Sera que Existe Mulher Perfeita

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2026 será um Ano de
Ogum 🗡🛡⚔ e Iansã 🌬 ⚡⛈
EITA LASQUEIRA, SÔ!!!
SE PREPAREM!!!


Ogum abre caminhos,
com lâmina afiada,
verdade nua,
ação sem hesitação.


Iansã varre o que apodrece,
com ventos fortes,
tempestade justa,
derruba o que se sustenta na mentira.


Não será ano de covardias,
nem de máscaras confortáveis.
Será tempo de movimento,
ruptura...
coragem em estado bruto.


Quem caminha na retidão, avança.
Quem vive de engodo, cai.
✍©️@MiriamDaCosta


* Um ano de Ogum e Iansã (como o previsto para 2026) é um período de ação intensa, coragem e grandes transformações, com Ogum abrindo caminhos, cortando demandas e impulsionando a luta por objetivos, e Iansã trazendo mudanças rápidas, renovação e ventos de renovação, varrendo o que não serve mais, exigindo decisões fortes e agilidade para avançar, sendo um ano para agir com ética e não ficar parado para colher frutos. *

Poeta algum, mesmo que deposto na guerra da vida, será jamais derrotado pelo mais arguto crítico, pois só um detém a veracidade da Arte e de si próprio.

Ação, disciplina e prudência sempre será o único amuleto.

Difícil mesmo é mudar o outro. Não conte com isso. Mude você e tudo será diferente.

Como você viveu até aqui não deve definir quem você será amanhã. Erga-se! Aprenda a cair sempre para cima, independente de ter sido um fracasso.

⁠Hoje, renovo meu compromisso comigo mesma e com o universo. Decido que cada dia será uma oportunidade para semear a paz, o amor e a gratidão em todos os aspectos da minha vida. Deixo para trás o que não me serve mais e abraço com fé aquilo que realmente importa.

- Edna Andrade

Kamorra não é, nunca foi e nunca será a Camorra Italiana.
A semelhança no nome não cria vínculo, não cria herança e muito menos identidade.

Na Itália, Camorra é crime organizado.
Kamorra não nasce do crime — nasce de princípios.

Kamorra vem do “camorra” do espanhol, termo ligado a conflito, enfrentamento, resistência.
Aqui, o sentido não é desordem gratuita, mas postura firme diante daquilo que precisa ser enfrentado.

No hebraico, a referência é “kamocha” — “como tu”, expressão ligada a identidade, semelhança e responsabilidade diante de Deus.
Kamorra carrega esse peso: saber quem se é, a quem se responde e quais valores se sustenta.

Um termo foi manchado pela corrupção, pelo medo e pela exploração.
O outro se firma em valores, consciência e compromisso com Deus, pátria, família e liberdade.

Confundir Kamorra com máfia é ignorância ou má-fé.
Kamorra não opera nas sombras — opera na consciência.

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

⁠⁠Meu corpo não será velado, se alguém tiver a má intenção de lhe oferecer coroa de flores, pode se render à hombridade de convertê-la em quentinhas para tentar enganar a fome de moradores de rua.

“Imagine que é capaz e será capaz.”
“Imagine que é possível e será possível.”
“Imagine que será incrível e será incrível.”

⁠“Tudo que temos não é nosso. E será herdado por outro por pouco tempo.”

"Chegará o dia, que terei que me curvar perante a um abacaxi, porque, será proibido ofendê-lo dizendo que ele não é um rei."

"Você pode comprar as estrelas, mas nunca será dono delas."

"O amanhã será o mesmo, para àqueles que repetem hoje, o que foi feito ontem.

"O amanhã será diferente, para quem não repetir hoje, o que foi feito ontem."

"Será que Deus se importa com o pecado daqueles que nunca olharam para as estrelas?"