Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Sabe o que vale a pena de verdade? É se apaixonar por alguém que te abrace e não queira te largar mais, alguém que te ligue e não queira desligar pensando em um monte de assunto para poder ouvir a sua voz, um alguém que chore de felicidade por saber que você é dela, que sente sua falta e precise de você sorrindo. Que volte atrás para pedir desculpas depois de uma discussão, e queira se adaptar aos seus defeitos sem mudar sua personalidade ou impor qualquer acordo, por que o que essa pessoa quer mesmo é você do jeitinho que você é e mais nada. Uma pessoa em que você não tenha medo de criar expectativa, por que você tem certeza que não vai se decepcionar. Uma pessoa que mesmo com o tempo, ou a distância, você sabe que ela vai te esperar e que você vai estar sempre com o desejo de tê-la por perto, de ama-la. Isso vale a pena!
Eu não consigo imaginar nada mais satânico do que essa própria ideia: uma força do universo dizendo que, se você se tornar feliz e saudável, a coisa que você mais ama fazer no mundo não será mais prazerosa.
Já amei, já sofri, no final de tudo eu sorri e estou amando mais uma vez, sofrendo mais uma vez e sorrindo mais uma vez, porque é assim mesmo, todos amam, todos choram, todos sorriem, a vida te ensina a ser assim.
Algumas histórias são lindas, românticas, belas e fazem tanto sucesso por sua beleza e romance. Pena que na vida real nem sempre tudo é tão bonito, na prática. Discorda? Coloque-se então no lugar de Romeu e Julieta, pense como eles se sentiram, eles tinham um amor tão forte e intenso, mas que não era aceito. É difícil saber que por mais que você ame alguém, lá no fundo, tudo vai depender de mais alguém, e que nem sempre só o amor será o bastante para garantir a sobriedade e mais difícil ainda será manter a sanidade. É muito triste saber que você conheceu o amor da sua vida, mas, no fundo, também saber que aqueles que você mais ama e preza não aceitam isso. Mesmo com toda essa turbulência, a história é bonita, é romântica, de certo modo inspiradora. Posso então dizer que de uma forma ou de outra, eu gosto da história, só não gosto do final dela.
Aprendi que discussão realmente não tem utilidade alguma, no final das contas as pessoas vão acreditar nas próprias conclusões. Então hoje me reservo ao direito de apenas contar a verdade, e conclua oque quiser.
Um dia talvez, tudo fará sentido, ainda não entendi o porque um dia lindo se tornar uma noite fria e escura, você poderia ser meu lindo sol da manhã, mas escolheu não ser.
E ao ver, que mesmo estando juntos você vive sua vida muito bem sem mim, eu percebi que talvez eu devesse tentar viver a minha sem você.
O tal do príncipe encantado vem sim, vai ver ele só se perdeu no caminho… e vocês sabem que meninos não gostam de pedir direção.
Esqueça os bens materiais e vá abraçar quem te ama! a maior riqueza do mundo não se encontra em cédulas e sim no interior de cada um de nos.
De todos os tipos de paixão (se é que existem tantos tipos), a melhor é a platônica. A paixão mais verdadeira e linda justamente por ser platônica. É a paixão na qual você tem plena certeza de que só vai sofrer. A graça da paixão platônica vem de não enxergarmos os defeitos do outro. E se enxergamos, ignoramos.
Sofrimento faz parte, nem circo vive só de alegria, um dia o palhaço morre, o que fazer? Arranjar outro, mas levar o antigo como um ótimo mestre.
