Sera que ele me Ama

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"Não sei vocês mas, se eu conseguir chegar vivo em 2026, será minha primeira vez. Não sei vocês!"
Texto Meu No.1166 (Ano 2022)


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
CITE A FONTE E O AUTOR

"Tem quem anuncie que Jesus 'está voltando'. Será que, afinal, ele chega junto com a chegada do próximo Ano Novo? Será? Hum!"


Meu Texto 1178
🙄

"Há quem anuncie que Ele 'está voltando'. Será que Ele chega junto com a chegada do próximo Ano? Será?"


Texto Meu 1178
🤔

"Ele 'está voltando', dizem, há séculos. Será que, dessa vez, Ele chega junto com o próximo Ano?"


Texto Meu 1198
🤔

"Depois que o Ano Novo chegar, o Evento mais importante será o quê? O Meu Aniversario ou o Carnaval? Fácil, né?"


TextoMeu 1204
🎂🧁🍰

"O Carnaval vem vindo. Será que, junto - e novamente - vão aparecer aqueles que dizem que Carnaval é coisa do Diabo? Será?"
TextoMeu 1326

"Não entendo mais da metade dos textos que vejo em sites (de textos) na Internet. Será que estou com defeito? Será que o defeito é em Mim?"
TextoMeu 1388

1530
"Não é porque o sujeito escreve que ele seja Escritor. Ou será que é?"

1531
"O sujeito que entrega jornais necessariamente não é Jornalista. Ou será que é?"

1567
"A exemplo do que foi ontem e do que será amanhã, também hoje é Novo Dia. Por enquanto é... Sou capaz de apostar!"

Tudo o que você sonha em alguém eu sou e serei
E você sempre será tão bela e perfeita para mim.

⁠Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.

⁠Você sempre será exigente demais aos olhos dos que se empenham de menos.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

⁠⁠Meu corpo não será velado, se alguém tiver a má intenção de lhe oferecer coroa de flores, pode se render à hombridade de convertê-la em quentinhas para tentar enganar a fome de moradores de rua.

Quem foge da dor nunca será forte. O kamorrista encara o sofrimento de frente, sangra em silêncio e transforma humilhação em poder.

⁠Você pode ter sido 99% correto em toda sua vida, mas será julgado pelos 1% dos erros que cometeu!

Será o nada que devora o homem, ou o homem que se perde no nada que o habita?