Sera que eu Existo para Alguem

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"Não é porque o sujeito escreve que ele seja Escritor. Ou será que é?"

1531
"O sujeito que entrega jornais necessariamente não é Jornalista. Ou será que é?"

1567
"A exemplo do que foi ontem e do que será amanhã, também hoje é Novo Dia. Por enquanto é... Sou capaz de apostar!"

1753
"Será que, ao final da Caminhada dos Inconformados, o Preso Acusado de GOLPISTA já estará livre, a caminho de Casa? Hum... Precisamos aguardar ou não é necessario?"

0019 "A melhor distância entre dois pontos é, sempre foi e sempre será a linha certa."

0056 "Arrependeu-se, 'Emudeceu-se' e quer voltar a falar comigo? Hum... Será que quero voltar a ouvi-lo(a)? Será?"

0325 "Tenho dito e repetido: "O mundo seria (ou será) muito pior sem mim. Modestia e Humildade, ambas à parte!"

⁠⁠Será que a lua se lembrou do sol,
Ao ver a chuva se atirar no mar,
Enquanto o vento abraçava
Os girassóis,
Sei lá.

Será que o sol gritou pra ela escutar,
Ao ver no horizonte ela partir,
Enquanto ele acordava
Via o luar
Dormir,

Sol e lua, vi vocês daqui.

Quando mais você permitir que sua luz interna brilhe, mas luz será gerada a sua volta! Ilumine-se!

Nada será igual. Tudo se transforma, mas sem arriscar, a coragem não se justifica.

Conexões Silenciosas


Durmo e acordo com você em meus pensamentos. Será que isto é normal? Faço essa pergunta diariamente.


E a resposta vem silenciosa: é claro que é normal. Conexões são assim. Almas se comunicam e se entendem. Por isso, os pensamentos estão sempre alimentados de imagens com pessoas que se comunicam conosco.

Se o que buscas vem de um alinhamento interno, qualquer resultado será bem-sucedido.

O mundo é simples para os que não têm imaginação e para quem a que têm. Qual será a diferença? É que as pessoas que não têm imaginação não fazem perguntas.

Quando o amor vier outra vez,
será que vai bater de mansinho,
ou chegar sem pedir licença,
bagunçando tudo o que eu jurei esquecer?


Quando o amor vier outra vez,
vai reconhecer minhas cicatrizes
ou passar por elas sem medo,
como quem entende o silêncio do meu peito?


Quando o amor vier outra vez,
terei coragem de abrir a porta,
ou vou fingir que não ouvi os passos
com medo de sofrer o mesmo adeus?


Quando o amor vier outra vez,
será para ficar,
ou apenas para me lembrar
que amar ainda dói…
mas vale?

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

Para que se preocupar com o amanhã? O amanhã será hoje.

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.