Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
No meio-tempo, uma das coisas que fazemos é nos tornarmos audaciosos o suficiente para dizermos ou fazermos coisas que nunca diríamos ou faríamos em circunstâncias normais. Não é que não devêssemos dizê-las ou fazê-las, mas é porque, quando as coisas estão toleráveis em um relacionamento, achamos que o melhor é esconder, evitar, negar e resistir. Nós nos convencemos de que estamos poupando a pessoa querida da dor e do sofrimento. Mas a verdade é que nós estamos sofrendo! Estamos sufocando nossos sentimentos e nos atormentando. "Por quê? Por quê? Por que não consigo entender direito esse negócio de amor?" Atormentar-se é o comportamento do meio-tempo que nos faz dizer ou fazer coisas que realmente não queremos.
Mais cedo ou mais tarde, todos temos que aceitar o fato de que, em um relacionamento, a única pessoa com a qual estamos lidando somos nós mesmos.
Amamos nos outros o que amamos em nós mesmos. Rejeitamos nos outros aquilo de que não gostamos, mas não conseguimos ver em nós mesmos.
A paciência é o elixir da cura para a melancolia do meio-tempo. O desafio, quer gostemos ou não, é aprender a ser paciente com nós mesmos.
Cada vez que surge um sentimento, é sinal seguro de que estamos lidando com ele a fim de liberá-lo. (...) Quando sentimentos e padrões antigos de comportamento estão lutando para se perpetuarem, a coisa mais amorosa que podemos fazer é ter paciência com nós mesmos e com o que estamos sentindo.
Lembre-se de que estamos sendo preparados para algo melhor ou protegidos de algo pior.
Nossos padrões de comportamento passivo/agressivo nascem conosco. Em grande parte são determinados pelos padrões de nosso nascimento. [...] Quando estamos no útero, ficamos mergulhados na energia que se torna o alicerce de nossa identidade.
A maioria das pessoas que entram e saem de nossas vidas colocam minúsculas etiquetas de preço no seu amor. Às vezes, as etiquetas são tão pequenas que não percebemos que são etiquetas cheias de condições, até que chega o momento de pagar.
Antes de reclamar pelas coisas que perdeu lembre-se de agradecer por aquilo que ganhou mesmo antes de perder!
As leis sempre foram pensadas para o controle das massas jamais para dividir as riquezas do planeta. Deus criou o mundo para todos e não para alguns. Amar ao próximo é muito lindo mas na prática, impossível. Bem disse Jesus: "Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará." Não nos amamos, e muito menos a nosso próximo. Nosso amor é ao dinheiro e tudo que dele vier.
A vida é nossa casa. Em casa nos é permitido explorar e examinar a arquitetura de cima a baixo, por dentro e por fora. A exploração é chamada viver. O propósito dessa exploração é aprender a ficar firme em cima do alicerce da vida. O alicerce da vida é lembrar e experimentar o amor puro e incondicional.
Hoje em dia a maioria das relações acabam por não haver mais diálogo, não haver companheirismo, não haver humildade em reconhecer os erros e tentar melhorar para não machucar o outro. O desprezo sempre vem no final de cada relacionamento, devido a exaustão de só um tentar melhorar a relação.
Devemos estar dispostos a pegar a vassoura, o esfregão e o espanador e começar a nos limpar por dentro e por fora, livrando-nos dos pensamentos antigos e dos padrões viciados de comportamento.
Começar o questionamento dá início ao processo de cura. Fazer perguntas significa abrir-se para as respostas e estar em busca da verdade. [...] Expresse o desconforto corporal e emocional sob a forma de perguntas. As perguntas facilitam a reflexão sobre nossas atitudes e experiências passadas.
