Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade

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"A Vida se resume
todosos dias em
um dia, e esse
dia é hoje "

My Devil Talk's


Hoje encarei, frente a frente,
aquilo que um dia me chamou de futuro.


Ele chegou antes de mim.
Inteiro. Limpo. Insubmisso.


O café entre nós não era bebida —
era intervalo,
era a distância exata entre quem eu fui
e o que restou de mim.


Acendi um cigarro.


Ele não suportou.
Não o cheiro —
mas o símbolo.


Disse que eu havia aprendido
a conviver com aquilo que antes me destruiria.
Que eu transformei renúncia em hábito
e cansaço em identidade.


Meus silêncios — segundo ele —
não eram profundos.
Eram covardes.


Minhas palavras,
repetições de um homem
que já se traiu tantas vezes
que começou a chamar isso de adaptação.


Ele não tinha pressa de chegar.
Tinha urgência de não se tornar eu.


E isso…
isso foi o que mais doeu.


Porque ali, diante de mim,
não estava alguém que me admirava —
mas alguém que me reconhecia
e recusava.


Olhou minha vida
como se fosse um território negociado,
cada princípio vendido em parcelas silenciosas.


Perguntei, quase implorando sem voz:
— você volta?


Ele sorriu.


Não foi gentileza.
Foi sentença.


O tipo de sorriso
de quem ainda não foi quebrado
o suficiente para aceitar menos do que é.


Pagou o café —
como quem encerra um ciclo
que eu nunca tive coragem de terminar —
e partiu.


Sem peso.
Sem dúvida.
Sem mim.


Na mesa, ficaram vestígios:
uma coragem que eu abandonei cedo demais,
um sonho que eu dobrei para caber no medo,
e uma pergunta —


crua, implacável, irreversível:


— em que momento você decidiu sobreviver
em vez de ser?


Fiquei.


E pela primeira vez,
não havia distração possível.


Apaguei o cigarro.
Mas o que queimava
não estava entre meus dedos.


E então compreendi —


o silêncio não veio me consolar.


Veio me julgar.

Boa tarde a todos! Feliz dia dos Pais!
🦋🙏🏻Quando nos foi prometido um consolador, foi para ensinar nos a fraternidade. A humanidade necessidade ver o cristo em cada um de nós! A dor nos desperta para a realidade do que somos. Da nossa necessidade de amar ao outro e compreender as várias elevações do seres. O consolador veio para nos auxiliar na alegria de perdoar, amar, viver em coletividade. A tolerância, o perdão, as bênçãos e a ternura, são ações que não devem ser postergados. Deus é tudo. Tudo é Deus. Sejamos luz. Se não pudermos ser a Estrela, sejamos um vagalume. Mas não deixemos de iluminar o caminho daquele que encontra-se perdido. Oremos, auxiliemos e sejamos aquilo que gostaríamos que o outro fosse. Não permitamos o desespero, a tristeza, a dor. Estejamos em paz, amemos com a ternura de mãe e as bênçãos de Deus Pai todo poderoso. Bem aventurado aquele que apesar das dores, consegue amar. Feliz dia dos Pais. 🦋🙏🏻Nina Lee Magalhães 🦋🙏🏻

Bom dia, amor da minha vida. Não tem nada melhor do que acordar e saber que tenho você. A sua presença é a garantia de um dia perfeito, que começa mais bonito e feliz só porque você existe. Te amo! M❤️M

Meu amor Você é meu dia minha
noite minha tarde minha alegria
M❤️M
E o resto é só quem assiste de longe sem entender o milagre que Deus faz TE AMOR ❤️

Espero que você se sinta abraçado pela manhã com esta mensagem de bom dia repleta de carinho que te mando neste momento. Tenha uma excelente manhã!

Bom dia, amorzinho! Espero que você passe o dia inteiro pensando em mim, porque eu estarei pensando em você…ass:sua baixinha 💋 te amo fofo

Bom dia, amor da minha vida. Você sabe que te amo mais do que tudo nesse mundo. Nada se compara à felicidade que é ter você logo nas primeiras horas do dia. O seu abraço me dá as boas-vindas a cada novo amanhecer. O seu beijo me inspira e fortalece. Um ótimo dia para nós que Deus nós abençoe sempre

1º de abril, Dia da Mentira.
Mas a pior mentira não vem dos outros —
é aquela que contamos a nós mesmos quando deixamos de acreditar no nosso potencial.

Foi em uma Quinta-Feira que Judas traiu Jesus. Um dia marcado por silêncio, por decisões nos bastidores… e por um dos momentos mais difíceis da história de Jesus. Um amigo, alguém próximo, o vendeu em segredo por 30 moedas de prata. Mas Jesus já sabia. E mesmo assim, lavou seus pés e continuou o amando.​​​​​​​​​​​​​​​​

Que neste novo dia, o amor de Deus possa alcançar a sua casa e sua família, envolvendo cada canto com paz e esperança. Que a luz divina aqueça os corações, renove as forças e traga serenidade, fazendo florescer fé, união e infinitas bênçãos.

quando a palavra é "procrastinar"
todo dia eu deixo pro outro dia.
até a poesia!

