Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
É absurdamente estranho não conhecer o amor. Há uns bons anos me faço a mesma pergunta. O que é o amor? Ele existe? Ou é apenas mais uma forma de nos enganarmos? E é ainda mais assustador não ter nenhuma resposta para dar depois disso. No fundo sempre fica aquela pontada de esperança torcendo para que seja real e euapenas uma cética mal amada.
Não tenhas medo do próximo, pois o amor e a sua determinação vão ser o legado deixado em forma de paz.
Depois, só não me acuse de vandalismo, por desenhar em muros o amor que vazou o coração e já não cabe mais no papel.
Amor não se procura, ele se encontra nas coisas mais simples. Basta apenas nos libertarmos da cegueira do orgulho
E assim se aprende que o frio também fere e queima. Sendo de sol ou chuva o amor dói, corrói e machuca. O fato é saber bem quem vai queimar.
O meu amor próprio não me abandona nunca; Eu sou muito apaixonado por ele, e ele também por mim; Eu sou meio que narcisista, eu me amo.
A essência do amor é que é uma relação. O que cada parceiro faz afeta o outro – são as boas e as más notícias, o amor é tristeza e alegria. Não é possível não ser afetado pelo comportamento da outra pessoa; se fosse, seria possível termos um relacionamento sozinhos.
“Não há doçura como as encontradas nas tâmaras e no amor; aliás, há pessoas que vivem toda uma vida os plantando mesmo sabendo que podem jamais os colher. Haja resignação... há poucos dias, experimentei a tâmara e o amor, e pude, desta forma, concluir: talvez até pudesse viver sem a fruta, porém jamais sem o sentimento.”
