Seja bem Vinda Amiga
"Em 2026, não espere pelas oportunidades, crie-as! Que este ano seja marcado pela coragem de arriscar e pela satisfação de conquistar. Vamos com tudo para um ano extraordinário!
Que 2026 seja um livro em branco com 365 páginas de oportunidades. Que cada dia traga a chance de recomeçar, de amar mais e de realizar aqueles sonhos que guardamos no coração. Que a luz da prosperidade ilumine seu caminho neste novo ano. Feliz 2026!
Obrigado por caminhar ao meu lado até aqui. Que em 2026 nossa união seja ainda mais forte e que não faltem motivos para nós brindarmos juntos. Feliz Ano Novo, com muito amor e gratidão!"
Tim tim...🥂🍾🎀
#natal2025❤️ #gratidão #família💞
Esperar dos outros é assinar um contrato de frustração.
Não porque o mundo seja cruel, mas porque o ser humano é falho por natureza.
Quem deposita sua paz na atitude alheia já começa o jogo perdendo.
A verdade nua é simples: ninguém deve carregar o peso das nossas expectativas.
Cada um luta com seus próprios fantasmas, suas próprias limitações.
E quando entendemos isso, a liberdade nasce.
Não esperar nada é abrir espaço para tudo.
É viver sem cobranças, sem dívidas emocionais, sem pendências para o amanhã.
É aceitar que a felicidade não está no outro, mas na forma como escolhemos caminhar.
A fórmula é dura, mas justa:
- Zero expectativas.
- Zero cobranças.
- Plenitude no agora.
Quem entende isso não precisa de promessas, não precisa de garantias.
Precisa apenas de coragem para viver sem muletas emocionais.
E nessa matemática brutal, todos podem ser felizes.
Quem espera um amanhã melhor que o hoje certamente aprendeu que o amanhã será melhor que o hoje.
Que a nossa única oração seja de agradecimento.
Que a Saúde, a Paz, a Alegria e a Prosperidade sejam nossos guias neste Novo Ciclo que se inicia.
“Engraçado falar de colheita… Não tendo nem metade do que tenho — seja em experiências, caráter, força ou conquistas.
Pelas bençãos alcançadas plantei bem, e Deus removerá todo o joio que cresceu entre minha seara”
Também é necessário que tenha bom testemunho dos de fora, para que não seja envergonhado nem caia na armadilha do Diabo.
"O corpo começa a morrer dentro da própria mente. 🧠 Caso não seja recíproco com seus próprios sonhos."
Talvez o jeitinho mais charmoso de escapar das insídias da polarização seja instigar os próprios neurônios.
E, quem sabe, instigando-os, consigamos tirar para dançar os apaixonados por ela — sem precisar dançar no mesmo ritmo, pisando em pés ideológicos.
O difícil é provocar alguém a pensar com a própria cabeça quando o aluguel já foi pago pelos discursos prontos, pelas frases feitas, bordões ou slogans.
O conforto das frases feitas é tentador e embala muita mente cansada.
Pensar dá trabalho...
Repetir, nem tanto.
É muito mais fácil vestir um discurso à pronta entrega do que costurar uma ideia.
Mas o exemplo ainda tem o poder de constranger a preguiça mental que a polarização — reinventada — promove.
Talvez o melhor lugar para se Demonizar a dúvida seja o aconchego das Verdades Aveludadas.
É curioso como o ser humano, em nome da paz interior, constrói castelos de certezas com tijolos de incertezas mal resolvidas.
E, uma vez confortavelmente instalado, passa a olhar com desdém para qualquer sopro de dúvida que se atreva a bater à sua porta.
A dúvida, porém, é visita nobre — é ela quem areja as salas abafadas da mente, quem desmancha o mofo dos dogmas e faz circular o ar do pensamento.
Mas o aconchego das verdades aveludadas é macio demais!
E poucos se arriscam a trocar o travesseiro da convicção pela cama fria da reflexão.
Talvez por isso se demonize tanto a dúvida: porque ela incomoda os que aprenderam a amar o próprio engano.
Mas, ai daqueles que o fazem…
Ai daqueles que, embriagados pelo perfume das próprias certezas, caminham pelas estradas espinhosas da arrogância intelectual.
Renunciam à graça de poder se questionar, mas se julgam aptos a questionar o mundo — esquecendo que a mente que não duvida — não floresce — apodrece em Silêncios.
Aprendamos a fugir do aconchego das verdades aveludadas!
Amém!
Talvez a pergunta que se faça seja: o que esperar de uma CPI do Crime Organizado feita pelo Crime Desorganizado?
O espetáculo começa antes do expediente.
Os refletores acendem, os microfones se aquecem e os justiceiros-influencers ajeitam o paletó como quem ajusta o figurino do herói.
O povo, já acostumado à reprise, senta-se diante do mesmo palco e ainda finge surpresa.