Pois digo que hoje foi um dia difícil, mais não desistirei, porque amanhã a dificuldade passará e das profundezas uma nova história submergirá.

⁠Um dia, pus uns óculos de sol, de lentes muito negras, para não ser conhecido.
Reconheceram-me todos, porque eu só uso óculos de sol, sem marca registada.

Até que chegue o dia
Que minha reserva de amor fique vazia
Com você eu gastaria
Todas as minhas reservas de amar
Sei que esse dia nunca existirá
Pois não importa qual seja o lugar
Minhas reservas se enchem
Ora com seu olhar,
Ora com seu abraçar,
Ora com seu falar,
E isso faz de mim a pessoa mais rica a te amar.
-
Leonardo Procópio
27 de Novembro de 2024

Um belo dia, desses em que a gente abre o Instagram mais por tédio do que por curiosidade, como quem abre a geladeira esperando que um brigadeiro mágico tenha brotado do nada, lá estava ele. Sugerido. Entregue pelo algoritmo como se fosse uma encomenda atrasada do passado. A pessoa que eu mais amei nessa vida, ali, em pixels bem organizados e uma bio que provavelmente nem dizia metade do que um dia eu achei que ele era.


E foi estranho. Não aquele estranho de arrepio ou saudade que aperta o peito, não. Foi um estranho quase burocrático, como reencontrar um conhecido antigo no mercado e perceber que você não tem absolutamente nada para dizer além de um “oi” educado que nem chega a sair. Eu olhei e pensei, com uma calma que teria me assustado anos atrás: eu não o conheço mais. Talvez nunca tenha conhecido.


Porque a verdade, essa senhora inconveniente que chega sem bater, é que a gente ama muito mais a versão que constrói do que a pessoa em si. Eu amei um garoto de 16 anos que despertou em mim um universo inteiro, como se tivesse apertado um botão secreto dentro do meu peito que ninguém antes tinha encontrado. E eu fiquei ali, por muito tempo, vivendo daquele eco, daquela sensação inaugural, como se o primeiro amor fosse um selo de autenticidade na minha história.


Eu queria que ele tivesse crescido ao meu lado. Queria que o tempo tivesse sido gentil o suficiente para nos transformar juntos, como duas xícaras esquecidas no mesmo canto da mesa. Mas a vida não é esse romance organizado que a gente planeja na cabeça. A vida é meio bagunçada, meio irônica, meio debochada. Ela separa com uma naturalidade impressionante aquilo que a gente jura que nasceu para ficar.


E separou.


Só que o mais curioso não foi a separação. Foi o depois.


Depois veio alguém que dizia nunca ter conhecido o amor. E eu, que já tinha um coração com histórico de quedas, cheguei cautelosa, quase com um manual invisível nas mãos. Observando. Testando. Duvidando. Porque amar de novo não é exatamente romântico, é quase um ato de coragem meio inconsequente. É tipo provar uma comida que já te fez passar mal, torcendo para que dessa vez o tempero esteja certo.


Ele era um homem feito, mas com aquele jeitinho de menino que ainda não entendeu algumas coisas básicas da vida. E eu fui, sem perceber, ensinando. Mostrando. Traduzindo sentimentos que às vezes nem eu mesma dominava tão bem assim. E no meio disso tudo, eu me tornei o primeiro amor dele. Olha que ironia bonita. Eu, que carregava um primeiro amor como uma espécie de monumento interno, virei o primeiro amor de alguém.


E eu gostei disso. Não vou mentir. Tem um certo charme em ser o começo de alguém, em ocupar esse lugar inaugural que muda tudo.


Mas não foi fácil. Eu tive medo. Medo de me decepcionar, medo de repetir a história, medo de investir de novo em algo que poderia virar mais uma lembrança guardada numa gaveta meio empoeirada da alma. Só que, diferente da primeira vez, eu não fui no impulso. Eu fui construindo. Lapidando. Questionando. Como quem monta um quebra-cabeça sem a imagem da caixa.


E, aos poucos, fez sentido.


Hoje, tantos anos depois, o amor não é aquele incêndio descontrolado do começo da vida. Ele é mais estável, mais consciente, mais… decidido. A gente se ama com uma escolha diária, quase teimosa. Não é perfeito, longe disso, mas é real. E talvez seja isso que mais importa no fim das contas.


E então, naquele dia, diante da sugestão do Instagram, eu percebi uma coisa simples e libertadora: não fazia mais sentido. Não havia mais curiosidade, nem saudade, nem aquela vontade boba de stalkeada estratégica. Só havia um “X” ali, discreto, quase tímido, esperando para ser clicado.


E eu cliquei.


Sem drama. Sem trilha sonora. Sem discurso interno elaborado. Cliquei como quem fecha uma aba desnecessária no navegador da vida.


Porque, se existe essa ideia bonita de que somos amores de outras vidas tentando nos reencontrar, eu realmente espero que, em algum outro tempo, em alguma outra versão de mim, a gente tenha dado certo. Que a gente tenha se encontrado no momento certo, com a maturidade certa, com a vida menos caótica.


