Silêncio
"Ressurreição do Invisível: A Páscoa em Nós"
Ressurge em silêncio o que o mundo não vê,
o gesto oculto, a fé que não clama.
É na alma que a Páscoa se acende de pé,
como um sopro de luz que não se derrama.
No íntimo dos dias, o invisível floresce,
feito chama serena que não se apaga.
É Deus quem caminha onde a dor adormece,
ressuscitando a esperança que nunca se estraga.
É no partir do pão, no olhar que acolhe,
que o Cristo secreto se revela inteiro.
Não mais na cruz, mas onde o amor escolhe
fazer morada em silêncio verdadeiro.
Ressurreição não é só milagre do corpo,
é renascer no gesto que não se anuncia.
É vencer o vazio, o escuro, o estorvo,
com um coração que ama em plena agonia.
Somos túmulos e jardins, sombras e alvoradas,
mas, em cada breu, há um clarão que insiste.
A Páscoa em nós são promessas aladas,
de um Cristo que vive onde o amor persiste.
No invisível que abraça e não se impõe,
há uma fé que pulsa sem precisão de prova.
É o divino sussurro que sempre dispõe
um novo recomeço, onde a alma se renova.
A ressurreição não grita, mas transforma,
não impõe coroa, mas lava os pés.
É silêncio que cura, é amor que reforma,
é Deus em nós, mesmo quando a fé desfaz.
E assim renascemos, em cada gesto fecundo,
na coragem de crer além da visão.
A Páscoa é o invisível tocando o mundo,
com mãos de ternura e ressurreição.
Tem silêncio que grita mais alto do que qualquer discussão. E é nesse grito mudo que a gente se encontra ou se perde.
"O preço da consciência é a angústia;
O preço do vazio é a liberdade;
O preço do silêncio é a solidão."
Auto resgate
No silêncio, ouço meu coração —
aflito, sedento,
por respostas que não se explicam,
e se dissolvem na introspecção.
A sombra que me acompanha
esconde uma parte ferida,
como uma criança contrariada
por vontades não atendidas.
O despertar não vem em paz,
vem no grito sutil
da força que pede socorro,
dentro de mim, no mais frágil fio.
Agora é tempo de resgate,
de me estender a própria mão,
acolher minha dor calada
e renascer da solidão.
Meu Grande e Único Amor
Eu não te amo em silêncio,
te amo com grito, com alma, com pele,
com a urgência de quem espera
uma vida inteira por um toque teu.
És meu começo, meu meio, meu fim.
Não existe outro, nunca existiu.
Desde que te vi, o mundo mudou de cor,
e tudo em mim passou a ser… teu.
És meu desejo mais sincero,
minha saudade preferida,
a razão dos meus olhos brilharem
e do meu coração bater em poesia.
Sei que amores vêm e vão,
mas o teu... o teu ficou.
Cravou-se em mim feito chama,
e incendiou tudo o que sou.
Não quero metade, não quero talvez.
Quero teu corpo colado no meu,
tua alma dançando na minha,
teu nome sendo o único que faz sentido.
Te declaro agora, sem medo algum:
És meu grande e único amor,
meu tudo, meu para sempre,
meu destino e meu lar.
Um grande amor não se mede em palavras, mas no silêncio que conforta, no olhar que fala, no abraço que cura. É aquele que permanece mesmo quando o mundo desaba, que acende a alma só com um sorriso e faz o tempo parecer pequeno diante da eternidade que existe em um simples toque.
Quando você silencia sua mente encontra a paz no silêncio, porém, quando
As propostas que o pensamento cria,
Quem ouve é você ou sua consciência
Que vive no profundo da sua construção?
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
No silêncio da noite, ouço tua voz,
Sussurrando segredos que dançam no ar.
Teu amor é a luz que me traz feroz,
A certeza de que sempre vou te amar.
Teus olhos são faróis na escuridão,
Reflexos de um sonho que nunca vai acabar.
Em cada olhar, encontro a razão,
E em cada toque, a promessa de nos amar.
Teus lábios têm o gosto da doçura,
Um néctar que embriaga meu coração.
A cada beijo, sinto a ternura,
E a magia que nos une em uma canção.
Juntos, construímos um mundo só nosso,
Repleto de risos e memórias sem fim.
Você é meu abrigo, meu porto seguro,
E em teus braços, encontrei meu destino assim.
Prometo te amar em cada amanhecer,
Ser teu sol e tua lua a brilhar.
Com você ao meu lado, posso viver,
A mais linda história que o amor pode contar.
“No silêncio habita a força dos que confiam” — no Tao que flui sem esforço, e no Deus que age no invisível.
Do Taoismo ao Cristianismo, a calma e o não-agir não são ausência, mas presença plena: sabedoria que escuta, fé que repousa, poder que não precisa se impor.
