Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
A vingança é algo tão involuido que passamos adiante. O ódio, o ego, o poder e o enriquecimento fazem parte do capítulo da existência que perece - deixemos pois virarem pó. Apercerber-se do que parelha o milagre de estar consciente e aqui; ver cada tipo de cor, flor, atitude de amor e as outras também... quem sabe se esbarrar com Deus. Bem, isso é viver.
Temos que mudar certas situações, sem esquecer, que algumas situações existem, para fazer com que a gente mude.
A Vida só é substantiva na Gramática. No real a Vida é o verbo - movimento, se conjuga somente no tempo presente, não vive de passado e faz o futuro no agora.
Todos temos a capacidade para o extraordinário mas o medo nos acorrenta a medíocridade do cotidiano.
Agradeçamos sempre os percalços do caminho, que nos ensinaram a assumir o controle de nossas vidas antes que outras pessoas o fizessem.
Não tem como sair ou entrar naquilo que nós somos. Podemos e devemos nos transformar sempre, até porque se não for voluntário, será no automático.
Na geração que se foi, os filhos ficaram órfãos dos pais - estávamos ocupados demais construindo o mundo das máquinas. Vida que segue, agora são os pais que ficaram órfãos dos filhos - eles servem as máquinas.