Mas não foi nessa.


E tudo bem.


Porque nessa vida aqui, nessa bagunça organizada que eu aprendi a chamar de lar, eu já tenho o amor que eu quero ter até o fim. Não aquele que me ensinou a sentir pela primeira vez, mas aquele que escolheu ficar quando sentir deixou de ser novidade e virou compromisso.


E olha… entre um amor que marca e um amor que permanece, eu fico com o que fica. Sempre.

Um dia me disseram que o luto era passageiro. E, de fato, ele é: num dia qualquer, ele senta no banco do carona e te acompanha pelo resto da vida, para onde quer que você vá.

Um belo dia, desses comuns que não prometem nada além de um café morno e uma lista de tarefas ignoradas, o Instagram resolveu brincar de cupido aposentado e me sugeriu justamente ele. O primeiro. O inaugural. O responsável por aquele tipo de sentimento que a gente jura que nunca mais vai sobreviver depois que passa. E lá estava… diferente. Tão diferente que me deu uma sensação estranha, como encontrar um lugar da infância e perceber que ele encolheu, ou talvez fui eu que cresci demais.


Eu olhei, respirei, e senti… nada. E isso, minha querida, é quase um espetáculo. Porque houve um tempo em que só de pensar nele, meu coração fazia mais drama que novela das nove. E agora? Silêncio. Um silêncio elegante, quase debochado. Como quem diz: olha só você, sobrevivendo ao que jurava que ia te destruir.


Eu já tinha dito tudo que precisava. Já tinha revirado cada memória como quem procura um brinco perdido no fundo da bolsa e descobre que nem queria tanto assim. Me libertei. E não foi aquele tipo de libertação cinematográfica, com vento no cabelo e trilha sonora épica. Foi mais tipo um “cansei mesmo” dito em voz baixa, enquanto dobrava roupa. E, curiosamente, funcionou melhor.


A maturidade chega meio sem avisar, meio sem pedir licença. Quando você vê, já está entendendo coisas que antes pareciam enigmas escritos em outra língua. Eu entendi que o primeiro amor não é necessariamente o amor certo. Ele é só o primeiro. Um rascunho emocional cheio de intensidade e pouca estrutura. Bonito? Às vezes. Sustentável? Quase nunca.


Depois dele, a vida, que adora um plot twist, me apresentou alguém que nem sabia o que era amar. Um homem com idade de adulto e manual emocional de adolescente. E eu, que já vinha com cicatrizes e uma certa desconfiança profissional, fui com calma. Observei, questionei, testei, quase como quem avalia um investimento de risco. Só que no meio disso tudo, eu fiz algo curioso: ensinei. E, sem perceber, fui ensinando também a mim mesma.


Me tornei o primeiro amor dele. E olha… isso tem um peso bonito. Não é sobre ser a primeira por acaso, é sobre ser a primeira de verdade. Aquela que fica. Aquela que constrói. Aquela que não foge no primeiro tropeço. E, no meio de tanto cuidado, tanto medo de dar errado de novo, deu certo. Assim, meio sem alarde, meio no susto. Deu certo.


Hoje, quando olho para trás, vejo que aquele garoto de 16 anos foi importante, sim. Mas ficou onde deveria ficar: no passado. Não faz mais sentido tentar encaixar alguém antigo numa versão minha que já nem existe mais. E quando o Instagram me mostrou o rosto dele, quase como um teste do universo, eu fiz o que qualquer mulher que já entendeu seu próprio valor faz: cliquei no “X”.


Sem drama. Sem recaída. Sem curiosidade.


Só um gesto simples, mas carregado de significado. Porque algumas histórias não precisam de continuação. Elas já cumpriram o papel delas.


E se existe essa ideia bonita de amores que se encontram em outras vidas, que seja. Quem sabe, em outro tempo, em outra versão de mim, em outro cenário. Mas nesta vida aqui, nessa bagunça linda que eu construí, eu já tenho o amor que escolhi ter até o fim.


E olha… que sorte a minha não ter ficado presa no começo, quando o melhor ainda estava por vir.

Às vezes o dia pesa,
mas o coração encontra um jeito bonito
de continuar batendo.
É no silêncio que a gente descobre
que ainda há beleza em seguir,
mesmo quando tudo parece nublado.
Respira…
Amanhã sempre nasce mais claro.

O Encontro com o Trem Amigo
Certo dia, Leo está muito frustrado porque não consegue parar um tique de piscar os olhos. Ele abraça seu boneco de trem favorito.
Na sua imaginação, o trem ganha vida. Era o Vaporinho, um trem gentil, de apito suave e rodas coloridas.
Vaporinho diz:
“Sabe, Leo… às vezes eu também solto vapor sem avisar ou dou um solavanco nos trilhos. Trens não precisam ser perfeitos para seguir viagem. Eles só precisam continuar.”
Thomas ensina Leo a lidar com a ansiedade”
"O trem amigo mostra a Leo um jeito carinhoso de se acalmar quando o corpo fica agitado."