Se Voce Fosse minha Namorada
Que 2026 me encontre pronta para o que a minha disciplina está construindo.
Minha melhor versão em obra.
E se engana quem pensa que meu foco é beleza/estética — eu treino a minha paz mental, força física, maturidade emocional e preparo o meu terreno pra colher frutos.
O futuro não acontece comigo, ele responde à minha rotina. 💪✨
Eu espero pelo melhor, eu mereço o melhor e não aceito nada que não se alinhe ao meu propósito de vida.
E se 2026 quiser me surpreender… eu tô pronta. 🚀
MINHA MENSAGEM DE NATAL PARA TODOS.
Esta é uma reflexão para todos os tempos, dirigida ao humano que habita em cada um de nós, independentemente de crença, bandeira ou fronteira.
Nesta época em que as luzes se acendem e os presentes são trocados, fica uma pergunta incômoda: Onde é que o sagrado realmente vive?
Muitas vezes, olhamos para o céu em busca de um sinal, ou para os grandes monumentos em busca de uma verdade. Mas a provocação aqui é mais profunda e direta: e se o "Rei", o "Eterno" ou a "Vida" estiverem agora mesmo sentados na sua calçada, tremendo de frio ou escondidos sob os trapos de quem não tem nome?
O Natal celebra um nascimento, mas o que esse texto nos questiona é a nossa capacidade de reconhecer a vida no outro.
A provocação: é fácil amar um conceito. É fácil celebrar uma ideia de bondade. Mas você consegue reconhecer o valor infinito naquele que não tem nada a lhe oferecer? No estrangeiro que não fala sua língua? No doente que a sociedade prefere esquecer?
Portanto, fica o questionamento: nós perguntamos: "Quando foi que te vimos com fome ou sede?". E a resposta é um espelho: vimos todos os dias, mas escolhemos não enxergar. Estávamos ocupados demais celebrando a festa para notar o convidado de honra que batia à porta, que muitas das vezes vinha disfarçado de necessidade.
A verdadeira energia desta época não está no consumo, mas no vínculo. A filosofia aqui é simples, mas avassaladora: não existe o "outro". O que você faz ao menor dos seres, você faz ao próprio universo. O que você nega ao desconhecido, você nega à sua própria humanidade. Neste Natal, que o nosso maior presente seja a coragem de abrir os olhos. Se você quer encontrar o que é sagrado, não olhe para cima. Olhe para o lado. A vida está com fome, com sede e com frio. O que você vai fazer quando cruzar com ela hoje?
Feliz natal a todos!
Moisés Lugli.
As raízes podres que sufocavam minha alma faminta.
Enterrei-os sob o peso da verdade nua, impiedosa,
para que não se repetam em meu novo caminho,
onde cada passo é forjado no fogo da vontade indomável. Não foi fraqueza, mas fúria sagrada que me libertou:
arranquei as correntes com unhas e dentes,
sangrando, mas vivo, respirando o ar puro da redenção.
Os fantasmas do ontem gritam, mas eu os calo
com o rugido de quem escolheu ser inteiro, não sombra. Agora, caminho ereto, olhos fixos no horizonte vivo,
sem arrependimentos falsos, só lições afiadas como lâminas.
Vícios. Cinzas no vento. Erros Escadas para o alto.
Eu sou o autor deste destino, e ele pulsa verdade:
forte, cru, eterno.
Não estou quem sou. Sou de fato. A minha acomodação não pode ser confundida. Não sou resignado nem me olho com resquício de alguma insatisfação.
Minha boca sabe que amordaça... A causa deste silêncio é a timidez. Também sinto que amortalha o corpo inteiro de angústia e pavor da solidão.
Apesar de tudo, este sentimento é contraditório... Quando mais dói, parecendo isuportável, percebo que amortece. Acalma o todo e sempre me faz querer um novo caso,se mais um se acaba.
Com seu conjunto indecifrável de nuances, o mais cultuado entre os sentimentos tem suas armadilhas. Amo e me deixo amar, mas não ignoro que amorfina, mesmo sem encerrar o ciclo da vida.
