Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
'O amor é meio louco, meio lúcido. Nós o carregamos na intensidade que podemos compartilhar. Cada qual com seu peso, mas sem medida exata.'
Tempos atrás, José era infeliz porque não tinha um amor. Depois que conheceu Ana, seu único amor, José continuava infeliz.
As montanhas movem o amor. As montanhas derrubam o amor. As montanhas criam o amor. Resumindo: a essência está nas montanhas.
Para que o meu dia não seja totalmente perdido, escreverei um poema. Falarei de amor. Paixão. Solidão. Algo que deixe meu coração mais patético. Mais corroído. Mais solitário e banal.
Sem um amor violador dos anos 90. Fitando 20 horas por dia excessivos monitores. Respirando tecnologias, perceptíveis datagramas, morfologias. Tantas outras dores...
Viuvo não é quem fica, é quem vai, entretanto, as vezes ficamos viuvo de um amor que não morreu, que não se entendeu e que se perdeu.
Todos nós temos um posto Ipiranga no amor e na amizade. O problema é quando você procura uma gasolina barata em outros postos quando está com o coração vazio..
Aprendi tanto com você como por exemplo: Não sufocar a pessoa amada com nosso amor avassalador,aprendi a não cobrar de mais pois cobrança de mais pode ter um alto preço aprendi a não exigir perfeição pois afinal somos tão imperfeito somos tão errante,aprendi que musica pode ter tanto significado pode conter nela muito dos nossos sentimentos ou não...
De tempos em tempos pego meu amor e o carrego pelas mãos nesse momento quebram se as cadeias das tristezas e desfazem-se os nevoeiros de solidão...
Essas coisas de amor não há como escolher e a força sobrenatural dele é algo que não se pode conter...
