Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
– Olhe pela janela o que você vê?
– As mesmas coisas que vejo todos os dias!
– Imagina que nunca viu isso, imagina que passou a vida inteira em outras partes do mundo, com gente que diz que você ta defendendo a liberdade, e finalmente você decide que chega, é hora de vê o que deixou pra trás a vida toda, talvez ter um pouco dessa liberdade pra você mesma.
Olhe para as pessoas me diz quais delas são livres, livres de dividas, ansiedade, estresses, medo, fracasso, humilhação e traição, quantos desejaria ter nascido sabendo o que sabem agora, pensa bem, quantos fariam as coisas do mesmo jeito de novo, e quantos viveriam suas vidas como eu?
Enquanto a humanidade
Não compreende que cada
Ser ver O Pai Celestial com a
Sua própria ótica e o Pai
Ver todos iguais perante
Os olhos de sua sabedoria
Muita lágrimas caíram.
Agradeça a Deus !!!
Pela alegria ou pela dor.
Pela felicidade ou pela tristeza.
Tudo é permissão dele, nada acontece se não pela vontade dele, tudo está no seu devido lugar, está tudo no seu determinado tempo !
– Por que você está atrasado?
– Uhn, meu ônibus quebrou.
– Bem, na próxima vez, é melhor você descer e consertá-lo.
(Diálogo entre Rochelle e Chris)
Tonya é tão difícil que a única razão de ela ser uma menina é porque meu pai queria um menino.
(Chris)
Punhal
O mesmo punhal que te crava
Te trava
Te entreva
Te enerva
Te prende no precipício
Deixando de lembrança alguns resquícios, vícios
De quebra, te quebra
Dilacera
Não te espera, te desespera
Mata sem dó nem piedade
Lento, torturante
Com requintes de crueldade
Vai rasgando, vai profundo
Pega na alma, vai mais fundo
Perde-se o fogo, perde-se a luz
O fio da meada já não me conduz
Detona, explode, queima, fatal
A parte em mil pedaços num arroubo brutal
Corpus Politicus
Meu corpo
Meu templo sagrado de espiritualidade e ação
O corpo que grita
O corpo que sente
O corpo de razão e emoção
Corpo cravejado de facas
De balas
Apedrejado, às claras
É só um corpo
Não, é mais que isso
Um protesto são
Um brado retumbante que não é em vão
O florescer da mudança em pintura e criação
Todos os meus poros lutam comigo
Minha intuição me orienta, eu só sigo
Eu bato, apanho
Me levanto, me jogo, não me acanho
Minha pele reflete, espelha, expõe pra você saber
Estes malditos, doentes e sedentos por poder
Meu corpo é só meu
Meu corpo carrega marcas
Meu corpo carrega histórias
Derrotas e vitórias
O prometido e não cumprido
O falado e esquecido...
Corpo grita...
Corpo brada...
Ferido...
Esquecido...
Esculpido...
Não direi que estou devolta,
sempre estive por perto,
sentindo seu cheiro,
observando seu passos,
aumentando meu desejo.
A cada sorriso, a cada trago,
minha vontade eu disfarço,
blefo dizendo não gostar.
Sedutora profissional,
sei que não é por mal,
mas você mata com o olhar.
Balança os cabelos, e denovo,
aumenta meu desejo,
de te puxar e sussurrar,
palavras podres e pervetidas
em seu ouvido,
aumentar sua libido
e te deixar com vontade dar.
É preciso grande esforço para não ser livre, para manter a cabeça abaixada, a boca fechada.
(Randall Becker)
O mundo ainda está cheio de coisas irracionais demais. Aceito todos aqueles que se opõem a essas desigualdades.
(Sinbad)
- O que você acha do fenômeno El Niño?
- É um barato! A música latina está estourando.
(Rhydian Jai e Renee Zellweger)
Pretexto
Inventei uma historinha
Pra poder te encontrar
Uma historinha pra poder te dizer
Que é ao seu lado que eu quero estar
Procurei por toda a parte
Os seus lindos cabelos ruivos
E driblei, sem hesitar
Todos os olhares turvos
Arranjei um pretexto
Pra você me decifrar
Pois eu sou um quebra-cabeça
Bem difícil de montar
Peguei o violão e tentei escrever
Uma canção que pudesse te mostrar
Tudo que eu sempre quis te dizer
E nunca soube expressar
Sua Mente
Posso não ser cartomante
Nem adepto de quiromancia
Mas eu leio a sua mente
Com toques de magia
Te desvendo por inteiro
E descubro os teus segredos
Vejo todos os teus mistérios
Até os maiores medos
Não preciso de bola de cristal
Pra ver o que se passa com você
Eu só olho nos teus olhos
Nem precisa me dizer
Quanto mais você se esconde
Mais eu procuro te achar
Esse amor cruel me invade
E me faz por teu nome clamar
Gritei aos quatro ventos
Sem vergonha de assumir
Eu não sei definir o nome
Do que você me faz sentir
Turbilhão
Hoje eu chorei para as paredes
O meu mundo que desabou
Mas logo enxuguei as lágrimas
Pra não perceberem como estou
Minha vida anda tão dura
E eu tão cansado
Estou até perdendo o sono
E estou meio desligado
Desabafei com as poltronas
Minhas angústias e aflições
Dentro de mim há batalhas
Centenas de insurreições
Um turbilhão de sentimentos
Muito peso só pra mim
Tanto tempo sem sossego
Parece estar longe do fim
