Sera que Existe Mulher Perfeita

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0338 "Não existe 'Anônimo'. Se há algo que tudo e todos temos é exatamente nome."

0444 "Aquelas certas pessoas deveriam assumir logo o 'limão' que nelas existe... Azedo tentar se passar por doce é inócuo e ridículo!"

1869 📜 "Não importa o que Pensem ou Façam. A Direita Atual insiste em mostrar que existe, mas só Discursa, Sonha e Fracassa o tempo todo. Já a Esquerda ganha Eleição, governa e ri dos Sonhos, dos Discursos e dos Fracassos da Direita. Venham Debater, Venham!"

"Existe uma armadilha cruel em achar que o amor falhou. Quem falhou foi o caráter de quem não soube honrar o que recebeu. A traição diz muito sobre o traidor: sobre a insegurança dele, sobre a falta de integridade e caráter."

Não sofra por buscar a perfeição! Ela não existe para nós. Apenas D'us é perfeito. Ele não espera que sejamos perfeitos, mas que nos esforcemos e nos levantemos sempre que cairmos, como diz a sabedoria. A vida é feita de altos e baixos.


Imagine como seria tedioso um mundo sem desafios? As histórias mais inspiradoras vêm de quem superou imperfeições. Focar no que falta tira a alegria do que já temos. Em vez de ver o que não é perfeito, escolha a gratidão. A felicidade é uma escolha.


Nosso papel não é sermos perfeitos, mas fazermos o nosso melhor, com humildade e coração aberto. Faça justiça, ame a bondade e siga em frente com alegria, mesmo na imperfeição. Seja menos exigente, aceite o fluxo da vida e entregue-se à felicidade que já está ao seu redor. Você é suficiente.

O amor cala, acalma e para a fome do corpo que não existe.
O amor é a última resposta, depois do espelho e da morte.
Ele é o nosso jeito de celebrar o corpo de verdade, o corpo aqui e agora.
Talvez seja a nossa única resposta.

COISAS QUE APRENDI COM A VIDA:

- Que não existe meio termo, ou a pessoa é boa ou não é.
- Que a bondade está relacionada com a maturidade de se doar ao próximo.
- Que o mundo gira e se não semearmos boas sementes a colheita não será próspera.
- Que nada será em vão se fizermos com amor.
- Que a maldade não dura para sempre, um dia tudo vem à tona.
- Que a vida nos ensina com os tropeços e se não aprendermos a superá-los, não conseguiremos sobreviver nesta selva.
- Que ser corajoso é não ter medo de viver
- Que lutar contra as determinações do universo, é lutar em vão.
- Que a felicidade vibra constantemente de dentro para fora.
- Que o tempo é e será um ótimo aliado.
- Que nada será para sempre e tudo tem um prazo de validade, inclusive nós.

O tempo não existe! Mas também não para.

Miramos nossas realizações no fim, mas o regozijo também existe no meio. Ajuste a mira!

Tudo o que existe talvez esteja sendo criado agora. Só Brahman sabe.

A memória não se refere ao passado, pois esse não existe, é uma ilusão. Só podemos nos fiar no momento e na nossa pequena bagagem.

⁠Veja um raio de luz na escuridão.
Existe esperança quando tudo parece perdido.
Siga em frente. Caminhe com fé.
A luz de Cristo irá guiar você.

Mas então existe você
Que não puxa, caminha junto
Não me prende, não me drena
Me ama avançando
— e eu avanço por nós.

Sua voz fica


Quero ouvir a sua voz,
porque nela existe um lugar
onde descanso.
Quando o mundo pesa,
é o som dela que
me lembraquem eu sou.


Eu me sinto mais
próximaquando ouço ela,
como se a distância se
encolhesse em silêncio,
como se cada palavra sua
tocasse onde ninguém mais alcança.


Mesmo quando você
não está aqui, sua voz fica
— eco suave dentro de mim.
E enquanto eu puder ouvi-la,
sei que nunca estarei realmente longe de você.

A Delicadeza do Agora


Existe um instante raro em que tudo silencia,
um lugar secreto entre nós,
onde o sentir é mais forte que a pressa,
e o presente aprende a respirar.


É ali que acontece a delicadeza do agora,
quando o tempo aprende a amar,
despido de urgência, sem cobranças,
apenas ficando.


Nesse espaço invisível, onde o tempo se curva,
os gestos falam mais que promessas,
e cada olhar é uma escolha calma
de permanecer.


Então fazemos uma pausa,
não para fugir do mundo,
mas para existir juntos,
como se o amor fosse exatamente isso.

O maior amor que existe é o de Jesus por nós. Nada escapa ao Seu olhar e nada é grande demais para Suas mãos. Coloque diante d’Ele suas preocupações e permita que Ele conduza sua vida com paz e propósito.

Os apaixonados que acreditam que o Braço Armado do Estado existe para se curvar aos Caprichos dos Insensatos teriam muito mais hombridade se trocassem os Eventos Militares por Bonecas Inanimadas.⁠

⁠Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.


O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.


E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.


Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.


Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.


E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.


No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.


Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.


Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.


Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.


E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.


Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.


Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.


E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.

O mundo e quase tudo que nele existe foi criado pela palavra…
Mas é pela ironia que ele quase sempre subsiste.


Quando a polarização, acompanhando a carruagem, se reinventou, essa corja convenceu parte do povo a se armar a pretexto de segurança para não perceberem que o chicote era a Bíblia mal-intencionada em suas mãos.


Não obstante, essa ironia, demonizaram a mídia só para monopolizar sua atenção.


Hoje elas não têm pauta mais relevante, senão dar palco para o encardido que arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


O diabo é um gênio!⁠

E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?


Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar


ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.