Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Espero alguém que ponha bilhetinhos dentro daqueles livros que vou ler até o fim. Espero alguém que nunca abandone a conversa quando não sei mais falar. Espero alguém que, nos jantares entre os amigos, dispute comigo para contar primeiro como nos conhecemos. Espero alguém que prove que amar não é contrato, que o amor não termina com nossos erros
E aquele abraço tão prazeroso, tão bom, tão gostoso, tão excitante, tão carinhoso, tão aconchegante, tão protetor, tão tudo...
Sou grata por conhecer você, por você ficar na minha vida, mais grata ainda por não me deixar nos dias que, nem eu mesma me suporto.
E o líquido que corre, alimenta e salva assim como contamina e mata sendo apenas o veículo do traslado do carregamento final resultante da disputa dos que geram a própria vida no alto do saber e meio do sentir...
Vou arrumar uma moça boa e de família para amar infinitamente nas trilhas e montanhas, numa casinha branca de Sapê. Acordar de manhã e fazer um café quentinho antes de sair e escalar umas rochas para sentarmos no alto e ver o sol nascer....
Pelos caminhos, as trilhas encontram o lobo e lhe mostram o horizone que mandou lhe chamar para uma prosa ter com ele antes do teu uivar na noite que cai também a lhe chamar. Um encontro entre a luz que se apaga e a luz que se acende para desenhar as sombras do lobo como pintura no quadro da natureza por onde nas matas ele passar.