...Sempre haverá uma amoreira no meio do caminho, apesar da pedra, para reabastecermos o desejo e a esperança do amor perfeito; verdadeiro; eterno... Sem amorragia.
Reconheço as perdas significativas em minha vida, que advêm desta condição de pessoa que não crê em Deus. Uma dessas perdas está na própria literatura. Deus é um nome bonito, encera poesia, enseja belas peças literárias em verso e prosa. Diria que tal nome foi uma das mais felizes invenções do ser humano, como a própria figura do criador supremo, que rege a psique da humanidade e torna possível gerir o mundo, apesar do ódio, da ignorância que depreda e das hecatombes que assolam.
É sempre belo introduzir Deus no que se escreve, decanta e canta. Parece haver um dispositivo nas emoções do homem, que absorve o vocábulo como se aspira um bom perfume. Esse nome desarma espíritos, convence, credibiliza e serve até mesmo para enganar pessoas desavisadas e de boa fé, porque nem tudo é perfeito e abutres são encontráveis em qualquer meio social.
Tenho inveja de quem dá graças a Deus por coisas grandes ou miúdas. Dos que dizem fique ou vá com Deus, Deus lhe pague, acompanhe, seja louvado... Chego a ficar triste, ao constatar que ao invés do clássico e doce Deus lhe abençoe, o Maximo que minha sinceridade permite responder ao “benção, pai”, é o esdrúxulo e lamentável... “çoe”.
Surpreendo-me tantas vezes admirando a beleza cênica dos que, por crerem, revoltam-se contra Deus, tecendo lamentações ricas em sinônimos rebuscados. Esbravejar contra Deus é de um aparato poético surpreendente na fala e na escrita. Quem o faz, por estar profunda e sinceramente magoado com Ele, desnovela um discurso dramático e de conteúdo que eu acharia, uma vez crendo, impossível não tocar o coração divino.
Deve ser muito bom crer em Deus. E deve ser grandioso, exatamente por isso, brigar com ele; bradar ofensas contra o Criador da vida e tudo quanto existe abaixo e acima do firmamento. Um desabafo desta natureza é capaz de resultar o alívio imediato e dar a certeza de que Deus é mesmo pai, por não fazer o mundo ruir nos ombros do filho rebelde, pois entende a fraqueza que o leva a blasfêmia.
Gostaria de me abrir aos motivos que os seguidores de todas as crenças acham para se agarrar ao mito consolador da existência do paraíso, da vida após a morte, a recompensa eterna por todos os percalços, dores e desenganos próprios da vida na terra. Queria encontrar as mesmas justificativas e consolos que o mundo encontra para não perder a ternura em razão dos males da humanidade. Para continuar acreditando na proteção divina e na velha máxima de que o sofrimento engrandece e purifica o ser humano, chegando a ser necessário para nos tornarmos pessoas melhores.
Sou um poeta a quem falta a poesia da fé em Deus. A pureza do medo do Diabo. A fábula da luta mística entre o bem e o mal. Há quem tente me convencer da realidade possível disso tudo, mas pessoas não têm esse poder na minha mente, no meu estado emotivo, na minha visão das coisas. Como não terão esse acesso a eventual cura milagrosa, uma nova abertura do mar vermelho, a reincidência das pragas do Egito nem qualquer outro desempenho do possível Deus, para quebrantar meu espírito.
Admiro e respeito as múltiplas vertentes da fé religiosa. É com carinho que sei do quanto rezam, oram e até fazem pajelanças pela cura de meu corpo e a salvação de minh’ alma, sem que eu precise estar presente. Meu ateísmo não é uma rebeldia, muito menos o vômito inconformado de um filho que desejasse a predileção.
Seja como for, eis uma prosa cheia da Deus. Ainda que nestes termos, mas de fato cheia. Uma bela desculpa de quem queria este ingrediente para compor algo mais doce... mais aveludado..mais poético.
GERAÇÕES
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Minha geração cresceu ouvindo Chico, Bethânia, Tony Tornado, Roberto, "Joões", Caetano, Gil, Jorge Ben, Clara Nunes... lendo Cecília, Bandeira, Ferreira, Drummond, Vinícius, Aghata, Cora, "Veríssimos"...