Enquanto o Crime Organizado age com método, silêncio e disciplina de quartel, o Crime Desorganizado tropeça nas próprias narrativas, encena virtudes e ainda transforma a nossa indignação em conteúdo patrocinado.
Um se esconde nas sombras; o outro, nelas se promove
Dizem que o desorganizado é menos perigoso — mas o caos, quando ganha crachá e holofote, se torna uma arma mais letal: convence a parte apaixonada do povo de que combate o mal, quando apenas disputa o comando dele.
O resultado é o mesmo: o crime segue impune, apenas muda de palanque.
E o público, anestesiado por discursos reciclados, ainda aplaude a encenação da ética feita por quem a vende em lotes.
No fim, o verdadeiro crime não está nas ruas, mas nas mentes que já se acostumaram com o circo.
Porque o que se investiga, afinal, não é o crime — é o espetáculo do crime.
E o país, cansado, segue acreditando que o palácio difere da cela... apenas porque as grades do poder são douradas.
Talvez acreditar que mais ninguém esteja Ferido — seja só outra forma medonha de Ferir.
Porque a dor, quando não ouvida, vira eco.
E quando presumimos que o mundo está inteiro, deixamos de perceber os cacos que alguém tenta segurar com as próprias mãos.
A verdade é que ninguém sai ileso da travessia — enquanto uns sangram por dentro, outros tentam esconder os cortes com sorrisos.
Estamos quase todos lutando com dores, dificuldades e problemas…
Ainda que diferentes.
Mas ignorar o sofrimento alheio é como esbarrar em uma ferida aberta fingindo ser só o vento.
Empatia não é diagnóstico — é presença.
É a coragem de admitir que talvez o outro também esteja lutando uma guerra que não machuca e apavora somente você.
E que às vezes, só de reconhecer a batalha, já deixamos de ser um potencial inimigo sem perceber.
Se não soubermos enxergar a dor do outro, a nossa também ficará sem testemunha.
E nada fere ainda mais do que sofrer sozinho num mundo que insiste em parecer inteiro.
A vulnerabilidade compartilhada e o reconhecimento mútuo do sofrimento são, talvez, os caminhos mais curtos para nos sentirmos menos frágeis em um mundo tão quebrado.
Em meio a tantas dores, dificuldades e problemas, quem presume não tê-los — ou imagina que o resto do mundo segue ileso — acaba sendo, sem perceber, a parte mais perigosa deles.
Aos que brigaram em defesa de políticos-influencers, talvez ainda seja cedo — cedo demais — para fazer as pazes.
Não porque o rancor seja nobre, mas, porque, ainda não reconhecemos a dimensão do estrago causado pelas paixões emprestadas.
O cheiro medonho de enxofre da polarização já volta a subir, reinventando-se com a mesma esperteza de sempre, à espera de corações inflamáveis, mentes exaustas e sequestráveis.
E no ano que se avizinha, quando o espetáculo reabrir suas cortinas, eles vão precisar muito mais da nossa chama do que da nossa lucidez.
Pois, paixão, quando sequestrada, vira munição nas mãos dos que nunca lutaram realmente por nós.
Talvez defender uma ideia — um posicionamento — sem paixão, seja a arte mais rara e mais corajosa do debate.
Porque, é sim, muito fácil incendiar-se; difícil é manter o fogo no tamanho certo.
É fácil berrar certezas; difícil é defendê-las sem ferir.
Mas há uma escolha ainda muito mais sombria:
Desumanizar quem pensa diferente.
Nada inviabiliza o debate com mais perfeição do que transformar pessoas em inimigos, divergências em crimes e opiniões contrárias em afrontas pessoais.
Quando fazemos isso, deixamos de debater com gente — e passamos a lutar contra caricaturas que nós mesmos pintamos.
No fim, talvez a verdadeira paz não seja aquela feita entre lados irreconciliáveis,
Mas a paz que fazemos conosco:
a de não entregar nossa humanidade ao primeiro que exigir fervor,
a de não perder a lucidez para quem vive de paixões alheias,
a de não permitir que o debate morra pela ausência de coragem
ou pelo excesso de convicções.
Porque não há independência mais urgente e necessária do que a da mente que se recusa a ser incendiada — ou sequestrada e desumanizada — em favor ou desfavor de qualquer bandeira que pintem por aí.
É muito Feno para tão pouco sal...
Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.
Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...
Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.
Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.
Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.
No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.
Talvez a conversão mais urgente e necessária seja parar de usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.
Porque, quando a fé vira biombo, a devoção perde o brilho — e o sagrado perde o silêncio que o protege.
Há os que invocam Deus como quem veste uma fantasia: para parecer maior, mais puro e muito mais certo do que realmente é.
Mas Deus não é disfarce.
Não é medalha para pendurar no peito de quem busca aplausos.
Nem é escudo para fugir de críticas, nem trampolim para saltos de vaidade.
Usar o nome d’Ele como vitrine é profanar o altar que deveria moldar o coração.
E talvez seja por isso que tantas palavras ditas em Seu Santo nome soam tão ocas: porque não nasceram do arrependimento, mas da autopromoção.
