Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Viver é uma dança, mesmo com um dos pés cortado, é sorrir, mesmo que falte um dente, é encontrar todo dia uma coisa bonita no meio da lama, no meio do caos...
Nosso silêncio interno não pode se corromper ao ruído externo que insiste em nos invadir, sequestrar.
Pelo lixo que uma pessoa gera a conheço um pouco. Se o separa, principalmente onde o joga e de que forma, além de ver nele como se alimenta, ou seja, se respeita-se.
Antes de fazerem alguém aceitar o inaceitável o conduzem ao medo, ao terror, depois ele mesmo irá pedir, suplicar.
Uns preferem alguns anos na cidade agitada, outros, toda uma vida no campo. Para cada existência um ritmo a espera...
Vivemos ainda na infância emocional, navegando num mar de certezas inexistentes e dúvidas ignoradas, entre vãos e chão firme, oscilando.
A maioria dos que se dizem cristãos, afirmando ter fé, reclama do Criador quando não lhes atende ou algo acontece e com isso demonstra NÃO acreditar Nele e ter fé da boca para fora.
Estarei sempre ao seu lado. Sempre que você respirar, eu também vou. Sempre que o vento soprar, vou acariciar seu cabelo. Sempre que chover, vou beijar sua bochecha. Sempre que você tocar o chão, vou segurar a sua mão. E sempre que você tocar o violino, vou deitar a cabeça no seu ombro. Sempre ouvirei você.
Desistimos de continuar caminhando porque começamos a jornada pelos motivos errados, os externos, os superficiais e imediatistas.