Minha geração cresceu combatendo, cada um ao seu modo, as ditaduras política, social, familiar... também cresceu aprendendo ofícios desde os dez anos. Assumindo responsabilidades aos quatorze. Quem queria estudar, precisava querer muito, e quando conseguia, tinha o respeito e as oportunidades que os formados de hoje não têm. Naqueles tempos, ter o "científico", análogo ao contemporâneo ensino médio, valia muito mais, tanto em conhecimento quanto em valia, do que ter o atual e defasado curso superior.
Minha geração cresceu sabendo que seria mantida pelos pais até o início de sua juventude, quando os pais é que passariam a ser mantidos por ela. Cresceu sem a proteção do termo adolescência, da lei contra o bullyng, cujo termo também não existia, e das leis contra os preconceitos e pelos direitos humanos.
Minha geração cresceu sob o peso dos erros da geração anterior... dos extremos que a fizeram sofrer muito, suar e se auto exigir, para sobreviver... mas acho que foi por isso que minha geração cresceu... porque não tinha como não crescer... era crescer ou morrer, oprimida por um sistema que não dava outra saída.
Mas a minha geração, pelas lembranças de nosso tempo, comete outros erros com a geração atual... outros extremos, como dar liberdade além do sensato, não exigir nenhuma responsabilidade, criar na barra-da-saia, oferecer o máximo sem exigir o mínimo... mimar, dizer todos os sins e ceder às chantagens emocionais de uma geração preguiçosa para fazer o certo e pensar nas gerações futuras, que pelo visto, serão ainda mais propensas a não crescer. Com todos os erros de uma geração que pelo menos teve o desejo de acertar, minha geração cresceu... cresceu crescendo... cresceu enquanto crescia.
Minha sabedoria, coragem e determinação me guiam em todas as questões jurídicas; a justiça me acompanha, a verdade se revela a meu favor, e cada desafio se transforma em vitória porque eu já sou uma vitória.
Minha sabedoria, coragem e determinação me guiam em todas as questões jurídicas; a justiça me acompanha, meu coração é plenitude.
Minha bela.
Ela não procura competir com ninguém, mas gosta de competir consigo mesma…
Não gosta de tentar superar ninguém assim melhora sua essência .
Ela tem luz própria e seu brilho não se confunde nem se compara.
Ela tem a humildade de reconhecer seus defeitos e busca aprende com eles para não cometer mesmos erros.
Ela sabe que quando abre seu coração para viver a vida, a vida também se abre para ela.
E por isso que ela é tão apaixonada pela vida quanto a vida e apaixonada por ela.
Ela sorri das brincadeiras mais inocentes como se fosse uma criança que encontra a felicidade em qualquer detalhe que passe despercebido pelos olhos que só enxergam maldade.
Ela tem a complexidade das borboletas, a beleza do arco-íris e a doçura de um flor.
Ela encanta os que estão a sua volta com a beleza da sua alma, emudece a todos com o encanto do seu sorriso.
Ela não cabe nos versos, ela e o próprio paraíso.
Aldicley
Respeitando os meus processos,
respeitando a minha história,
respeitando os meu limites,
respeitando o meu tempo,
respeitanto o meu espaço,
Em 2026 me deverei ao respeito de me respeitar mais.
Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.
Despedida, por que me persegues?
Despedida, minha alma grita para te manter longe de mim.
Despedida, eu não quero te ter para mim.
Despedida, vai embora e leva o que me faz mal para ti.
Pode ser uma visão egoísta minha, mas é a forma que eu lido com os meus sentimentos e dilemas durante a minha vida. O sofrimento não é algo tão ruim assim, vivemos apenas uma vez, somente uma chance, não é comum que tenhamos uma vida 100% de felicidade e alegrias, mas tudo bem também, quero viver todas as minhas experiências quanto vivo, o gosto doce e amargo, o dia ensolarado e a noite chuvosa... Eu só tenho uma chance, e enquanto vivo quero continuar saboreando de tudo isso!
Meio que feliz
Eu amo escrever
e derramar minha alma
em tudo que sei e tudo que sinto,
mas a necessidade diminui
quando as peças se encaixam
quando o dia termina
e o mundo simplesmente funciona
e eu sou tão grato, sem um fardo para escrever.
