Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Sobre o muro de cacos ao meu redor,não é tão culpa minha,fizeram de cacos o meu coração,eu só os coloquei lá.
O pincel de Arnóbio Verde desliza sobre a tela como um poema silencioso, dando vida às cores e formando um mundo onde a beleza é eterna.
A cor da sua pele, o seu tipo de cabelo ou o formato do seu nariz dizem muito sobre você: sobre ser um humano, como qualquer outro humano, nem mais nem menos que outro humano. Mas não dizem nada sobre o seu caráter, índole, moral, ética, educação e, inclusive, preconceito e racismo.
A inação dos filhos da luz, ao negligenciar o testemunho, projeta sombras de descrença sobre o templo da fé, obscurecendo sua ressonância na alma da humanidade.
Quando os problemas vem sobre mim, meus joelhos não suportam e termino me dobrando aos pés de Cristo que consegue sustentá-los.
Peregrinando sobre à terra, cuidado e amparado pelo Eterno, sigo a cada dia minha jornada, olhando firmemente para o Soberano pastor.
Se a pressa que muitos têm em impor as mãos sobre alguém para o oficialato fosse a mesma em dobrar os joelhos para consultar o Eterno, muitos erros teriam sido evitados.
Sepultas o teu pecado em vida sobre a terra, para não seres sepultado no inferno depois da tua morte.
A nossa vida em Cristo é sobre transformações e mudanças. Quando esses dois substantivos estão ausentes na vida do indivíduo, não podemos adjetivá-lo como cristão.
A sua desenvoltura no trabalho diz mais sobre quem você é profissionalmente do que sobre o cargo que ocupa.
Refletir sobre si mesmo é uma tarefa dolorosa, mas necessária. Não tenha compromisso em sempre acertar e lembre-se que criar expectativas significa viver o futuro no presente, logo, lhe impõe a viver o agora em um estado de ansiedade, sofrimento e medo. Romper paradigmas é necessário e tem um preço, mantenha foco no processo e não esqueça que o mais importante é se orgulhar de você!
Carreguei o peso do mundo sem deixar cair sobre ninguém, engoli lágrimas para que outros pudessem sorrir, lutei batalhas que ninguém viu e, mesmo esgotado, ainda estendi a mão. Nunca fiz alarde da minha dor, nunca pedi troféus pela minha resiliência, e ainda assim esperam que eu continue oferecendo o que já me custou demais. Minha generosidade nunca foi fraqueza, mas agora é escolha. E se hoje me permito viver sem culpa, sem carregar quem nunca quis andar ao meu lado, não me apontem o dedo. Eu aprendi, da forma mais cruel, que quem dá demais a quem não valoriza acaba se tornando invisível até para si mesmo. E isso eu nunca mais serei.
O véu da ilusão não é uma prisão, mas um ângulo: uma dobra da luz sobre si mesma. Quando a consciência ascende pela espiral da Árvore, o mundo transmuta — o que antes era pedra, revela-se símbolo; o que era sombra, torna-se mapa. Os mundos não se empilham no espaço, mas se entrelaçam em camadas do ser. Cada mutação vibratória no núcleo do Eu reverbera pelas fibras do universo como um acorde no silêncio. Onde irrompe a Luz, projeta-se também o contraste que a delineia. E aquilo que recusa a emanação torna-se recipiente trancado — resistência é fome disfarçada. A alma que se afoga na noite, não é órfã da luz, mas cega de si mesma.
