Ser Capaz de ser Feliz

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Aquele que bate em mulher pode ser tudo, menos um homem de verdade.

No fim, sobrará apenas o vento soprando entre as ruínas do que tentamos ser, levando as cinzas dos nossos poemas e as memórias dos nossos pecados. O mundo seguirá seu curso, o sol nascerá para outros miseráveis, e o meu nome será apenas um sussurro de quem soube ler o abismo.

Sou o adulto que tenta ser o abrigo para o menino que ainda chora em mim, esperando por uma justiça que o tempo não traz.

Busque algo simples que traz satisfação, em tudo que faz, sem o arrependimento de querer ser melhor.

No mundo em que vivo, o padrão de senso comum é ser imbecil perante a falta de compreensão com a verdade.

Falarei que a verdade pode ser mentira e as mentiras podem ser verdade. Isso tudo depende de quem chegou primeiro com mais convicção.

Tudo é questão de tempo para ser modificado, com alguns princípios básicos e com o ego grande.

Verso 1
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Fonte de luz que brilha em meu ser,
Teu amor é o abrigo, a canção,
Que embala a alma, faz renascer.
Teus passos lentos, leves como a brisa,
Cada olhar teu, pura magia,
Teu carinho é a força que avisa,
Que a vida é um ciclo, uma sinfonia.

Refrão
Ela é a rainha do jardim,
Sabedoria que encanta,
Proteção que abraça,
Vida plena que levanta.
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Teu amor é meu lar,
Nos braços da alegria,
Eu quero sempre estar.

Verso 2
Teus cuidados acalmam a tempestade,
Teu riso é o sol que vem iluminar,
Em cada gesto, a eternidade,
Tua essência é o que me faz amar.
E quando o mundo parece escuro,
Teus braços são porto, são paz,
Na dança da vida, és o seguro,
Teu amor é a chama que nunca se faz.

Refrão
Ela é a rainha do jardim,
Sabedoria que encanta,
Proteção que abraça,
Vida plena que levanta.
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Teu amor é meu lar,
Nos braços da alegria,
Eu quero sempre estar.

Ponte
E quando as flores cantam em coro,
Tu és a voz que ecoa no ar,
Teu legado é um eterno tesouro,
Um farol que nos ensina a amar.

Final
Oh, minha xamã, minha xamãe,
Agradeço por estar aqui,
Teu amor é a força que traz,
A vida plena, a alegria em mim.

Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!⁠

⁠Glória pra mim é ter conhecido a bíblia e ainda conseguir ser amigo do autor.

⁠O problema dos arrogantes é a "síndrome da abelha", querem ser rainhas, mas não passam de meros insetos.

⁠Simplesmente por ser Você, serás evitado e odiado por Todos que são iguais a todos os outros.

⁠Ninguém consegue ser mais respeitoso do que aqueles que respeitam até os que não se respeitam.

De repente os Direitos Humanos são necessários, a Saúde Mental importa e a Ciência deixa de ser negada…


Há uma irrisória esperança nisso…


Quando a palavra de Deus deixar de ser usada para se Esconder, Aparecer e se Promover e voltar ao propósito original — acender luzes, não ofuscar e confundir mentes e espíritos descuidados ou mal intencionados — talvez o mundo se reencontre.

⁠Com tantos Vendendo Certezas por aí, suponho que muitos têm medo de tentar ser fortes e descobrirem-se Feitos de Dúvidas.

⁠⁠E se o medo de tentar ser forte para não nos descobrir Feitos de Dúvidas, fomentar a comercialização das certezas por aí?

⁠O manipulador convencido de ser o único inquilino das cabeças dos seus asseclas, pode até lhes mandar buscar o chicote para chicoteá-los.

⁠A mentira repetida só vira verdade por ser uma das moedas que custeiam o aluguel das cabeças desocupadas.


A verdade nunca dói, o que dói é o fato de ela diferir das nossas vontades.


E a mentira não cria raízes por força própria.

Ela precisa de solo fértil: mentes desocupadas, críticas adormecidas e consciências terceirizadas.


