Sempre

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Fotos e bebidas enganam a todos! Até os infelizes. Mas todos sempre choram sozinhos! Isso é apenas uma forma de se esconder e não querer sentir o que você é!

Como sempre, os instintos primordiais de copulação vêm à tona quando todas circunstâncias são desfavoráveis e favoráveis.
Um retrato da natureza humana, capturando a eterna luta entre a razão e o desejo, a prudência e a paixão.

⁠As pessoas mais felizes são sempre as mais burras, porque elas não pensam muito enquanto outras, que pensam demais, acabam infelizes com os seus pensamentos.

Na ordem das quantidades, há sempre mais do que se pode exprimir, e o infinito é inevitável.

Até as lagostas do Titanic tiveram uma segunda chance. Sempre pode haver reviravolta.

A gratidão abre portas que ninguém fecha e a honra vem junto.Tenha sempre um coração grato que você vai muito mais longe do que imagina .

“Um dia nasce, o outro nem sempre.”

As pessoas que já te decepcionaram sempre encontrarão novas formas de fazê-lo. E isso não é sobre você — é sobre elas.

O orgulho constrói muralhas altas ao redor do coração, mas a humildade sempre encontra portas secretas que conduzem à verdadeira grandeza da alma.

“O ser humano é um enigma em movimento, flutuando sempre entre a esperança do bem e o medo do desconhecido.”
— Os`Cálmi

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna

Sempre gostei de palavras.
Elas dizem muito mais
do que transparecem.
Quando as palavras são unidas
com atitudes, se tornam perfeitas.
Isto é...
Não podem ser jogadas ao vento.
Necessitam de solo fértil.

A tentação sempre existirá, mas, assim como a fome, cabe a você escolher se vai alimentá-la ou não. 11/09/2025

Tive que ir longe para perceber que tudo o que eu mais precisava sempre esteve bem perto

Os sinais que me inspiram são os de hoje e sempre.

⁠Se queres falar do Rio Grande, fale com emoção, pois aqui o povo é vibrante, sempre de cuia na mão, não se engane quem pensou que a enchente deixaria o gaúcho sem tradição.
As águas desceram e foram embora nos deixando viver no rincão.
Aqui nos pampas até o vento assovia avisando que a noite vai ser fria.
A serração esconde o Guaíba, para o sol esquentar no outro dia, passando a casa dos 30gr com o calor que irradia.
Gaúcho que é gaúcho não gosta de solidão, somos todos hospitaleiro adoramos um bom churrasco, carreteiro, um belo de um entreveiro sem falar nas sobremesas, e quem vem de fora tem a certeza das delícias e do padrão.
Aqui tem muita cultura e beleza, muita fartura na mesa, para nós solidariedade é riqueza.
Aqui a gauchada também é moderna, tem prenda que usa vestido, e outra que usa bombacha, pra nós o importante não é a vestimenta e sim o orgulho. Tem Gaúcho que gosta de trova.
Nosso clima estável não é só nossa culpa ele é toda nação, cuidar do meio ambiente virou obrigação, ano passado nos levou muitas vidas, mas se engana quem pensou que a guerra foi vencida, acreditamos no pias e nas gurias o futuro deste Rincão.
Passear nos domingos no Brick da Redenção ou jogar futebol no Marinha não tem comparação.
Terra dos campeões do mundo
Aqui o povo não se mixa por dinheiro até porque não tem um tostão.
Se sairemos desse entrevero, levantaremos as mãos para o céu, agradecendo a Deus pela nossa saúde.
Um viva aos gaúchos de todas as querências desta Cuia chamada Rio Grande do Sul.
Orgulho de ser brasileira e Gaúcho de Coração.

⁠Não perca tempo em discussão com pessoa que acha ter sempre razão, na escola da vida, hora perdida é uma matéria sem recuperação.

"Parabéns nesta data tão linda, e que a Luz de seus olhos seja sempre iluminada como toda a pureza de seu coração"
(Maria Thereza Garcia)

“A Luz sempre brilhou. O que falta não é o 'Ouro', mas abrir os olhos para vê-lo. Você está aberto para a Luz?”

A lei sempre existiu, a jurisprudência posterior apenas reforça o que já é existente.