Sinto a tua Dor
Com o amor eu vivo.
Com a dor eu cresço.
Com a fé, eu me fortaleço
e com esperança eu prossigo,
se Deus quiser!
Precisamos de um mundo
onde haja menos dor.
Um mundo com mais tolerância, mais paciência, humildade,
muita paz e mais amor.
A saudade que você me faz é tanta, que se transformou em dor no peito. Um sentimento materializado dentro de mim.
Um intervalo onde a dor aprende a não fazer barulho. Onde o corpo aprende a suportar mais um pouco. Onde ninguém vence, ninguém perde — todos apenas continuam. Isso não é fracasso moral. É o retrato exato do que acontece quando a sensibilidade sobrevive tempo demais sem testemunhas.
Entre o medo e o ir — a hora da despedida
É na dor vivenciada ao longo da vida que aprendemos a nos reconstruir.
Na existência, muitas vezes somos atravessados por fases tão desafiadoras que chegamos a pensar que não resistiremos. Isso acontece porque, por vezes, esquecemos que o verdadeiro intuito do existir é justamente viver, e vivenciar a travessia e seus processos.
Nos últimos dias, experimentei uma das fases mais desafiadoras deste tempo: a despedida da minha matriarca, sobretudo pela incumbência que me foi atribuída, a de instruí-la no caminho de volta para casa, ensinando-a a livrar-se da bagagem do medo de seguir.
Foram dias tão complexos que confesso: até me esqueci de que outrora o fiz com maestria, quando o desígnio era menor e não requeria tanto sentimento envolvido. No entanto, estar vestida da própria pele — sendo eu agora a filha, e ela, a mãe — quase me fez trepidar. Quero dizer: cheguei a desejar sair da roda e transferir tanto o papel quanto a responsabilidade a outrem.
Porém, aquele momento que parecia interminável fundiu-se de mãos dadas ao crepúsculo, hora tão reverenciada por aquela mulher aguerrida durante os cultos realizados diariamente, desde que encontrou seu maior refúgio: a consciência do existir.
Finalizada a travessia dela, sentei-me na pedra posicionada aqui dentro de mim, à esquerda do peito, e chorei. Não pela sensação de dever cumprido, mas pela saudade imensa das lembranças de tudo o que vivemos — impressas em mim desde que este meu mundo é mundo.
Somos um povo vazio, alimentado por histórias inventadas por quem nunca sentiu a nossa dor.
Eu sou daqui. Falamos a mesma língua até em silêncio, em mímica, eu entendo o vosso sofrimento.
A dor é tua, o sofrimento é teu, a angústia ninguém divide. São obstáculos que ninguém pode superar por ti. Não é porque mereces também não és castigo. É provação divina, para que tenhas uma Páscoa digna de Cristo, deverás superar essa dor. Não estarás sozinho. S e tens fé! Deus está contigo.
020925
O indivíduo que se vê na possibilidade de sanar a dor, anseia esse alívio como nunca desejaste nada nesse mundo.
Efêmera flor
A flor é Efêmera
Efêmero é o amor,
E tudo que é fugaz
Está ligado a dor.
O amor não é eterno
Infinita não é a dor
Tudo de bom
Que acontece
Tem o dedo do amor.
O vendaval amortece a chama
Que apaga
O Efêmero amor
Foi na brisa de mansinho
A devassa Efêmera flor!
O primeiro dia após a morte
É vago, vácuo, vazio e ócio.
Pois a insatisfação, a tristeza, a dor e o esmorecimento promove a prostração.
0 primeiro dia após a morte
É também o primeiro passo à depressão.
A nostalgia e a angústia causam o dissabor
E incitam a consternação.
A amargura é fruto do
padecimento
Do luto, do infortúnio
E da mortificação.
O primeiro dia após a morte
É sim, um dia de aflição
Da pena , do pesar e da inquietação.
O primeiro dia após a morte !
É dia da infinidade sem fim;
É sempiterno.
04032018
O louco disse:
Cada escolha é sentir,
cada caminho carrega um propósito.
Toda dor, todo sofrimento, forja armaduras.
E cada loucura… cria mais um louco.
“Aristóteles afirma que o sábio procura a ausência da dor. Na Osteopatia, nós procuramos a causa para tratá-la”.
Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor. Não há razão ou sentido. Tudo pelo que vivi, hoje são flores mortas em um jardim sem vida dentro de um cemitério abandonado, frio e amaldiçoado. Não resta nada pelo que viver.
- Marcela Lobato
Já não me encontro no amor ou na dor. Na saudade ou no vício. Na espera ou na vontade de algo melhor.
- Marcela Lobato
Letra de música
Estou amando uma mulher que não presta.
Ela consegue acalentar a minha dor.
Ela é aquela bruxa faceira que me ama sem cobrar o meu amor.
Estou andando com uma mulher que não presta.
Ela é aquela bruxa doce amor.
Ela sabe me tirar do sério.
Na cama no civil do amor.
Ela é uma bruxa feiticeira depravada.
Ela é amada pelo meu amor.
Ela é uma loba solitária
Uma mulher de verdade.
Ela é o meu amor
Não presta, mas a amo.
A dor não vem para te definir, mas para te revelar: ela mostra forças que o conforto jamais exigiria de você.
Crack é seu codinome
Quando veio para esse mundo
Muita dor causou
Minha mãe contou
Que de muita dor berrou...
Naquele dia
Lençóis foram rasgados
Descia lágrimas quentes
Em sua face fria
De tanta dor que sentia
Crack é seu codinome
Você cresceu
Saúde recuperada
Com muito amor de mãe
Forte ficaste
Mas na adolescência
Um atalho você rumou
Crack é seu codinome
Perdeste a identidade
A autoestima
Santo Deus!
Perdeste até a carne...
Seu submundo agora é só alucinação
Seus delírios
Paranoicos
Submundo do seu EU
Violento
Inadequado
Sem noção
Diante dos que estão
No seu dia a dia
Crack é seu codinome
Os anos se passaram
Agora um senhor sem personalidade
O que dificulta a nossa irmandade
Homem sem decisão
Sem escrúpulo.
E também
De pouca fé.
No seu mundo sujo e podre
Só há espaço para os solventes
Éter
Amônia
Ácido sulfúrico.
E também
Querosene, cal
Etc. e tal
Isso tudo
Que por si só
Nocivos a nós
E principalmente
A você
Crack é seu codinome
Sua sensação de bem estar é fictício
O pesadelo agora é seu mundo
Abandonaste
Trabalho
Estudos
Abandonaste
A todos aqueles que te amam.
Entraste para o rol
Da escória
Meu irmão de sangue
Crack foi seu codinome
Agora a morte é o seu nome
Seu fim
Trágico
Acabou!
Que Deus onipotente
Tenha compaixão de ti
Meu irmão
Oh meu adeus!
Esses versos eu te fiz
Somente para ti.
Que tua alma descanse em paz
Meu irmão
Porque agora
Morte é seu nome!
Não há nada de errado na saudade, na flor, no silêncio e na dor. O erro está na ausência do meu amor.
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