez não devesse ser, porém é. Sem face de caveira, porém assustadora, trás dor e leva o bem, maltrata, separa o elo e abusa, em muitos casos até se torna banal, sem motivo... A morte das células deveria ser a penas causada no seu fim de reprodução. A morte muitas vezes vem matar uma criança no berço para uma passagem que sabe-se que vira, mas...
Uma coisa é certa, só sabemos a dor, emoção ou comoção quando vemos a realidade... Se fecharmos os olhos ou virar-nos a cara para isso... Viveremos conformados com a ilusão!.
O silêncio se foi junto a mim, já não está.
A dor acabou e minha alma é livre do temor.
Liberdade, Liberdade, pois hoje não preciso abandonar meus sonhos.
Liberdade, Liberdade, pois é um tempo de viver sem medo.
Hoje minha fé me fez acreditar, que tenho mil razões para tocar o céu,
E gritar: Liberdade, Liberdade, Liberdade!
Velho sonho esburacado, velho filme acabado.
Velha dor de te perder, velho caso a acontecer.
É o desdenho de te querer, é a dor de envelhecer.
A solidão é como uma folha caída no chão, sem tempo para cair, sem a paixão para sentir, sem a dor e ao mesmo tempo sem o amor.
Ferida aberta a sangrar...Dor, a sempre relembrar que depois da tua partida, ela começo a ser minha fiel companheira; legado, para eu perceber que ainda tenho um castiçal tremulando dentro de mim!
A dor chegou-me ao coração
Espremeu-o e as lágrimas rolaram
Enchendo os olhos de tristeza;
Chegou-me à boca, beijou-a
E um gosto amargo alí deixou;
E ao ouvir meus ouvidos
o canto de quem caminha triste
Volvi meus olhos ao céu,
E então Deus sorriu pra mim.
De todas as estradas por onde passei,
em qual delas eu abriguei em meus braços essa dor?
eu só queria você pra mim, troco tudo, trocaria tudo,
nunca aprendi a te esquecer, alguns amores são eternos,
e você sabe bem disso, você me ensinou, e eu aprendi muitas coisas;
o drama é o de sempre, os personagem também, eu e você, e só eu agora,
trocamos o que havia por dentro de nos, lembras? lembras que eu te amei?
me carregas contigo, e sinto que não serei feliz enquanto não te tiver pra mim,
a chuva de outubro la fora me faz pensar quão tolo eu fui ao te deixar pra trás,
eu menti, eu pequei, mas não morri, muito ainda deve ser feito por nos dois,
devo estar cego ao crer em algo assim, mas talvez a luz da razão só apreça pros
cegos de coração, e cego ou não, eu já me perdi há muito tempo atrás.
Diremos um dia
em alto bom som
as palavras que gritam de nossos olhos?
O amor, a dor não confessados,
calados, calejados
não mais no coração suportados.
Palavras acumuladas,
sufocadas
serão ao menos sussurradas?
Meu dia se foi e agora jaz com ela, meus pensamento se esvaíram e assim chorei por ela, a dor de uma partida e assim meu coração morreu por ela...
Vida ... seu sinônimo é ciclo. Altos e baixos; alegria e dor; riqueza e pobreza; etc. Enfim, uma constante transformação e um eterno aprendizado. (2011)