A fé verdadeira não chama atenção — chama responsabilidade.
Não ergue palcos — ergue consciência.
Nem vende imagem — transforma caráter.
E O Caminho, a Verdade e a Vida — deve estar muito "Entristecido" com a romantização dos atalhos, das mentiras e das mortes — descaradamente defendida, e até praticada — por inescrupulosos que insistem em usar seu Santo Nome.
Talvez a dor mais silenciosa do Sagrado seja ver Sua mensagem, feita para libertar, transformada em arma para manipular.
Ver mãos que deveriam curar, apontarem dedos.
Vozes que deveriam consolar, retroalimentar discurso de ódio.
Ver corações que deveriam ser moldados pela misericórdia — se tornarem instrumentos de Ambição, Vaidade e Poder.
Enquanto isso,
O Caminho segue ignorado por quem prefere atalhos;
A Verdade, torcida por quem lucra com mentiras;
E a Vida, reduzida por quem abraça a morte — de reputações, de esperanças, de dignidades…
Sequestrar a mente humana não é tão difícil, mas o sagrado não se deixa sequestrar.
O Cristo não vira cúmplice só porque O invocam em vão.
E a fé continua sendo o que sempre foi:
um convite para viver o que se prega,
não um salvo-conduto para quem apenas prega o que não vive.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão execrável quanto a que se apodera da fé religiosa.
Talvez um dos fenômenos globais mais proeminentes — e perigosos — da atualidade seja a reinvenção da velha arte de dividir.
A polarização se atualizou, ganhou verniz tecnológico, novas linguagens e plataformas, só para redescobrir, com atraso, mais do que trágico, o preço da humanidade.
E a lógica do “nós contra eles” nunca foi gratuita.
Para que ela se sustente, é preciso mais do que slogans e inimigos fabricados: exige mentes disponíveis.
Algumas são alugadas por conveniência, outras vendidas por desespero, ambição ou fé cega.
No mercado das manipulações, o contrato é raramente lido, mas quase sempre cobrado.
O aluguel se paga com verdades fabricadas, recortadas e maquiadas até parecerem legítimas.
A compra, essa, exige a medonha moeda corrente: poder, visibilidade, likes, pertencimento, proteção, cargos ou silêncio cúmplice.
E quanto mais cara a consciência, mais sofisticada a narrativa que a embala.
Não é tão difícil sequestrar uma mente humana.
Basta oferecer uma certeza confortável, um culpado conveniente e a ilusão de pertencimento.
Difícil mesmo — quase impossível — é alugar a cabeça da maioria de um povo sem antes comprar algumas.
São essas poucas cabeças vendidas que legitimam o coro, afinam o discurso e tornam a manipulação socialmente aceitável.
Os inquilinos da manipulação certamente não movimentam somente as moedas simbólicas.
Narrativas também têm lastro.
Quando a mentira se sustenta por tempo demais, alguém está financiando sua permanência — seja com dinheiro, seja com influência, seja com o sacrifício deliberado da verdade.
E, no fim, quando tudo parece ruído, polarização e caos espontâneo, resta a constatação mais incômoda: não se trata somente de mentes enganadas.
Trata-se de consciências negociadas.
Porque enquanto alguns alugam suas cabeças por ignorância transitória, outros as vendem com escritura registrada.
E alguém — invariavelmente — está se vendendo.
Há, porém, uma dobra ainda muito mais sutil nesse tecido: muitas verdades fabricadas deixam de ser só mentiras bem contadas para se tornarem verdades funcionais, dependendo de quem as defenda.
Não é o fato que as sustenta, mas o lugar de onde são proclamadas.
Quando a narrativa vem amparada por carisma, poder, fé ou pertencimento, ela dispensa provas.
A autoridade simbólica substitui a realidade, e a repetição apaixonada ocupa o espaço onde antes morava a dúvida.
A mentira, então, não precisa convencer — basta circular.
Mas o mundo apaixonado não percebe isso porque a paixão suspende o pensamento crítico.
Troca-se a pergunta pelo aplauso, a escuta pela defesa, a busca da verdade pela necessidade de vencer.
A verdade deixa de ser algo a ser descoberto para ser algo sob proteção — mesmo quando é frágil, contraditória ou vazia.
Há conforto nessa entrega.
Pensar exige risco.
E pode custar o grupo, a identidade, o rótulo, o abrigo emocional.
A paixão, ao contrário, oferece chão firme, ainda que falso, e a tranquilidade de não precisar rever nada.
Por isso, verdades fabricadas prosperam melhor em tempos de devoção do que em tempos de reflexão.
Elas não exigem coerência, exigem lealdade.
Não mendigam compreensão, mas repetição.
E talvez o mais perturbador não seja que muitos não percebam esse mecanismo — mas que alguns percebam… e ainda assim, escolham permanecer apaixonados, defendendo com fervor aquilo que jamais ousaram examinar.
A polarização é trevosa!
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