Repetida, não se transforma em verdade — apenas em hábito.


E hábito, quando não questionado, passa a ser confundido com realidade.


Há quem alugue a própria cabeça por conforto: pensar cansa, duvidar exige coragem e confrontar narrativas cobra um preço muito alto.


A mentira paga esse aluguel com promessas fáceis, inimigos prontos e explicações que dispensam reflexão.


Em troca, exige apenas silêncio interior e obediência ruidosa.


Mas a verdade nunca foi aceita como moeda corrente.


Ela às vezes pesa demais, incomoda, desalinha certezas e devolve ao indivíduo a responsabilidade de pensar.


Por isso, circula muito menos.


Não porque seja fraca, mas porque recusa ser aceita sem resistência.


No fim, a mentira só prospera onde o pensamento crítico tirou férias ou nem sequer existiu.


E talvez o maior ato de rebeldia hoje seja reocupar a própria mente — expulsar o inquilino confortável da repetição e devolver à verdade o espaço que sempre foi dela.

⁠⁠Reconhecer que precisamos de ajuda pode ser o pontapé que o problema precisa!


Precisar de ajuda não é um atestado de fraqueza; é, quase sempre, o primeiro gesto honesto de coragem.


Há problemas que não pedem força, pedem escuta.


Não exigem resistência, exigem cuidado.


E é justamente nesse ponto — quando o orgulho cansa e o silêncio pesa — que admitir a própria necessidade se torna o pontapé inicial para a mudança.


Durante muito tempo aprendemos a empurrar dores para debaixo do tapete da rotina, como se ignorá-las fosse sinônimo de maturidade.


Mas a saúde mental não aceita adiamentos indefinidos.


O que não é dito vira peso, o que não é cuidado vira ferida, e o que não é tratado acaba gritando de formas que já não controlamos.


O Janeiro Branco nos convida a limpar os excessos acumulados na alma, a revisar pensamentos, emoções e limites.


É um lembrete de que pedir ajuda não diminui ninguém — ao contrário, amplia as chances de seguir inteiro.


Cuidar da saúde mental é um compromisso diário, não um luxo reservado aos que “não aguentam mais”, mas um direito de quem deseja viver com mais lucidez, leveza e dignidade.


Reconhecer que precisamos de ajuda pode, sim, ser o pontapé que o problema precisa.


Porque todo processo de cura começa quando paramos de lutar sozinhos, e aceitamos caminhar acompanhados.

⁠Quase todos querem ser autossuficientes, mas quase ninguém se banca quando a chapa esquenta.


Muitos gostam da ideia de serem autossuficientes.


Ela soa bonita, forte, admirável…


Dá a sensação de controle, de interdependência, de não dever nada a ninguém.


Mas a verdade aparece quando a chapa esquenta.


E ela esquenta!


Sempre esquenta.


Ser autossuficiente não é só pagar as próprias contas ou tomar decisões sozinho quando tudo está calmo.


É sustentar escolhas quando elas custam muito caro.


É bancar o silêncio após o que precisava ser dito.


É segurar as consequências quando não há aplauso, colo ou atalho.


É sobreviver às tempestades.


Mas muita gente confunde autossuficiência com orgulho.


Diz que não precisa de ninguém, mas desmorona quando não recebe a simples validação do outro.


Diz que aguenta, mas terceiriza a culpa quando algo dá errado.


Quer a liberdade das escolhas, mas foge das responsabilidades que vem junto ou depois dela.


Quando a pressão aumenta, quando o conforto acaba, quando não há ninguém para salvar — é aí que se descobre quem realmente se banca.


Porque independência não é ausência de apoio, é presença de coragem.


É saber pedir ajuda sem se abandonar.


É continuar inteiro mesmo tremendo.


No fim, ser autossuficiente não é nunca cair.


É cair, levantar, olhar para o próprio reflexo e dizer: fui eu que escolhi assim — e eu fico.


Fico com o bônus e com o ônus.


Para sermos bons donos do próprio nariz, é preciso ter consciência de que ele também pode sangrar.