Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Não faltou amor. Faltou empatia. Em um curtíssimo período de tempo, você fez o maior estrago emocional da minha vida. Toda vez que algo doía, você escolhia se sentir viva longe de mim, em lugares onde eu nunca coube. Isso não foi confusão, foi traição emocional consciente. Algo que eu acreditava ser intenso e verdadeiro virou dúvida, desconfiança e medo de amar. A cada fuga, você levou um pedaço de mim. Hoje não restou o suficiente pra continuar, só a certeza de que eu fui deixado pra trás no momento que mais precisei de ti.
Filho, quando procurar um amor, procure aquele que fecha a porta das opções, apaga às luzes do passado e abra as janelas das novas oportunidades.
Se o tamanho do amor de Jesus é similar ao tamanho do perdão que me concedeu, nunca entenderei a proporção da Sua Graça. Mas sei que nunca serei capaz de amar alguém tanto assim.
Tudo edificado com amor torna-se uma obra erguida pela Graça de Deus, permanecendo firme, pois o amor constrói e a Graça sustenta.
O amor é um verbo de acumulação. O ódio, um verbo de subtração. Você é a soma viva do verbo que mais frequentemente conjuga.
Amor é como um quebra-cabeça: cada peça deve ser colocada amorosa e mentalmente em seu respectivo lugar no coração.
Toda boa prosa traz uma gostosa lembrança de uma rosa perfumada de amor, sentimento esse que nos faz esquecer da dor.
Chore na sua limitação; mas, se alegre com o amor infinito de Deus para conhecer os horizontes da alma obediente para receber a alegria da vida eterna.
