Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
As vezes eu penso que a outra pessoa pensou algo, sobre qualquer coisa, e me esqueço de pensar que fui eu que pensei que ela pensou, e ajo como se ela estivesse pensado o que na verdade, fui eu que pensei, daí ela fica pensando que eu sou louca. Bom, penso eu.
Ainda temos muito para refletir sobre os direitos humanos, silenciosamente. Com uma boa literatura sobre compaixão. caridade e infância....
Nos preocupamos tanto com o que a sociedade pensa sobre nosso caráter, se somos respeitados, rejeitados, admirados, queremos ser admirados, mas às vezes perdemos respeito, chegamos até a ser rejeitados, tentamos dar a volta por cima, caímos novamente, nos reerguemos, e tudo em prol de um julgamento, que não merecemos, deixamos de dar importância a quem realmente merece, iludimos alguém, e continuamos pensando apenas no nosso ego, tentamos agradar a sociedade para obter um julgamento aceitável, que esquecemos de quem não tá nem aí sobre o que a sociedade pensa da gente, aquela pessoa que se desconectou de tal futilidade que consegue naturalmente, apenas se preocupar com o real, com o que realmente importa, com quem ela ama. Isso se resume apenas a uma única coisa, se preocupe com quem você ama, e esqueça as banalidades que lhe cercam, o tempo está passando, não espere acabar, pra falar pra quem você ama o quanto ela é importante pra você.
A conexão foi imediata, passamos uma boa parte do tempo conversando sobre coisas fantásticas, pude saber que era ela a minha particular transcendental de outras vidas...
Quando passo além da conta, conto com Sua misericórdia sobre mim. Pois sem a Sua presença nada sou. Apenas o Teu guiar me faz mais forte. Só com Teu amor me sinto segura. Faz em mim restauração. Quero ser quem fui criada pra ser. Quero Sua plenitude em mim.
Não tens que notar nada sobre ela, tens que senti-la, vive-la, aprecia-la sem moderação e agarra-se na loucura dela. Não a note, toque-a
hoje em dia, geral posta qualquer coisa sobre ter alguém do lado, fico vidrado nesses lances porque acho bonito e doentio. Fico até inseguro em dar minha opnião ao mesmo tempo "dane-se" mas presta atenção nesse amor de dependência de vc's associar felicidade à alguém é ficar nesse ciclo sem amadurecimento espiritual; a vida é muito mais que isso.
Comentar sobre alguma religião em lugares "públicos" Hospitais, Praças, Escolas etc. Não passa de um leve influencia.
Lembro da varanda, do sol, da ausência do sol, da cortina fechando e do teu corpo pairando sobre o meu.
Então, amaremos a Deus sobre todas as coisas, com todas as nossas forças, com todo nosso entendimento, com toda a nossa alma, também a nós mesmos e assim como nos amamos, amaremos as pessoas, todas elas, no mundo todo, pois, o que de fato nos liga com Deus e com as pessoas é o amou da paixão de Cristo por nós.
Ninguém nunca me perguntou o que eu mudaria em minha vida e por isso, talvez, nunca pensei sobre a questão. Ninguém nunca me perguntou, espontaneamente, como foi meu dia, talvez, por isso dou tanta satisfação.
Quando me perguntam sobre minha fé, a primeira palavra que passa na minha cabeça é DEUS. Quando me perguntam sobre minha religião, FAZER O BEM é a minha resposta. Esta é minha simples religião. Não há necessidade de templos. Não há necessidade de filosofia complicada. Nosso próprio cérebro e o nosso coração é o templo sagrado. A filosofia é a BONDADE. "O senhor é meu pastor, e nada me faltará.
Reflito sobre os anos da minha vida com grande desdém. Ela é tão limitada, tão escassa, tão bela, mas às vezes, tão distorcida. Não existem palavras para definir o bem mais valioso que possuo. A vida é uma paixão e eu preciso seguir ela. Pergunto-me sobre o que eu gostaria de fazer hoje ou com quem eu gostaria de estar, pergunto-me sobre o tempo e meus sonhos, sobre o sentido dúbio das coisas: sonhar em ser escritor ou escrever de verdade, tocar uma vida ou trocar de vida, fazer valer a pena ou fingir congelar as horas. Meu tempo é algo muito precioso e por sinal, astuto. Ele rege a minha existência, embora no fim das contas eu mesmo dou as ordens. Sou o dono do meu destino, sou o tempo que escorre pela ampulheta, sou o prisioneiro da minha alma. O desdém é pasmo, mas para ele mesmo.
Sempre me pergunto sobre perdas, decepções, dor, tristeza, vazio, saudade, silêncio, arrogância, ruindade, melancolia, rancor, ilusão ou qualquer outra coisa que explique a humanidade, talvez a falta dela. E admito, não é fácil de entender. Quando alguém está com raiva por muito tempo, todo esse ódio começa a mudar o mundo. E isso não é um engano, é pessoal.
Aproximei-me da lápide de mármore e estendi minha mão sobre as trincas do passado. Então, percebi que algo estava errado, pois eu estava vivo. Removi o manto de cinzas e tentei rabiscar minha própria vida com um pouco de ilusão. A ilusão ao menos poderia ser sentida, ela sempre é notável para alguém que acendeu velas a si mesmo. Eu precisava de uma faísca, algo para continuar enxergando minhas próprias tristezas. Aliás, é inverno em nossas almas, é sombrio dentro do peito. Quem disse que é preciso estar morto para não sentir nada?
