Sempre

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Sempre que quiserem retirar
o heroísmo da minha história,
ou de quem quer que seja,
Deixo-me iluminar pela chama
do panteão dos heróis,
Para que a glória e a esperança
nada nem ninguém jamais apaguem.


Peço a iluminação e coragem
do espírito de Guglielmo Oberdan,
um valente garibaldino convicto,
o protomártir do Irredentismo;
Para recordar de onde viemos,
pois continua vibrante e mais vivo
do que antes e não será esquecido:
[Que a forca nunca deteve o objetivo].


Com igual espírito do herói ainda jovem,
que com Garibaldi esteve reunido,
Os nossos ancestrais chegaram,
se estabeleceram para [permanecer];
e unidos com amor e entrega
esta Pátria para viver e construir,
Saiba que está para nascer
[quem ousará a História destruir].

Quando as armas sempre se erguem,
a poesia se ergue muito mais acima
de toda a coragem que nem a morte,
com sua brutal censura, extermina.


Poesia não é sobre o que se escreve,
e sim sobre o que se vive e morre
sem medo e sem nenhum limite;
é tudo, menos sobre o que se fere.


É renascer em meio à destruição,
o florescer sobre os túmulos de Gaza
para consolar o coração de quem fica.


É ter a coragem de dizer não à guerra
contra qualquer nação e ao que encerra,
e, por fim, é o que se escreve ou sente.

Guerra dos Sexos: O Conta-Gotas da Destruição


A guerra antes de entrar
sempre precisa cortar
os vínculos afetivos,
e tem por costume nunca
avisar os seus objetivos,
primeiro ela sempre
elege destruir princípios.


Arrebentar a sociedade,
uma sociedade por dentro,
é da guerra — o intrínseco —,
que sempre vem de fora,
para destruir o espírito
e fazer um grande vazio.


A guerra tem por predileção
usar como crueldade tática
o conta-gotas da retórica,
para vir coberta com a vestal
moralizadora e inconteste,
para calar quem a questione.


A guerra dos sexos sempre
cai como uma luva no campo
de batalha das narrativas,
para induzir a destruir
as mentes, os corações
e esvaziar todas as emoções.


[Se você ainda não entendeu
o que está se passando,
passou da hora de ir acordando.]

Sempre que o Rio Itajaí do Norte
corteja a nossa Mata Atlântica,
é ali que me encontro no meio
da Santa Catarina romântica.


Ouço o seu nome nome Hercílio
no murmúrio da nascente
em Papanduva e na foz augusta
do Rio Itajaí-Açu sob o Sol ou a Lua.


Desde que me dou por gente
tenho neste rio o sustento,
e o sentimento pertencente.


Porque sou o Rio Itajaí do Norte,
e ele também me é por sorte,
é um amor sereno que dele só viverei.

Sábado de Aleluia


Eles já foram perdoados
porque não sabem o que fazem,
mas sempre fingem que não.
A memória da cruz vazia
querem forçar que
pela forca seja substituída.


É sábado de Aleluia!


Há quem confira confiança
em guerras movidas por
inimizades imaginárias.
Existe até quem ache
belo e moral cobrar
sobre o esterco taxa.
Não pense que estou
fazendo nenhuma piada.


É sábado de Aleluia!


Embora uns estejam vivos,
mortos estão por dentro
ao interpretar que existe
justificativa o suficiente
para acabar com gente.


É sábado de Aleluia!


Não há mil ressurreições
de Cristo que tragam luz
para quem entenda
que existe aplicação
de pena de morte
em territórios ocupados.
Permanecer entre
os cúmplices e os acovardados
daqui pra frente
não será difícil de prever
o futuro — infelizmente.


E ainda só é sábado de Aleluia!

Nasce ali em Pomerode
e encontra o Itajaí-Açu
sempre em Blumenau,
É o Rio Testo que leva
o nome das cerâmicas
partidas encontradas,
e beija com muito amor
as amorosas matas
trazendo vida abundante
para toda a nossa gente.


O Rio Testo é testemunha
viva da história da gente,
quero honrar cada gota
com gratidão eternamente.


Quanto mais cuidamos
do rio mais ele retribui
com amor infinitamente,
ele merece o melhor fielmente.

Cascata do Salto


Com o espírito amoroso
que caminha por Rodeio,
continua sempre intenso,
Mantendo o coração alegre,
e não tem nenhum segredo.


Segue por São Pedro Novo
cantando as canções
de outrora das Nonnas
relembrando as emoções,
até a Cascata do Salto
no mais quente dos verões.


Eis a poesia de queda d'água
com mil razões e inspirações
concedidas pelas estações,
pertença, amores e paixões,
por morar em muitos corações.


Orgulho de ser você mesmo.

O firmamento do céu de abril
ilumina para demonstrar que
nem sempre é regra ou flâmula
de deterioração o silêncio
mesmo diante do que é grave,
A bondade e a tolerância
não são diferentes de tudo
o que têm os próprios limites.


No final tem mesmo a ver
com o histórico injustificado,
prolongado e sistemático
de hostilidade contínua,
que tem a capacidade
de manter viva a simpatia.


