Sem Sentido

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Se ser estranho é minha marca, que seja também minha força para provocar, buscar sentido e transcender os limites do corpo e do tempo.

“Se mexeu com você,
não foi só som
foi sentido.”

Às vezes tudo parece perdido, sem sentido.
O amanhã se torna sem importância, tudo parece sem cor, uma escuridão por dentro que não deixa enxergar nada de belo.
Até percebermos que não precisa ser tudo colorido, e que podemos colorir somente as coisas que verdadeiramente importam, como um sorriso sincero , um abraço apertado, uma palavra que acalma nossa alma.
São os pequenos gestos que fazem o amanhã ganhar cor...

Afortunado é aquele que não se limita a axiomas suscetíveis de algum sentido, mas, sim, comunga da sublime experiência de perscrutar as verdades universais, mesmo que, inicialmente elas se mostrem incongruentes.

Sem amor nada faz sentido


Me sufoca o ar raro efeito.
Não consigo respirar.
Aqui é frio.
Onde posso me esconder?


O poder do amor soterra,
maltrata o amante,
mata quem é amado.
O que me faz amar, além da morte?


O meu corpo não pensa.
Meu destino é segredo.
No incêndio da mente,
o poder é destrutivo.


Ruas destruídas,
estradas sem saídas,
queimadas por todos os lados.
Falta água.


Nos últimos dias,
tudo se dispersou,
se alinhou
e seguiu.


Vejo o amor despido,
enlouquecido,
nos seus delírios,
se entregando.


Carlos de Campos

Inclusão: escritores têm o poder de falar por aqueles que não têm voz. Nesse sentido, precisamos entender a fala e a escrita enquanto instrumentos de poder. É isso que fazemos. É isso que vamos continuar fazendo.

Estou passando por uma fase que talvez nada mais faça sentido. Creio que morrer não deva ser tão ruim assim, até porque tudo se acaba; as dores, os problemas e principalmente a falta de perspectiva desse futuro sombrio que me cerca...

Se amar é viver
Então qual o sentido de viver sofrendo
Se a felicidade é a alegria de viver
Então porque a tristeza rouba de nós a maior parte da vida
Se viver é sentir paz
então porque vivemos em guerras sangrentas e desumanas
Se a vida é um Dom
Então porque morremos.


Dualidades da vida
Por Marcio Melo

O 'NADA' existencial é quando você ainda não descobriu o SENTIDO DA VIDA, vagando sem Rumo como 'Poeira ao Vento'. Pois não acha 'assento' em Lugar Nenhum.

Se todos os dias fossem iguais a vida não teria sentido.
Os dias são diferentes porque também nós não somos os mesmos todos os dias. Somos o que pensamos, somos o que acreditamos e o quê ousamos sonhar. Somos silêncio e som somos água que o vinho, a luz ou escuridão e tudo depende de como e quando os outros nos veem, mas somos acima de tudo, humanos seres. É na condição de ser "humanos" que cada um oferece aos seus semelhantes exatamente aquilo que tem e faz o melhor possível dentro das condições que possui.

⁠O amor é um sentimento fascinante. Experimentei sua essência uma única vez e, embora tenha sentido algo semelhante depois, percebi que não era o mesmo. Em minha busca pelo verdadeiro amor, descobri que ele se manifesta de diversas formas: podemos amar as pessoas, a natureza, a comida e tudo ao nosso redor. O amor não se limita a um único significado, mas se revela em diferentes expressões e intensidades.

A coroa pesa menos sobre a cabeça que não teme, pois quem compreende o sentido da grandeza caminha leve como o vento e grava marcas que nem o tempo ousa apagar.

A interpretação não apenas revela o objeto, mas cria o próprio sentido da coisa em si.

Não há contradição com a existência do objeto a priori; o que existe é uma expansão do sentido.

O sentido não é descoberto: é instituído no próprio ato interpretativo.

O sentido não é propriedade do objeto, mas efeito da relação.

Todo sentido é um fractal: ampliá-lo é reconhecer a sua forma.

“O sentido da vida não é deixar algo para quando você partir… é viver tão profundamente que nada precise permanecer.”

Se é tirado do mais frágil ser o direito de sequer nascer, jamais faria sentido alguém falar sobre qualquer outro tipo de direito.

Se mal tratamos o ser mais inocente e puro, que é a criança, como se poderia culpá-la por reagir violentamente?!

Onde está a nossa consciência por reclamarmos do mundo que ajudamos a adoecer?!

Ela está encarcerada nas masmorras escuras das doenças Emocionais.

O tédio não é a ausência de sentido, mas a resistência da alma ao silêncio. Quando o mundo para de te entreter e a monotonia se impõe, você não está diante de um muro, mas de um espelho. É no terreno árido do repetitivo que as distrações morrem e a essência floresce.