Sempre

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“Sorte quase sempre caminha ao lado de uma sombra chamada autoconfiança.”

“A lâmpada piscando insiste — como os pensamentos que, mesmo apagados, sempre voltam.”

“O que ninguém acredita nem sempre é impossível — às vezes, só ainda não encontrou forma de existir.”

“O caminho nem sempre clareia de uma vez — mas sempre há luz suficiente para o próximo passo.”

“O futuro nem sempre se revela, mas sempre existe algo à frente que vale a coragem de seguir.”

“Os óculos empoeirados mostram o mundo torto — lembrando que nem sempre vemos com clareza o que está diante de nós.”

Nem tudo depende de nós.
Mas nossas escolhas sempre dizem quem somos.
É nelas que mora o propósito.

​A vida é um constante aprendizado. Por mais que saibamos, sempre há algo a aprender, inclusive coisas antigas, mas de uma forma diferente.

O filho sempre será imagem do pai, mesmo distante.

Alguém te espera sempre por algum motivo.

⁠Às vezes mudar é necessário, viver sempre o mesmo lado nos torna egoísta.

O artista não pinta a natureza só por fora, mas sempre tentou pintar o homem como ele é por dentro.

Recria tua vida, sempre e sempre. Retira do teu caminho as pedras e a plantas espinhosas, transforme em doce os teus problemas e mesmo no insucesso de tuas batalhas, recomeça, na oportunidade de realizar desta vez teus sonhos com inteligência e redobrada vontade.

Robertinho, lá do Léo Canhoto,
dono de uma voz afinada,
está sempre novo,
não desafina por nada...
Gravou com seu parceiro,
sem pensar em dinheiro,
o último julgamento,
que o povo carrega no pensamento...
Enriqueceu o Brasil,
com grande carinho,
cantando canções nota mil,
Parabéns Léo Canhoto e Robertinho!

O ser autista sempre tem muita dificuldade de olhar diretamente nos olhos dos outros, devido a sua super capacidade ótica de leitura essencial de verdadeiras intenções, emoções, e traumas, que cada um carrega dentro de si mesmo que disfarçado. Não se deve obrigar um ser autista, a olhar ou falar com ninguém. Devemos respeitar suas escolhas e afinidades.

Somos vítimas, agentes e respostas responsáveis de mudanças em nossas vidas, sempre. Orientadores e mentores podem nos sugerirem caminhos mas o primeiro passo em direção ao êxito, só pode ser dado, por você.

A boa arte deve ser sempre apolítica, satirizar, denunciar, gritar e criticar mas tudo de forma sutil e inteligente, nunca bater de frente contra nenhum regime e instituição. Na verdade é isto que difere e ressignifica os verdadeiros artistas universais de todos os tempos dos meros manipuladores de tintas, movimentos e idéias artísticas, oportunistas de ocasião.

Eu de forma nenhuma, asseguro que o individuo autista seja sempre superdotado, digo sim que mesmo sendo propriedades mentais distintas em certos casos podem conviver juntas ao mesmo tempo. Existe muitas diferenças entre o hiperfoco do autista com a super dotação do individuo com AH/SD. Os super dotados com AH Altas Habilidades ou SD Superdotação tendem ao ousar cada vez mais fundo em certas áreas do conhecimento que ele dominam com bastante fluidez, profundidade e conhecimentos. Mais do que QI alto, bem elevado, é uma neurodivergência com um funcionamento psíquico intenso, criatividade, alta sensibilidade que ao mesmo tempo as vezes, pela velocidade não administrada causa frustrações.

Em meu céu, a noite sempre é muito iluminada com uma lua cheia, bem clara e feliz. E as estrelinhas, cores de prata, ficam emaranhadas, olhando e piscando umas para as outras em conversinhas estrelares, que ouço bem baixinho mas não sei o que cada uma diz. Sei que todas as estrelinhas tem cinco pontas arredondadas, pois nada espeta e nem arranha, no meu manto celeste. A noite é feita para sonhar, colorir o céu de azul, claro e escuro mas sempre sem verniz.

Sempre alerto para o perigo do diagnóstico precoce, de uma criança com um suposto transtorno do espectro autista TEA, para não se tornar uma "sentença" que apaga toda a subjetividade e por seguinte uma melhor comunicação e uma maior compreensão do comportamento inclusivo. O "isolamento" autista não deve ser visto necessariamente como um déficit social, mas como uma forma particular de gerenciar as fronteiras de suas emoções sensíveis na permissão, contato e retirada. O objetivo, não é forçar o contato do autista para com pessoas a seu meio, mas sim respeitar o ritmo individual de cada pessoa e ampliar cada vez mais as possibilidades de contato, quando cada qual, se sentir seguro.