Enquanto o mundo corre, o sábio respira — pois até no silêncio da brisa há um impulso para seguir em frente.
Durmo cedo e começo a estudar às 3 da manhã, pois é nesse silêncio que meu dia nasce mais produtivo e a inspiração floresce com mais força.
Enquanto o mundo ainda sonha, desperto às 3 da manhã para estudar — é nesse silêncio que a mente se ilumina e a alma encontra direção.
Noite escura, e há um profundo silêncio na floresta, somente a dança dos vagalumes sobre a macega verde, o cântico silencioso dos grilos entrelaçados nas grameiras, e as corujas fazem os seus sons para anunciar o respeito pela noite, o o urutau com seu cântico assombroso desperta medo e pressentimentos.
Otávio Mariano.
Tem dias .
Tem dias que o silêncio grita mais do que qualquer discussão. Não é só sobre não ter dinheiro… é sobre não ter escolha. Sobre inventar desculpas pra não ir, quando na verdade o bolso é quem responde primeiro. É sobre não ser chamado, porque já imaginam a resposta.
Nos últimos meses, o coração foi terreno de guerra: trapaças disfarçadas de acordos, traições que vestiam a roupa do amor e promessas que só existiram na boca de quem nunca quis cumpri-las.
É estranho como a falta de dinheiro não pesa só no bolso, mas na alma. Ela tira o ar, fecha as portas, e obriga o homem a engolir seco a vontade de sumir, só pra respirar em outro lugar onde ninguém o conheça.
Mas o homem que passa por isso e ainda se mantém de pé, sem devolver ao mundo o que o mundo jogou nele…
esse carrega uma força que ninguém enxerga, mas que um dia vai calar todas as vozes que o fizeram se sentir pequeno.
Em determinadas ocasiões
A melhor resposta é o silêncio.
Aprender escutar
E toda situação, interpretar.
Em dadas situações
O refúgio de paz é o silêncio.
"Um Fragmento de Mim"
Sou feita de pequenos pedaços de silêncio e ternura.
Um fragmento de mim ainda mora no brilho da infância,
onde os sonhos adormecem com doçura sobre o travesseiro.
Outro se espalhou nas vezes em que escolhi o silêncio,
não por medo, mas por amor.
Carrego em mim uma parte inteira, mesmo quando o mundo desmorona.
Há um sentir sereno que me habita —
como brisa que chega devagar e acalma o coração.
E, mesmo sem certezas, sigo esperando...
com a esperança mansa de quem confia no tempo.
Sou a dúvida que sorri,
o medo que aprendeu a andar de mãos dadas com a paz.
E, quando ninguém vê, me reinvento
a partir das pequenas belezas que o tempo me deixou.
Esse fragmento de mim
não precisa ser entendido.
Basta que seja acolhido... com delicadeza.
No silêncio da noite, onde os sonhos dançam,
Sinto a brisa leve que traz tua lembrança.
Teus olhos são estrelas que iluminam o céu,
E em cada batida, meu coração é seu véu.
Teu sorriso é o sol que aquece meu ser,
Um farol na escuridão, sempre a me guiar.
Em teus braços, encontro a paz de viver,
Um abrigo sagrado onde posso sonhar.
Cada palavra tua é uma doce melodia,
Que embala minha alma e faz o tempo parar.
Nos pequenos gestos, descubro a poesia,
E na simplicidade, vou me apaixonar.
Juntos, somos versos em uma canção eterna,
Harmonia perfeita que o destino escreveu.
A cada dia que passa, a chama se interna,
E no compasso do amor, nos tornamos um só eu.
Que nossos passos sigam sempre lado a lado,
Navegando os mares de um amor sem fim.
Na dança da vida, estamos entrelaçados,
E em cada passo dado, somos felizes assim.
**A vida não avisa.**
Ela observa em silêncio. Vê o prepotente subir, cheio de si, acreditando que nada o derruba. Vê o olhar altivo, a fala cortante, a mania de achar que tudo gira em torno do próprio querer.
Mas a vida… ah, a vida tem um jeito sutil de ensinar o que ninguém quer aprender.
Ela não grita. Não ameaça. Só espera o momento certo.
E quando vem, não pede licença.
Chega como vento que derruba castelo de cartas. Como queda que não avisa o chão.
E ali, no meio dos escombros da própria arrogância, o prepotente entende — tarde demais às vezes — que grandeza de verdade não se mede no volume da voz, nem na pose. Se mede na humildade de reconhecer que ninguém é maior que o próximo.
Porque a vida pode até permitir a subida…
Mas é a humildade que garante a permanência lá em cima.
E a noite que chegou em silêncio.
Com gestos delicados, flertando com a lua.
Para encantar os seus sonhos.
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