Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
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Um amor incondicional
Uma amizade verdadeira
E o desejo entre eles é igual
Você, tem a simpatia no olhar
A beleza na felicidade
E isso é raro encontrar
O afeto e o carinho
Andam juntos
Com o respeito e delicadeza
Um ao outro
Quando me recordo
Vem saudades e emoções
Lembro de sua pele e teu cheiro
E bate aquele arrepio
Seu sorriso me cativa
Me deixa a vontade
Me confortei em teu abraço
E sei que agora posso
Amar de verdade...
Floriu.
O amor sorriu pra mim.
É de lágrima em lágrima
que o amor se desbota.
Eu sou um fiasco nesse
negócio chamado amor.
Moça,
não semeie
teu amor em
coração infértil.
Deixe-me
preencher
cada centímetro
do teu coração
com o meu amor.
[…]
Entre reticências declarei
meu amor por você.
Mas meu amor, escute bem:
meu coração é teu, só teu
e de mais ninguém.
O amor é um passarinho
que almeja um coração
para chamar de ninho.
O amor é quando o nosso
coração já não pertence
mais a gente.
O amor é sentir várias
borboletas voando
dentro da gente.
Ah eu tinha me esquecido:
Esse tal de amor nunca
foi com a minha cara.
Se não plantar, não nasce.
Se não regar, não cresce.
Se não cuidar, não floresce.
O amor é assim.
O coração vira casa
quando o amor
faz morada.
O amor nunca foi gaiola,
sempre foi ninho.
Meu amor,
se lhe escrevo,
é porque te amo.
Ela é meio desastrada, sempre acaba
tropeçando de amor na pessoa errada.
Para o amor que vai chegar.
Me ame com vontade.
Nas entrelinhas
do meu coração
te dedico a poesia
mais pura que
existe em mim:
o meu amor.
Talvez eu tenha mesmo
uma predisposição para
ser apenas a amiga.
E nunca o amor de alguém.