Porque eu estou contente com
alguma aparência de felicidade
com a paz que encontrei
em deixá-la ir,
deixando o passado no passado,
deixando os outros se controlarem,
deixando as coisas funcionarem,
deixando as coisas caírem pelas rachaduras,
deixando o espaço tomar seu tempo,
deixando os momentos passarem,
deixando o mundo girar
deixando as ondas rolarem
deixando as nuvens flutuarem
deixando a chuva cair,
deixando o sol brilhar,
deixando-me ser eu mesmo
em todas as minhas glórias
e todos os meus fracassos
Era hora de ser diferente
de todo aquela tristeza
e ainda estou tentando encontrar o
que mudou em mim
para mudar minha vida
e agora eu sei que é um lindo dia
para falar sobre coisas bonitas
através das palavras que eu crio
neste lindo sentimento
que eu chamo de meu próprio poema
é hora de eu escrever um
que tem um pouco de edificante
para me lembrar de mantê-lo apenas por hoje
com promessa para amanhã.
-Raio de Sol
Aqui e lá
Era início de noite na praia em que eu sempre passeava com minha esposa.
Praticamente calados, muito pouco conversávamos. Tínhamos bons empregos, carros, apartamentos, enfim, uma excelente condição financeira. Porém algo estava faltando. Eu caminhava com ela todos os fins de tarde, naquela mesma praia, e observava um casal que parecia ter pouco mais de 60 primaveras. Pareciam duas crianças brincando com a areia, abraçados, contando as ondas do mar, admirando as estrelas em meio aos abraços, cafunés e beijinhos que pareciam roubados ao seguirem sorrisos indescritíveis. Todos os dias eles ali estavam, sorrindo, cantando, festejando uma alegria que eu não conseguia explicar, visto que viviam em condições não muito favoráveis de se viver. Eram extremamente humildes. Moravam em um quartinho que fizeram de casa, com sala, cozinha e banheiro em poucos metros quadrados. Nunca soube se tiveram filhos e se estes deram-lhe netos. Mas eram tão felizes...
Não aguentando-me de curiosidade, certo dia ao andar por essa mesma praia, questionei-o:
- Sr., por favor, poderia responder-me a uma pergunta?
- Claro, meu jovem. Se estiver ao meu alcance, o farei com todo prazer.
Enquanto eu olhava para a senhora dele sentada na areia de frente para o mar, fiz a pergunta que angustiava-me há algum tempo:
- Olha, eu tenho carros, apartamentos, ótimo emprego, uma mulher linda, mas sinto que falta algo em minha vida. O que está faltando eu só consigo encontrar ao ver seu relacionamento com sua senhora. Qual é o segredo de tanta alegria e entusiasmo após décadas de relacionamento?
-Meu jovem, o segredo está em valorizar as coisas mais simples da vida. Um sorriso, uma palavra, um gesto. A partir do momento que tornamos isso mais importante do que tudo que o dinheiro pode comprar, passamos a ter aquilo que nenhuma quantia poderá pagar, que é o mais importante da vida. E isso, jovem, é o que realmente levamos daqui. Tivemos 6 filhos e com todas as dificuldades em nosso caminho, estão todos formados e trabalhando. Já temos alguns netos e sou muito grato a Deus por tudo! Passamos por muitos momentos difíceis, mas com fé e amor superamos tudo!
Ao virar o rosto para falar com este Sr., ele não encontrava-se mais ali. Nessa mesma hora, chegou minha esposa para contar-me do falecimento destes dois senhores, em sua humilde moradia, há algumas horas.
Faleceram abraçados, como não poderia deixar de ser, pouco antes de meu questionamento a ele.
Surpreso, apenas olhei para o local onde eles costumavam ficar, sentados, admirando um ao outro como dois eternos jovens amantes. Na areia havia um coração em que dentro dele estava escrito: "aqui e lá sempre vou te amar".
Assim que o mar apagou os dizeres, lá estavam eles, sumindo lentamente ao caminhar em direção ao lá com o mesmo amor, carinho, respeito e simplicidade que tiveram aqui.
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