Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
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Estar presente não seja apenas estar onde o corpo se encontra.
Aprender a conviver com os meus demônios foi a maneira de impedir que os meus anjos me abandonassem.
Que o brilho da lua na noite de 31 de outubro não sirva apenas para caçar bruxas, mas também para iluminar as fadas.
Tornamo-nos estrangeiros em nosso próprio corpo quando desconhecemos os nossos limites.
Tal como as árvores frutíferas, o que define o ser humano é aquilo que ele produz.
No silêncio, existe um mundo inteiro que se permite escutar a si mesmo.
Há um hiato ecoando em cada instante, em busca dos sentimentos mais profundos.
A inspiração é a linguagem dos espíritos.
Entre o espaço e o tempo, somos apenas passagem.
O Demônio habita o centeio do whisky, nas nuances de menta que equilibram a doçura da alma e no aroma que desperta a coragem do desespero; na busca pela última gota que não sacia, apenas sufoca.
Entre um passo e outro, deixamos pegadas de poesia pelo caminho.
O tempo leva, o tempo transforma. Somos apenas areia que o vento dispersa.
Quase um diálogo silencioso com as ondas que vêm apagando minhas pegadas na areia, sem me deixar esquecer que, na vida, tudo é passageiro.
O que nasce de nossa imaginação nos resgata desse silêncio profundo.
Envelhecer não é apenas contar os anos que passaram, mas dar sentido a cada um deles.
Nossa mente é como um jardim: aquilo que cultivamos é o que floresce.
Consumi uma vida em meio a enganos, na ânsia de corrigir minhas imperfeições; talvez bastasse deixar a vida seguir seu curso natural.
Se não terminou bem, é porque não terminou ainda.
Sem querer soar piegas, às vezes somos como um bom vinho francês: esperamos que alguém nos encontre para descobrir o que há dentro.
A crença sem consciência é apenas um cálice vazio diante do sagrado.
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