Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Minhas palavras como a chuva tamborilam em sua mente... e evaporam docemente na ternura de sua alma!
"O Mundo não é justo, nunca foi e jamais será! Portanto aceite seu destino e faça o melhor para a sua vida e dos seus semelhantes!
"Meu espírito é selvagem, embora a aparência mansa! Morto já está o conformado... a vida requer atitudes!"
"A sociedade castra o artista, todos querem a verdade, mas precisam mentir seu próprio sentir... um rosto que sempre sorri a todos, no fundo chora para si mesmo."
"Escrevi no sangue de minhas veias as minhas ilusões, para que um dia eu pudesse lembrar como é ingênua a arte de amar!"
Somos anjos e serpentes, cada hora aflora um, pois no turbilhão do inconsciente, sob a luz da inquietude, o complexo se traduz... em fagulhas, chama viva, em estrela que seduz. Sendo assim ele é o outro e o outro ele é. É um ser que vive só em sociedade... a verdade não lhe cabe e nem lhe diz, pois a verdade não existe e se existe não condiz.
Sorria se seu trabalho for questionado... Pois se foi é porque valeu a pena ser escrito. Questionar não significa desvalorizar, significa que seu trabalho foi digno de reflexão! E a reflexão é a ação transformadora do intelecto!
Somos uma pequena engrenagem do mundo, não somos seres superiores, os outros seres não estão ao nosso serviço! Portanto, respeite a vida, a diversidade. Somos todos natureza!
"Não devemos lamentar o que nos causa mal, temos que agradecer, pois é por meio dele que conhecemos o bem, a nossa fé e força!"
