Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Você disse muitas besteiras até hoje, e todas eu nem precisava pensar muito pra perdoar com facilidade, mesmo que sempre me fizessem vários machucados, eu nunca liguei. Mas hoje, eu senti que vc precisava que eu fizesse algum machucado maior em vc, alguma besteira que vc nao fosse perdoar, alguma coisa que te ajuda-se a esquecer tudo... bom, eu consegui. E é isso.
Não consigo acreditar o quanto as pessoas ficaram cada vez mais sem coração , e o quanto um único sorriso pode esconder todo o seu sofrimento e dor.
Minha vida é um jogo de quebra cabeça, não tente me montar apenas se encaixe a mim, você pode ser a última peça que me falta, para me completar
Eu não sei pra onde olhar e nem pra onde seguir. Posso te tocar de longe, beijar-te com a boca úmida e sedenta. Só sei de uma coisa: Te quero. É tão urgente o que te escrevo, embora sutil. Quero tocar-lhe cada círculo do teu corpo. Não posso. E te amar, eu quero, de forma que o que me sufoque sejam teus beijos pela manhã. O que me doa sejam abraços apertados. Não me deixe, não me largue. Se não tudo vira um nada. Vazio. Mergulhando em um buraco enorme, daqueles que ousaram pisar fora da terra. Mas não posso. Não me permite. Escrevo silêncios em minha pele. Depois rasgo.
Sei mas não entendo o que sinto, na verdade, acho que sei, mas não sei se é verdadeiro. Sentir é complexo, saber ou entender isso é mera curiosidade.
Só não quero repetir as mesmas palavras já ditas e que estão sobrecarregando teu celular, mas não esqueces que o importante é o espaço de silêncio entre as palavras, pois lá estão o que de fato sinto.
Quero levantar-me deste leito de dor, cansaço, mentira, tristeza... A convivência parece quebrar-me os ossos da alma. Uma convivência amarga em meio a canibais... E a tudo isso chamamos de vocação?
Me conquistou pela espontaneidade, por ser a mancha em um tecido branco, pelo simples fato de estar ali no momento certo, eu não procurei e também não iria procurar, gosto do inesperado, vivo e sou assim.
Eu tentei te pôr entre as linhas dos meus versos e te transformar em palavras todos os dias, desde que deitei meus olhos em teu sorriso morno. E cada olhar que me proporcionavas impetrava ser encaixado em uma poesia. E o som da tua voz, junto aos teus pequenos detalhes, puxava-me para um mar de doces termos que nunca se permitiam abrandar para que eu sossegasse meus dedos com uma dose inteira de ti.
Aprendi que a gente fecha os olhos para muito depois alguém abri-los com toda delicadeza. Mas enquanto a gente dorme, é o sono mais profundo e cruciante. É um sonho frio e solitário. É um descanso triste e imortal.
Madrugadas a chorar, manhãs a pensar e tardes sem sorrir, só um coração machucado sabe a imensidão da sua dor.
