Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Tudo é movimento, portanto as mudanças acontecem a todo instante;
Mudança de humor, de amor e de dor;
Sei que sou um gato vira-latas para querer o seu amor;
Mas acima de tudo não desisto quando a questão do coração;
Quero viver as tuas intimidades junto a ti e propagar o amor que esperamos um do outro;
Entenda as minhas insistências sentimentais, não simplesmente atração física, mas sim amor verdadeiro;
Ainda temos um caminho inteiro pela frente, tanto que na metade passamos a buscar um amor;
E na outra nos perdemos tempo lamentando a vida;
Acordo em um despertar de um amor escondido, ou um suspiro corriqueiro;
E durmo até que alguém me queiras;
Há tempos que perdemos a medida da maldade e escondemos o significado do amor verdadeiro;
Mas ainda nos há tempo de reiveitarmos o amor;
Em pró da justiça dos sentimentos lhe envio o melhor!
Pois amizade constituí de carinho, amor e verdade...
Então desejo um fim de tarde maravilhosa a ti;
E então cantarei
Os versos mortais
Para em si viver
Ou morrer de amor
Rasgando os seletos
Sentimentos leais
E desatando a dor
Ò vida, que me fizeste
Tão dependente do amor
E da bondade...
Onde está tu?
Por onde andas
De verdade
Entre sonhos
Ou da realidade
Quero só a ti
Então espero
Minhas oportunidades;
A solidão é pretensão de quem não quer amar;
Tudo é possível em nome do amor, pois tudo pode como Você sempre sonhou;
As minhas palavras são sinceras e pelas sinceridades que o amor transparece tudo que vem do coração;
E o desejo que sentimos é o infinito que esperamos;
O amor é uma faca de dois gumes, um lado corta e feri;
A outra corta e completa, veja o que mais vale à pena!
Não quero morrer de morte matada, nem muito menos de morte morrida;
Mas desejo morrer de amor correspondido;
O amor vive entre o coração e a perfeição;
Não espera nenhum firmamento, só a chance de experimentar a tal paixão;
