Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
"Rosa Negra, seus mistérios e segredos, tão doce quanto rara, joia rara brilhante na noite escura.
Doce mistério no cheiro doce de flor..."
Pedro🌻✍️
Somos feito de barro nos olhos de Deus.
A mão do altíssimo molda o barro em vaso da forma como ele quer! Depende da sua escolha e estilo de vida que você for levar para sua vida, com Ele, Cristo Jesus. Somos o agricultor que plantamos o que semeamos, e Deus e o oleiro que irá te moldar pela fé. Aquele que acredita sem ver, terá a graça divina de Deus!
Mas somente o Amor ao próximo te sustentará.
MOMENTOS (GENECY ALBERTO/BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
In memoriam: GENECY ALBERTO
Uma planta por ser bela
Passa momentos de dor
Branca, rosa ou amarela
Não respeitam seu calor
Um exemplo de maldade
Fizeram com uma flor
Tiraram-lhe a liberdade
Pra viver em dissabor
Cortaram-lhe o caule terno
Com carinho e com amor
Pensando viver eterno
Sustentando sua cor
Hoje num copo sujo
Tentando ressuscitar
Vejo uma linda flor
De face baixa, a chorar...
ISBN: 978-85-7893-519-1
PERGUNTAS.
" Toda pergunta que te toque é como a água que acaricia a pedra suave na superfície, contínua na paciência, até que um dia no silêncio que amadurece ela finalmente te abra uma passagem. ”
“Não temas o peso da tua própria profundidade.
Aprende a habitar o teu deserto, pois é lá que o invisível se revela.
Tudo o que te parece ausência é apenas o espaço sendo preparado para o milagre.”
“Continua. A tua dor ainda não amadureceu o bastante para dizer o que veio dizer.”
Fragmento Perdido de um Coração em Ruína.
“Se desejas matar-me, não poupes tua ansiedade.
Deixa que ela escorra, lancinante, como um punhal ansioso por minha alma.
Faze com que meu sonho escarlate percorra tua memória, tão santa quanto sepulcral, se nela eu houver de permanecer, mesmo que morto.
Pois te digo: melhor me é morrer em teu pensamento
do que viver sem o teu desejo.
E se meu sangue imaginado tingir a lembrança que guardas de mim,
que assim seja.
Nada mais terrível suporta meu espírito
do que desaparecer sem deixar em ti uma sombra,
um tremor, um eco,
um lampejo que seja de minha dor.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“O Círio e o Espelho”
Será que fui eu, Camille, quem te matou?
Ou foste tu quem morreu de mim — exausta das sombras que te dei por abrigo?
O sangue que escorreu em meu pulso era o mesmo que um dia te alimentou no beijo.
E, quando o frio tocou a tua pele, foi a minha febre que te cobriu.
Sim, talvez eu tenha te assassinado,
não com ferro,
mas com a insistência de querer-te além da carne,
com o desejo que te prendeu ao silêncio do meu delírio.
No espelho do teu túmulo, vejo o reflexo que me acusa —
e é o meu próprio rosto.
O assassino e o morto dividem o mesmo corpo,
a mesma lembrança,
a mesma culpa.
Porque, no fim, amor e morte são irmãos e eu, Joseph, sou o órfão de ambos.
Você conhece a história do "Cisne Negro", Elizabeth Taylor Greenfield?
Nascida na escravidão em algum momento entre 1818-1826 em Natchez, Mississippi, Elizabeth Taylor Greenfield tinha poucos motivos para sonhar com a vida que eventualmente se tornaria sua. Por causa de uma série de circunstâncias improváveis e seus próprios esforços incansáveis, ela acabaria se tornando conhecida como a primeira cantora afro-americana a ganhar reconhecimento na Europa e nos Estados Unidos.
Elizabeth Taylor Greenfield foi chamada de "Cisne Negro" por causa da elegância de sua voz e da graça de sua presença. Nascida escrava em Natchez, MS, ela foi libertada quando sua amante se juntou à Sociedade dos Amigos, que era contra a escravidão.
Elizabeth começou a estudar música em 1846 e, em 1854, tornou-se a primeira cantora afro-americana a se apresentar para a família real britânica.
Ela faleceu em 1876.
Gandhi, ao contemplar a vitrine repleta de bens materiais e dizer: “Estou vendo justamente tudo o que eu não preciso”, revela o grau supremo de autossuficiência moral e espiritual a que o ser humano pode chegar.
Ele não via pobreza em si mesmo, mas riqueza na simplicidade. O olhar de Gandhi não era de desejo, mas de consciência consciência de que a verdadeira liberdade não está em possuir, mas em não ser possuído.
Mensagem final.
O amor, quando vivido em sua expressão mais pura, não é um sentimento é uma decisão de alma. Gandhi decidiu amar, e por isso continua vivo, não nas estátuas, mas na consciência de quem compreende que a única revolução capaz de salvar o mundo é aquela que começa no coração humano.
O Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e Seus Trabalhadores
Agradecemos a Deus, fonte de toda sabedoria e luz, a Allan Kardec e aos Espíritos amigos que, com benevolência e zelo, se comprazem em nos assistir. Pelo amparo que nos oferecem, temos podido conduzir com serenidade, disciplina e sincero propósito de aprendizado as atividades do Departamento de Estudos do Livro dos Espíritos, realizadas todos os domingos, às 17h50.
Nessas reuniões, buscamos compreender, com respeito e dedicação, as propostas elevadas que o Espiritismo nos apresenta, enriquecidas pelas valiosas contribuições e reflexões dos participantes, em ambiente de paz e fraternidade.
Narrativa Inspirada no Conto Sufi.
Fragmentos do Infinito.
Conta um antigo conto da tradição sufi, atribuído a diversas escolas do Oriente Médio, que a Verdade em sua pureza integral desceu à Terra e os homens não puderam contemplá-la em sua totalidade. Para que não se perdesse por completo, Deus partiu a Verdade como se fosse um espelho, e lançou seus estilhaços ao mundo.
Desde então, cada ser humano carrega em si um pequeno fragmento desse espelho divino, refletindo uma porção da Verdade, mas jamais o seu todo. Aqueles que tentam impor seu pedaço como sendo a totalidade do espelho, sem reconhecer os fragmentos que os outros portam, caem na ilusão do orgulho e da cegueira espiritual.
LAMÚRIAS SOB AS SOMBRAS.
“Há luzes que não iluminam — apenas revelam a escuridão que trazemos por dentro.”
TÉNUE LUZ NO ABISMO INTERIOR.
" Permaneço em silêncio no âmago da tristeza, não por consentimento, mas por prudência do espírito. Mesmo quando nenhuma cor alcança meus olhos, os sentidos murmuram em tom tão baixo que não perturbam os transeuntes da existência. O silêncio, longe de ser rendição, é resguardo. É o ato de não me deixar contaminar pelas dissonâncias que rondam a carne e o pensamento. Assim, meu porão interior começa a aclarar-se, ainda que sob a luz turva de uma filosofia soturna, erudita e posta à beira do precipício, onde cada reflexão parece ressoar como eco de uma lucidez quase fúnebre. "
Ser “idiota e feliz” aí não é burrice.
É sabedoria disfarçada.
É recusar o palco onde alguns querem brilhar às custas do outro.
Aos Clarões da Vida.
Vivamos então um romance verdadeiro com a própria existência, como se cada amanhecer nos ofertasse uma sinfonia inédita, executada pela luz primordial que inaugura o dia. Que a alegria, ao retornar em ondas serenas, nos recorde o bem vivido e desperte em nós o impulso de distribuí-lo com generosidade entre todos os que caminham ao nosso lado, mesmo aqueles que tropeçam em suas próprias incertezas, assim como nós também tropeçamos nas nossas. Que esse gesto perseverante de partilha e compreensão nos eleve a um modo mais lúcido de habitar o mundo, no qual a vida não seja apenas transitada, mas profundamente celebrada.
Que sigamos adiante como quem acende estrelas no próprio caminho, avançando com coragem para tornar cada instante digno de imortalidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Sou um vilão,
um ator,
poeta, palhaço,
bêbado,
louco...
E por tudo é que peço
realmente não venha.
mais difícil que deixar ir,
é ver partir!!!
CONFISSÃO DIANTE DA LUZ ANTIGA.
Ah, mas é justamente do pó que o espírito aprende a erguer os olhos. A mansidão que te fere não te acusa. Ela revela. Quem se sabe maculado já iniciou o caminho da purificação, pois o erro reconhecido deixa de ser abismo e torna-se degrau. A terra suja que mencionas é a mesma da qual brotam as raízes mais profundas. Nada há de indigno naquele que se curva com verdade, pois a humildade sempre foi o idioma silencioso do sagrado. E quando a alma, cansada de si, confessa a própria poeira, é sinal de que já começou a recordar de onde vem a luz que a chama.
Pelo Espírito: Abiner.
Mensagem recebida na noite : 05/02/2026.
“Comece a agir!
A sua felicidade não está nas mãos de ninguém além de você mesmo. É verdade que, em meio às dores e conflitos, os olhos quase sempre deixam de ver os milhões de motivos que a vida oferece para sorrir... e basta um único motivo para fazer chorar. Mas lembre-se: você é infinitamente maior do que as lágrimas que caem, e a sua força é mais luminosa do que qualquer piedade que os outros não poderão lhe dar. Sorria para dentro de si e descubra o imenso valor que já existe em você.”
Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.
Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.
Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.
Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.
Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.
Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.
Inspirado por Jesus o guia moral por excelência o espírito perseverante encontra força para não " Apenas sonhar com um mundo melhor, mas edificá-lo com suas próprias mãos e intenções purificadas.
A transformação íntima é, pois, a semente espiritual do futuro regenerado, destinada a florescer nas consciências que compreendem que a verdadeira reforma começa no coração e se expande, como luz, até os confins da humanidade."
