Sentir a Natureza

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O que te impede de sentir o amor é o medo de achar que amor é dor.

As pessoas não se importam com sua dor, e sim com a dor que elas vão sentir pela sua dor.

Não resista à dor; permita sentir, para que a dor não resista e desapareça.

O que eu acho ser angústia, na verdade é paz, e a paz que eu evito sentir gera a angústia.

A mente acredita naquilo que quer sentir.

Aceitar a dor para sentir o amor.

Criamos o que queremos sentir na própria mente; são nossas escolhas, pensamos o que queremos, seja positivo ou negativo, assim como podemos nos machucar ou nos curar.

Quanto mais evita sentir o relaxamento, mais esgotado fica o corpo.

A melhor maneira de ficar bem quando se sentir mal é gostar de verdade de estar mal, pois gostando de estar mal, ficou bem.

Nossa mente é quem define o que queremos sentir, a partir das interpretações que fazemos da realidade. Essas interpretações são moldadas pelas referências e experiências que acumulamos ao longo da vida. Assim, os sentimentos, sejam positivos ou negativos, surgem da maneira como vemos as coisas. Quando mudamos a forma de interpretar algo, o sentimento relacionado a isso também muda.

Sentir, pensar e fazer, sem se importar com o que vão achar, pensar ou agir.

Mentalmente, toda ilusão negativa que acredito ter em mim, eu naturalmente vou sentir. Quando acredito que estou triste, eu sinto tristeza; quando acredito estar angustiado, eu sinto angústia; se penso que tenho ódio, vou sentir ódio; se acredito estar vazio, vou sentir esse vazio; e se acho que tenho problemas, vou sentir que eles são reais. Toda ilusão que eu acredito ter dentro de mim, se torna uma realidade que experimento.


Mas eu não preciso acreditar que estou mal, porque, na verdade, eu nunca estou mal. Quando me sinto mal, é porque estou acreditando em alguma ilusão que me faz sentir assim. E para deixar de me sentir mal, basta perceber que a sensação de estar mal é apenas uma crença, uma ilusão. Quando eu reconheço isso, percebo que o mal-estar é algo que criei na minha mente e posso escolher não mais alimentar.


Eu posso perceber que o que acredito ser tristeza, na verdade, é alegria dentro de mim, esperando para ser reconhecida; o que eu vejo como angústia, na verdade, é tranquilidade que eu ainda não percebi; o que penso ser ódio, na verdade, é amor disfarçado, esperando para ser entendido; o que vejo como vazio, na verdade, é paz esperando para se manifestar; e os problemas que acredito ter, na verdade, são simples quando os olho sem a distorção da mente.


Tudo que eu acredito ser ruim é, na verdade, uma crença criada pela minha própria mente. Ao perceber isso, posso começar a olhar para tudo com mais clareza, entendendo que o que sinto é fruto do que escolho acreditar.

No mundo, ninguém está só. Estamos todos no mesmo planeta.


Quando se sentir só, olhe para sua sombra, e ela te dirá que a única pessoa que te abandona é você mesmo, pois até ela está com você.

Mais importante que ouvir "saudades" é sentir a presença.

O sofrimento interno é a paz que não aceita sentir em uma determinada situação; aceitando a paz nessa situação, o sofrimento passa.

Humildade não é se sentir inferior porque alguém sabe mais que você; humildade é saber aprender com alguém, mesmo que esse alguém se sinta superior a você.

Quando minha razão evita sentir o amor que está dentro de mim, no centro do meu peito, o que acontece é que esse sentimento não expresso se transforma em algo negativo, como angústia, vazio, tristeza, ódio, agonia, frustração, entre outros.


Eu não preciso ter medo nem tentar evitar esse amor que está dentro de mim. O que eu realmente preciso fazer é permitir que esse amor flua, me entregar a ele e aceitar esse sentimento puro, vivo, completo e cheio de amor que existe no meu peito. Quando faço isso, permito que o amor preencha meu ser, e assim, ele desfaz as emoções negativas, trazendo mais paz e equilíbrio para minha vida.

Quando se sentir angustiado, permita-se sentir essa angústia. Dê atenção a ela, concentre-se nesse sentimento. Desfoque do mundo externo e, ao invés disso, foque no que está no centro do seu peito. Ouça o que essa sensação tem a dizer. Você perceberá que, muitas vezes, o que falta é um pouco mais de atenção de sua parte para com você mesmo, para com o seu próprio sentimento, para com o seu eu interior.

É normal você não sentir vontade de trabalhar, ainda mais trabalhar pra alguém que te paga mal, ameaça mandar embora, cobra, pressiona, escraviza. Não se culpe por isso. O mundo vive uma escravidão coletiva dominada por podres de ricos, e todos aqueles que não querem ser "escravos" indiretamente desses podres de ricos são taxados de vagabundos e preguiçosos, seja pela mídia, pela cultura, religião, educação, família, amigos e desconhecidos. Porque a maioria tem orgulho em ser escravo, não se culpe de não ser. O mundo tá contaminado pela mentira. Nesse universo imenso, o sentido da sua vida não é ficar obedecendo chefe até os 60 anos, não.

Pesos desnecessários que liberei:

Eu não preciso sentir culpa.
Não me arrependo do que fiz.
Não sou obrigado a seguir o que os outros esperam.
Não sou obrigado a viver como a sociedade quer.
Não preciso agradar a família ou ninguém.
Não sou obrigado a conversar ou a ser algo que não sou.
Não preciso ter mais do que preciso, nem ser rico.
Não sou obrigado a fazer faculdade, ou a trabalhar onde não quero.
Não sou obrigado a casar, a conviver com as mesmas pessoas ou a me apegar a nada.
Não sou obrigado a ficar onde não me sinto bem, ou a esperar o tempo dos outros.
Não sou obrigado a seguir as ordens dos outros, nem a fazer o que não quero.

Eu faço o que eu quiser.
Não faço nada, se não me sinto disposto.
Vivo do meu jeito, no meu tempo.
Escolho com quem estar, e onde ir.
Converso se for para agregar.
Sou o que desejo ser, sem cobranças externas.
Viajo para onde meu coração me leva.
Vivo para mim mesmo, sem precisar de validação.

Não sou egoísta, sou livre. Egoísmo é tentar me fazer viver contra minha vontade.
Quem se magoa com a minha vida, isso não é problema meu, é problema da pessoa.
Eu não carrego pesos, apenas leveza e paz.

Desfaço as crenças que limitam meu ser, liberando espaço para viver de forma mais completa e verdadeira. O que não me serve, eu deixo ir.