Embora buscando a tentativa
de cavar uma culpa moral,
Onde nem nunca houve
na realidade o porquê
nem nunca foi sequer real.


O distanciamento protetivo
e a dívida moral invertida,
levaram à tona e sem disfarce
para serem publicamente lidos
que entre os interessados
não mais sequer existem idos.


Não aprenderam com o passado,
ignoraram efetivamente o ditado:
"Quem procura acha",
Perdendo a autoridade da queixa,
ao terem desfeito da boa fé alheia.


Florescidas como laelias de outono
a apatia reativa e a erosão da empatia,
fazem parte do ciclo natural,
Principalmente quando a linhagem
arriscou a própria vida,
e em troca a ingratidão e a ofensa
se transformaram de forma sistemática
e ofertaram como banquetes prolongados.

Sentir a brisa do Oeste Catarinense
sempre que cruzar a estrada,
Não esquecer da resiliência
da imigração italiana;
do que Nossa Senhora mostra,
e jamais nos engana.


Enlevar a memória da sobrevivência
do Vale do Contestado,
das lavouras às criações;
Viver de sol a sol com o peito
apaixonado pelo povo,
e festejar com quando
chegar a Festa do Colono.


Sob a benção do Rio do Peixe
lembrar que um dia foi Capinzal,
e se ergueu como Ouro;
Banhar-se nas águas termais
valiosas como um tesouro,
e derreter-se de orgulho.


Agradecer constantemente
por ter chegado, nascido
ou escolhido neste lugar
viver n'amplidão das aves a voar,
que é todo feito de beleza,
para amar, respirar, serenar
e com tranquilidade para morar.

Quando o ódio acampa,
não se esqueça que para tudo
sempre existe esperança.


Deus nos ergue das profundezas
e da condição aberrante
existencial de criatura,
creio n'Ele de maneira profunda.


Repudio existencialmente
a máxima literária que um dia
foi escrita por uma pluma sofrida:


"El corazón humano es un ángel caído".


Mary Shelley, lado a lado,
com a morte teve convívio,
e com ela escreveu o seu destino.

Placa


Recordo uma época
que todo dono de sítio
sempre fazia questão
de mandar fazer
uma placa com dizeres
talhada por algum artesão,
para status ninguém ligava,
saber quando seria a próxima
reunião era o que se desejava.


O que mais importava mesmo
era poder fazer no próximo
final de semana,
no feriado ou no aniversário:
um bom churrasco.


Criançada era criançada,
todo mundo se visitava
sem ter medo de nada,
Se fazia novos amigos sempre
de forma despreocupada,
Os anos passaram,
e não me esqueci de nada.

Línguas ou armas estrangeiras
colocadas contra o meu povo,
da minha parte sempre
encontrarão forte oposição.
Outras Nações jamais
estarão acima da minha Nação.
Espero, da mesma maneira,
que assim seja para você e sua Nação.


Com igual lealdade, ainda que solitária,
tal qual a dos guardiões
das pirâmides do Sudão,
é a que guardo no coração:
ela mantém meus pés e a alma
fincados neste chão
que, sob o Hemisfério Austral,
enlevo em total sagração.
Não sei de onde me lês
nem que terra te chama,
mas desejo a ti a mesma devoção.


Cultivar o nosso amor vivo
em dias solares ou de tormenta,
nas noites de lunação ou escuridão,
é o meu diário voto e querer:
que a poesia se cumpra
e nunca nada me faça esquecer;
para que ninguém nos domine
e nada abale o meu e o teu viver.

"Nunca dê peso as palavras que são ditas, avalie sempre a boca de
onde elas saem."

Quem tem muito a esconder sempre parece que tem muito a dizer.

O início sempre vai justificar o meio e o fim.

Existe sempre uma concorrência, entre o ódio e o amor.

A CONFIANÇA sempre chega primeiro do que o AMOR.

A mulher interesseira recebe sempre mais do que vale.


____Sim_⁠

ELE É IMPLACÁVEL

Se o tempo soubesse
que sou seu amigo
e que conto sempre com ele,
talvez não passasse tão rápido,
nem demorasse.

Se, quando quero algo,
ele corresse apenas para realizar,
e, quando pudesse, estivesse pronto a voltar...

Eu sou amigo do tempo,
mas ele não é meu,
pois está sempre disposto
a me matar.

Se a chuva fosse sempre de verão,
o frio sempre presente no inverno,
e a primavera fosse perfumada
como a mais bela dama...

Se eu pudesse superar o tempo,
sendo forte para não me abalar
e rígido para não permitir o que
não seja bom para mim...

Seria eu escravo do tempo
ou mestre dele?
Seria eu feliz,
ou tudo se tornaria desespero
por tudo que se vai?

Tempo, seja você idêntico,
e eu jamais me curvarei.

Decepção

A decepção vem
Sempre que esperamos
Muito de alguém.

A vida ensina
Que nada nos pertence
Ninguém é de ninguém.

O sofrimento vem
E a vida leva consigo
Momentos de alegria

Por quê
Se o amor esta dentro de nós?
Olha dentro de ti,
Descobrirás.

Quando tudo parece dissipado
Quando tudo negrusco fica
Tu reapareces
Do nada tudo fica.