Sera que Serei Feliz

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"A política é um jogo de gato e rato, mas que não varia; o povo nunca será gato."

O universo não pede sentido…
ele apenas acontece,
em silêncio,
expandindo tudo que nunca será completamente entendido.


DeBrunoParaCarla

O que será que falta em mim?


Será que não sou tão bonita
ou não tenho um corpo tão belo?
Será que tenho espinhas demais?
Será que sou fedida?
Será que não sou tão magra como as outras garotas?
Será que falo demais ou sou muito chatinha às vezes?
Talvez o problema não esteja na minha aparência, talvez esteja na minha alma.

Será que o futuro compensa o presente?

"Será que ao amar somos condenados a uma vulnerabilidade
Que nos leva à solidão quando quem se ama
Não pode corresponder ao amor que sentimos.
Seria, neste caso, o amor uma sentença?
Amar sem ser amado, querer por perto alguém
A quem o coração está fechado."


"Incorresponência"
Por Marcio Melo

✝️ A razão e a emoção andam juntas; se forem excluídas as emoções, será como um robô ou uma IA. Porém, a emoção deve ser submissa à razão para não cometer imprudências. 🧠

Observer esse rapaz. Ele ainda será mundialmente famoso, disse Mozart sobre Beethoven.
sfj,caracteres

“O que machuca mais: amar quem nunca será seu ou dividir a vida com quem você não ama?”

"Quem governa as próprias emoções nunca será escravo das circunstâncias."

“Se o mundo fosse cego, será que sobrava algo em você além de pose e vaidade?”

“Corpo perfeito impressiona. Mas se ninguém visse, será que você teria assunto?”

"Investir no que nunca será seu é a matemática mais cara da vida: gasto certo, retorno zero."


Venha, estás maravilhosa,
a noite está enluarada
e fará parte desta nossa ocasião
que será com taças de vinho,
doses de amor, trocas de carinho,
pra nós, terá muito valor,
sabes que aprecio a tua companhia
e sei que também aprecias a minha,
então, vamos aproveitar esta recíproca euforia.

⁠Quando a tolerância for absoluta, a reflexão será banida para evitar ofensas aos tolos.

Se o homem mau é capaz de abusar da própria mãe, o que ele não será capaz de fazer com as mães dos outros?

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