Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

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Overdadeiro amor, aquele que vem de Deus, não pede a nossa ruína; ele nos restaura, nos faz florescer, nos devolve a nós mesmos.

Aprender a esperar o tempo da cura é também um ato de amor... um lembrete de que Deus trabalha nos bastidores, mesmo quando nada parece mudar.

Jesus nos ensina a amar, mas também a discernir. O amor verdadeiro não é aquele que se entrega até o esgotamento, mas o que aprende a se doar com sabedoria, guardando um pouco de doçura para si mesmo.

Quando transformamos o amor em atitude, ele deixa de ser um sentimento passageiro para se tornar uma decisão diária.

​O problema é que aprendemos a declarar o amor, mas nem sempre aprendemos a ser o amor.

O amor verdadeiro não se afoga, ele aprende a respirar mesmo nas águas da dor.

Liberdade sem maturidade é laço; amor com firmeza é proteção.

Amizade quando é amor de alma, pode até se ausentar por um tempo... mas nunca se apaga completamente, apenas muda de forma, repousa em paz dentro da gente.

A saudade não é o fim do amor… é o amor tentando aprender onde ficar.

O luto, no fundo, é o amor que continua existindo... só que agora de um jeito que a gente ainda está aprendendo a lidar.

Quando o amor humano falha, o amor de Jesus sustenta o coração.

Sentir saudade é perceber que o amor, de alguma forma, ainda vive... mesmo quando a presença já não está perto.

O amor verdadeiro não prende… ele acolhe, cuida e conduz o coração à paz.

Há um tipo de amor que não exige perfeição, apenas presença, entrega e verdade.

O amor que permanece é aquele que aprende a atravessar dias difíceis sem perder a ternura.

Se doer em você, já não é amor.

Você merece o amor que insiste em dar aos outros.

Se for pra se perder, que seja em um amor que também te encontre.

Nem todo amor nasce pronto… alguns são cuidados por Deus até aprenderem a permanecer.

O amor humano pode falhar… mas o amor de Jesus permanece inteiro.