Sempre Respondo com um Sorriso
Sejamos luz, sempre luz, deverás sentir-se luz, para espalhar luz, sinta-se luz, semeie luz, cultive luz para colher e receber, a bendita luz.
O menos pra mim é sempre mais..
O simples pra mim é sempre o mais bonito
Não quero poetas e poesias, o teu melhor poema eu não preciso ler... Eu sinto!
O que tu tens por dentro! Essa é sua mais bela poesia.
Lembre-se sempre que, o seu Insha Allah, deve ser acompanhado de muita força de vontade, atitude, bondade e fé!
Sempre que você tiver de partir, que o teu coração em Deus, possa retornar para quem verdadeiramente te ama, como o sol que brilha em cada amanhecer, revelando a ternura de um amor que nunca se perde no tempo, mas se renova em cada reencontro.
Oi, minha filha, hoje eu vi que vc não está muito bem, mas quero que saiba que eu sempre estarei com vc, bom, mas toda vez que vc chora eu estou sempre do seu lado, só que não consegue me ver.
Você vive como se o tempo fosse elástico. Como se amanhã fosse garantido. Como se sempre houvesse uma próxima chance para dizer, fazer, escolher, corrigir. Mas a verdade é mais seca. Você nasce, cresce, às vezes amadurece, às vezes não. Às vezes envelhece, às vezes não chega lá. E mesmo quando chega, não passa disso. O corpo desacelera, a memória falha, o mundo segue sem pedir licença. Não existe estágio secreto depois do envelhecimento onde tudo finalmente se resolve. Existe apenas o que foi feito antes e o que não foi.
Talvez nunca tenha sido depressão…
Sempre pensei que a depressão fosse excesso…
sentir demais, transbordar por dentro.
Mas, outro dia, ouvi que talvez seja o oposto:
a falta.
E, de repente… fez sentido.
Atualmente, todos se veem
como depressivos…
E muitos estão apenas no lugar errado,
entre pessoas que não sabem acolher…
como um peixe fora d’água,
tentando respirar onde não há vida.
E tudo o que querem
é que o afeto que oferecem
um dia retorne.
São almas gentis,
que não se encaixam em um mundo
onde a hipocrisia virou costume.
Porque, às vezes, não é sobre sentir muito —
é sobre sentir o suficiente em um universo
pequeno demais.
Com seres presos em uma caixa
de autossuficiência…
onde não enxergam o próximo.
E, então, se decepcionam…
principalmente quando são
esquecidas, ignoradas, diminuídas.
Mas, lá no fundo —
bem no íntimo —
sabem.
Sabem que são luz.
E talvez doa justamente por isso:
porque sentem quando tentam apagá-las.
Sentem tanto…
que, às vezes, nem conseguem entender
o que se passa dentro de si.
E é nesse silêncio confuso
que nasce o chamado:
aproximar-se de Deus.
Não como fuga —
mas como reencontro.
Porque há um despertar acontecendo,
mesmo que doa, mesmo que pese.
E todo crescimento…
carrega um pouco de sacrifício.
Entre álibis a sempre uma verdade...
E...Entre... a verdade a clareza dos fatos a suposições e declarações para os quais o silêncio responde a maioria das perguntas.
Sendo assim é declarado inocente por falta de provas.
Dimensões
Por Celso Roberto Nadilo
Translúcido caminho sempre jogando em quaisquer beirada...
Fosse a foices dos esquecimento.
Ainda assim seria interessante olhar..
Lembre sempre que as árvores secam, ficam sem vida no outono, porém renascem cheia, de flores e vida, na primavera.
As feridas foram tão frequentes que aprendi a sempre guardar tudo o que sinto, a não falar demais por saber que ninguém vai se importar, a ficar de longe por saber que ninguém vai me notar.
“O mundo nunca foi grande demais — sempre foi pequeno demais para quem nasceu para mudar suas fronteiras.”
“O sal desaparece para dar sabor — talvez por isso as maiores forças da vida quase sempre sejam invisíveis.”
Sempre volto ao início.
Às séries que já sei de cor,
ao filme onde ainda choro,
às mesmas vozes
que nunca aprendi a calar.
Há algo em mim que não solta —
correntes invisíveis
marcando meus pulsos,
puxando devagar
tudo que tento deixar.
Dou um passo à frente,
mas o chão pesa.
Um “e se?” se aloja no peito
como uma pergunta sem resposta,
ecoando mais alto
que qualquer certeza.
Carrego risadas antigas
como quem guarda relíquias,
mas são elas que me quebram:
memórias rasgam por dentro
e levam pedaços meus
sempre que voltam.
Sinto sua falta
mais do que digo.
Sinto medo
mais do que admito.
E desejo o amor
como quem precisa respirar.
“Sinto muito” —
palavras que nunca chegam,
desculpas que se perdem
no silêncio que ficou.
E eu erro de novo,
volto de novo,
revivo de novo —
um ciclo que se fecha
antes mesmo de terminar.
Confundo passado com presente,
visto lembranças como futuro,
e me perco
no que já não existe.
Diziam que a saudade matava.
Mas não —
ela é mais lenta que isso.
É um veneno fraco,
escorrendo pelas horas,
corroendo por dentro
sem pressa de acabar.
O passado já passou,
o veneno já secou —
mas o gosto amargo
ainda mora em mim.
E, mesmo assim,
eu volto.
Minha busca por 'algo maior' nunca foi sobre ter, sempre foi sobre ser. Conheço o preço das minhas decisões e sempre estive disposta a pagar; afinal, nenhum conforto vale o sacrifício da minha evolução pessoal.
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