Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Esta guerra é um labirinto de espelhos, em que a verdade é protegida por um guarda-costas de mentiras.
Para permitir que Deus seja Deus, devemos segui-lo por quem ele é e pelos seus propósitos, e não pelo que queremos ou preferimos.
Quantas pessoas, no alto da velhice, corroídas pelas consequências das próprias opções e escolhas erradas, olham para o céu e praguejam, se vitimizam?
Seus persistentes maus hábitos, adquiridos ou não no passado, irão deformar seu presente que é a base de tudo e sabotarão o seu futuro.
Num desastre, uma crua e nítida divisão humana se apresenta entre os maus-caracteres, que se aproveitam dessa situação, e os bons, que o amenizam agindo.
Minha humanidade estará preservada enquanto eu desejar apenas a prisão dos maiores inimigos do povo e não vê-los nela sem alimento, mal tratados e sob tortura diária.
Uma guerra eviscera o pior dos dois lados, os desnuda, até mesmo dos que a comentam, na ilusão e pretensão de conhecer todos os detalhes e reais motivos sórdidos.
De escombros emocionais, da velha e terrivel máquina de moer gente (pais e mães descompensados), emerge o soldado frio e calculista e também os ditadores implacáveis, quando sobrevivem. Raramente seres em equilíbrio...
Talvez a maior inquietude e angústia da humanidade não seja propriamente a morte, mas a FORMA como ela se apresentará, sendo rápida ou lenta, branda ou feroz.
Aquele que não vê em si um "faminto aprendiz de feiticeiro" certamente acredita ser aquilo que não é e um dia cairá no fundo do que chama de poço, onde nem água tem e é outra de suas ilusões.
A mulher da minha vida está dentro de mim, o lugar dos meus sonhos está onde eu estiver, a minha paz reside na forma como NÃO reajo as situações e pessoas, mas ajo.
Nossos pensamentos, atos e palavras nos definem, e a nossa forma de colocá-los com inteligência e sabedoria lhes dá razão e engrandece.
