Ser Capaz de ser Feliz

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"Um dia o fim chega...
Mas, não precisa ser hoje!"
Haredita Angel
22.04.13

"Mulher, ser infinito,
Que a vida faz continuar.
Mulher, escolhida para o amor complementar."
-Haredita
11.08.12

"Quero ser o que realmente sou;
- um ser de luz"
Haredita Angel
21.10.13

"Para entrar em minha vida
há de ser muito forte para permanecer!"
Haredita Angel
13.02.13
.

"Ser amado é um estado infantilizado.
O amar é o que lhe preenche."
Haredita Angel
27.09.13

"Quem dera ser aquela folha vermelha de outono... voar... subir... ver tudo lá de cima, sem me importar com o destino final."
Haredita Angel
23.08.25

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠O problema dos arrogantes é a "síndrome da abelha", querem ser rainhas, mas não passam de meros insetos.

⁠Simplesmente por ser Você, serás evitado e odiado por Todos que são iguais a todos os outros.

Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.

⁠Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!

Não sou contra um Estado nuclearmente armado por ser pauta da esquerda, nem contra o armamento civil por ser pauta da direita. Sou contra o armamento inconsciente, por ser cristão.

Antes de ser sequestrado pela Medonha Polarização, o cabo de guerra era só uma das inúmeras e ingênuas brincadeiras de crianças dos bons e velhos tempos.

Viver um dia de cada vez pode ser a melhor maneira de colorir todos eles.

⁠Quando o ser humano perceber que a bola, ainda que chutada, agarrada, liberada, agredida e até acolhida, tem mais voz que o “livro mais vendido” e 'menos vivido do mundo', não haverá mais brigas nem trapaças no futebol.


Há algo de profundamente humano no destino da bola.


Buscada e tocada de todas as formas, e ainda assim continua rodando, unindo pessoas que, fora do campo, talvez jamais se entenderiam.


A bola não julga quem a toca. Ela gira para todos, sem distinção de credo, cor ou fronteira.


E é justamente nesse movimento, tão simples e tão leve, que mora uma lição que o ser humano parece ter esquecido.


Enquanto o mundo se curva diante do livro mais vendido — e, ironicamente, menos vivido —, a bola segue pregando seu evangelho silencioso: o da partilha, da alegria e da verdade do instante.


No gramado, não há espaço para disfarces; o que se é, se mostra.


A bola não aceita trapaças por muito tempo.


Quem tenta enganá-la, mais cedo ou mais tarde, tropeça no próprio engano.


Talvez, quando o ser humano perceber que a bola fala muito mais alto que muitos púlpitos, que seu giro é mais honesto que muitos discursos e que seu jogo é mais limpo que muitas pregações, o futebol voltará a ser o que sempre foi: um espelho do que temos de melhor.


E então, quem sabe, já não haverá mais brigas nem trapaças — apenas o som puro da bola correndo livre, leve e solta, ensinando em silêncio aquilo que tantos livros gritam sem entender.

Ninguém deveria ser tão magoado a ponto de temer amar novamente.

⁠Ai, credo, deixa de ser duas caras… És linda de dia, maravilhosa de noite!

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.