Ser Feliz antes de Qualquer coisa

Cerca de 336198 frases e pensamentos: Ser Feliz antes de Qualquer coisa

Depois de me deixar com a alma ferida, pense bem antes de dormir na minha porta com um papelão protegendo-se do frio.

Inserida por BrioneCapri

⁠Algo está errado ,antes correspondências amorosas dependiam de pombos correios, e davam certo, dependiam dos carteiros, e aconteciam, hoje as mensagens são entregue na velocidade da luz, e ninguém da certo.

Inserida por BrioneCapri

⁠Antes de se aproximar, já deixo sobre aviso,sou intenso,não rabisco desejos,nem rascunho vontades.

Inserida por BrioneCapri

⁠O tempo passou,eu ainda sou eu, se sou visto como antes não sei,o coração continua o mesmo inconsequente.

Inserida por BrioneCapri

⁠Se for possível quebre a promessa,o tabu,o silêncio,antes de quebrar a cara ou o coração.

Inserida por BrioneCapri

⁠Se está bebendo sozinho o mesmo vinho,que bebiam juntos antes, antes que seja tarde desligue o celular.

Inserida por BrioneCapri

⁠Antes entrar em certos relacionamentos,é prudente conhecer antes a rota de fuga.

Inserida por BrioneCapri

⁠Antes faça a operação tapa buracos,novos visitantes merecem um bom acesso.

Inserida por BrioneCapri

⁠É prudente saber antes de me picar,quais venenos já transformei em antídoto.

Inserida por BrioneCapri

O coração doeu,meus punhos sagraram,esmurrei as paredes,⁠abrindo janelas onde antes não tinham.

Inserida por BrioneCapri

Vai lá e fala o que sente,
Antes de abrir a boca pra te responder,
tasca um beijo, e reforça o sim que tanto queres ouvir.

Inserida por BrioneCapri

Querer mudar o mundo,
ou os outros,
sem mudar a si antes.
É catastrófico.⁠

Inserida por BrioneCapri

Quem fala,
Você sumiu.
Antes falou que não tinha tempo.⁠
Romantizar isso é burrice.

Inserida por BrioneCapri

⁠Um eu te amo
é catastrófico,
Antes de amar.

Inserida por BrioneCapri

⁠Você
atravessou
outros
desertos
antes,
Lembra?

Inserida por BrioneCapri

As convicções na vida vão mudando proporcionalmente com o passar do tempo.
Antes eu sonhava em TER muito;
Hoje eu sonho em SER muito.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164

Inserida por NaraNubia

O mundo e suas voltas;
Antes ele fazia o giro, mas hoje vejo que pega atalho.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Antes da alheia, observa e cuida de tuas próprias entranhas: elas podem gerar, sem que percebas, "ascos" similares aos que condenaste.

Inserida por Cellyo

Antes de criticar o trabalho alheio, analisemos se conseguimos fazer melhor. Se não, engulamos a nossa própria hipocrisia.

Inserida por Cellyo

O CONHECIMENTO E A SUA SAGA.

A história do conhecimento humano é, antes de tudo, uma história de inquietação interior. Pensar sempre foi um gesto de ruptura com a acomodação psíquica e com a passividade intelectual. Desde a Antiguidade até a modernidade, cada filósofo não apenas formulou uma teoria do conhecimento, mas também ofereceu uma leitura profunda da estrutura psicológica do ser humano diante da verdade.

Sócrates inaugurou essa saga ao afirmar que o primeiro passo do saber é o reconhecimento da ignorância. Quando declara “sei que nada sei”, ele não se rende ao vazio, mas funda uma ética intelectual. Psicologicamente, Sócrates compreende que a mente humana é dominada por ilusões de certeza e por defesas do ego. O método dialógico que emprega não visa humilhar, mas desestruturar falsas convicções, permitindo que o sujeito entre em contato com sua própria insuficiência cognitiva. O conhecimento, aqui, nasce como um processo terapêutico da consciência.

Platão, discípulo direto de Sócrates, eleva essa inquietação ao plano metafísico. Para ele, o mundo sensível não passa de aparência. O conhecimento verdadeiro reside no domínio das ideias. A célebre alegoria da caverna revela uma psicologia da alienação. O ser humano tende a confundir sombras com realidade porque sua mente busca segurança no familiar. Libertar-se exige dor, esforço e conversão interior. Conhecer, em Platão, é recordar, mas também é transformar-se. Trata-se de um movimento ascensional da alma, que abandona o imediato para alcançar o inteligível.

Aristóteles, por sua vez, desloca o eixo do conhecimento para a experiência concreta. Para ele, a mente humana possui potência racional, mas essa potência só se atualiza por meio dos sentidos. Psicologicamente, Aristóteles reconhece a importância da observação sistemática e da categorização. O intelecto não flutua no vazio das ideias, mas organiza aquilo que a experiência oferece. O conhecimento torna-se um processo de síntese entre percepção e razão, em que o sujeito aprende a discernir causas, finalidades e substâncias.

Com René Descartes, a modernidade inaugura uma nova angústia cognitiva. O filósofo parte da dúvida radical como método. Ao afirmar “penso, logo existo”, Descartes revela uma psicologia do recolhimento interior. Diante da incerteza do mundo externo, a mente busca um ponto indubitável em si mesma. O pensamento torna-se o fundamento da existência consciente. O conhecimento passa a ser construído a partir da razão clara e distinta, como resposta à instabilidade das crenças herdadas.

Immanuel Kant realiza uma síntese decisiva ao afirmar que o conhecimento nasce da interação entre sensibilidade e entendimento. Nem a razão pura nem a experiência isolada são suficientes. Psicologicamente, Kant reconhece os limites estruturais da mente humana. Há formas e categorias que organizam a experiência, mas existe um limite intransponível. A chamada coisa em si permanece inacessível. Essa concepção introduz uma ética da humildade intelectual, na qual saber também é reconhecer fronteiras.

John Locke enfatiza a mente como uma tábula rasa. O conhecimento resulta da experiência sensorial e da reflexão sobre essa experiência. Psicologicamente, Locke concebe o sujeito como um ser moldável, profundamente influenciado pelo ambiente. Não há ideias inatas plenamente formadas. O aprendizado é um processo gradual de associação e elaboração, no qual a consciência se constrói a partir do contato com o mundo.

Por fim, David Hume introduz uma postura cética que abala qualquer pretensão de certeza absoluta. Para ele, o que chamamos conhecimento é fruto do hábito e da repetição. Psicologicamente, Hume revela a fragilidade das inferências humanas. A mente cria expectativas de causalidade e permanência, mas essas expectativas não possuem fundamento racional necessário. O sujeito vive apoiado em crenças úteis, não em verdades definitivas.

Essa longa trajetória revela que o conhecimento não é apenas um acúmulo de informações, mas uma aventura interior que envolve razão, sensibilidade, limites e coragem. Conhecer é enfrentar as próprias ilusões, dialogar com a experiência e aceitar que toda certeza é sempre provisória. E é precisamente nessa tensão entre o que sabemos e o que jamais dominaremos por completo que o espírito humano encontra sua mais elevada dignidade intelectual.

Inserida por marcelo_monteiro_4