Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Não desejo um amor vil que no qual, faça-me cético a vida;
Mas sim um amor eloquente que dê asas para voar, sonhar e realizar;
Sofrer por amor, só faz sentido na literatura poética;
Pois na realidade, arde o coração como se não houvesse promessa;
O meu amor não é só poesia;
És também sinceridade, feito amor e paixão;
És dificuldade em sutileza és um ato de superação;
Está a espreita do amor
não é paixão é ciúmes
Abobado... Não está guardado no coração;
Amor é um sentimento
tão meigo, tão terno
que nos tira a dor
Então pra quê as dúvidas
se o amor é tão óbvio
Morrer ou viver por amor;
Então esqueçamos
nossas desconfianças
e vivamos um doce amor
Quer o mel em sua boca?
Venha e me beija, meu amor;
Amo um amor do coração
Sentimento doce, conivente com a paixão
Se te perguntarem: como queres amar?
Responda... Quero amar com toda razão!
O amor verdadeiro é impenetrável
Não desgasta, não desata
Não dá desculpa, não é ciumento
É simplesmente amor;
O meu abismo canta em silêncio em mim;
Eu sempre achei que o amor me salvaria
Mas com prazo de validade
Não foi o que eu queria;
O meu coração me diz e minha razão condena:
Casamento com amor é o caminho
Amor próprio é pra quem pensa;
