Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
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Que angústia, o Amor não dá trégua, não dorme e não morre, vive eternamente....
Nunca houve, não há e não haverá ódio maior que um amor... O amor não passa, ele ignora o tempo...
Aprendi que eu tenho poder para matar o meu amor por alguém, mas, aprendi também que foi impossível eu matar o amor que alguém sentia por mim.
O espaço que um amor deixa, jamais estará vazio, ele estará repleto de memórias.
O verdadeiro amor perdido é o único e verdadeiro dono do silêncio.
Onde há amor, não existe pecado.
Matei um amor, fiz meu coração de sepultura.
A imortalidade do amor faz do amante um desesperado.
O silêncio em um relacionamento é o grito do amor que agoniza.
Seu silêncio não cala o seu amor.
Seu silêncio cala a sua voz, mas jamais calou o seu amor... ele grita, me desperta em fervorosas lembranças todo tempo.
O amor que mora nos seus sonhos é indestrutível...
Amor é passageiro no seu coração, não agradou (pagou)? Na próxima parada manda descer...
Depois de muito praticar, você acaba entendendo porque o amor tem asas.
Mesmo às vezes todo quebrado, destruído, o amor sempre vence.
O amor é uma parte tua que tem asas, imaginação e que busca se completar com uma outra parte de alguém.
A ausência de um amor, silenciou o meu coração, me lembra o recuo do mar, a calmaria dos ventos.
O amor silencia o serviço malvado que há dentro de mim.
Tenha quantos amores quiseres, porque o Amor originalmente tem asas e é fugaz.
Se fosse paixão, já teria morrido, mas, como foi amor, vai viver eternamente.