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Se Vi longe e Pq me Apoiei em Ombros de Gigantes

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Carreguei mundos sobre os ombros, dores e batalhas no peito, mas hoje sigo com a leveza de quem já sabe exatamente aonde quer chegar.




Marcilene Dumont

Hoje, 20 de novembro,
um sopro antigo atravessa o tempo
e repousa suave sobre nossos ombros.
É a voz dos que vieram antes,
dos que caminharam descalços na terra quente,
dos que levantaram o rosto mesmo sob o açoite,
dos que sonharam liberdade
quando o mundo lhes negava o sol.

Hoje, estou em harmonia
e nada pode perturbar minha paz.
Porque carrego comigo a força
de cada ancestral que resistiu,
de cada mão que plantou futuro,
de cada corpo que, mesmo ferido,
dançou para não esquecer quem era.

No silêncio desta manhã,
sinto a pulsação dos que transformaram dor em trilha,
dos povos pretos e originários
que semearam coragem para que hoje
possamos respirar livres,
sem grilhões, sem sombras de chicote,
com a dignidade alinhada ao peito.

E nessa paz que me envolve,
eu celebro a memória e a vitória,
honro o passado que me sustenta
e caminho firme, sabendo que sou fruto
de uma história indestrutível.

Hoje, estou em harmonia,
e nada, nada mesmo,
pode perturbar minha paz.

MUSA

Seus cabelos são cascata,
Nos ombros de pura alvura.
És minha paixão abstrata,
Coroada de brandura!

Nessa ilusão cinzelada,
A sua rara candura,
Dessa musa cintilada,
Em infinda formosura

Oh deusa da minha vida!
Nos lábios, rubra cor.
És a doce prometida,
Que aliança o meu amor.
Hei de admirar-te despida,
Sendo o seu servo e senhor!

Talvez seja o sentimento de culpa o que mais pese sobre os ombros de todos aqueles que não conseguem se ver com olhos de amor.
Não que você tenha culpa. Não que eu tenha culpa.
É que as pessoas vão dizendo que a gente errou, errou, errou, e nem sempre foi assim.
O primeiro amor que você deve ter é o amor por você mesmo.
Se você mudar o olhar, se sair de dentro e olhar para si de longe, vai se apaixonar, com certeza, pelo ser humano que você é.
Se, por acaso, você não se apaixonar, se sentir vergonha daquilo que está sendo no mundo, está na hora de repensar.
E, quem sabe, ainda dê tempo de ser melhor.


Nildinha Freitas.

O peso demasiado castiga ombros já marcados pelo cansaço; o corpo não suporta tamanha intensidade quando a juventude já não está presente.

⁠A cicatriz está visível na face de quem abraça as dores do mundo nos ombros cansados.

⁠Em parte o mundo luta, em parte o mundo acolhe, o peso do mundo está nos ombros de quem o carrega o mundo.

A eu gosto muito de você linda mulher do seu jeito,
mesmo quando o mundo pesa nos seus ombros
e a vida arranha a tua pele com unhas de tempestade.


Gosto de você mulher encantadora quando se perde,
quando explode em silêncio,
quando responde com dureza
porque o coração está cansado demais para ser gentil.


Eu gosto de você assim mulher ardente —
forte, imperfeito, cheio de cicatrizes.
Gosto do amor que você carrega,
mesmo quando parece áspero,
mesmo quando chega quebrado.


Há ela é uma doçura feroz em você,
um tipo de amor que não se curva,
que enfrenta, que morde a dor e continua.


E eu fico.
Fico feliz por conhecer você, porque sei que por trás da tua fúria
existe um abraço quente que o tempo não apaga.
Fico porque teu amor, mesmo bruto,
tem a delicadeza que a vida não ensinou a ninguém.


Eu gosto de você deusa do amor —
simples, real, verdadeira —
até nas horas difíceis
em que amar você parece guerra…
e ainda assim é o lugar mais doce onde posso estar.

⁠O apego a mágoas e raivas do passado gera um peso nos ombros que, certamente, impede a prosperidade em todas as áreas da vida.

Deus!?
Fortalece meus ombros e tonifica minha estrutura.


LucianaMorais

❝ ...Seus ombros, antes tensos com o peso do dever, Encontram na penumbra da noite a doce permissão. É tempo de soltar o controle, de simplesmente ser, De descansar o corpo e acalmar o coração.⁠
A noite não é fuga, é o acolhimento merecido, Onde cada erro do dia se transforma em lição. Esvazia-se a taça da culpa, o pranto contido, Dando lugar ao alívio de mais uma jornada, em gratidão...❞


------------- Eliana Angel Wolf

“O brilho do sol sobre meus ombros,
em meus olhos, traz um sentimento de vida e felicidade.
Na água, ele parece tão adorável,
e sempre me faz tão bem.


Se eu tivesse um dia que pudesse dar a você,
eu te daria um dia como hoje.


Se eu tivesse uma canção para cantar a você,
eu cantaria para que se sentisse assim.


Se eu tivesse uma história para te contar,
contaria uma história que te fizesse sorrir
e te trouxesse uma doce sensação de felicidade.


Se eu tivesse um desejo para te conceder,
eu desejaria que o sol brilhasse o tempo inteiro,
irradiando em você alegria e vida.


Ah, se eu pudesse…
se eu pudesse.”

Há dias em que o peso do mundo parece repousar sobre os nossos ombros. Nesses momentos de escuridão e desânimo, quando cada passo parece exigir uma força sobre-humana, é a sua coragem que se destaca. Ela não é um grito, mas um sussurro constante que se recusa a ser silenciado.
Sua resiliência atua como um farol, uma luz que brilha intensamente o suficiente para penetrar a névoa da dificuldade. Ela ilumina não apenas o próximo passo, mas todo o caminho à frente, lembrando-nos que o cansaço é temporário, mas o espírito é indomável.
Em um mundo que muitas vezes tenta nos diminuir, essa luz interior é a prova viva da nossa capacidade de superação. Por mais que tudo pareça pesado, sua coragem ilumina o caminho, mostrando que a força para seguir em frente já reside em você.

Você não pode carregar nos ombros quem não quer subir.O seu papel, como pessoa que já percorreu esse caminho, é oferecer o toque inicial. A decisão de absorvê-lo e agir sobre ele pertence exclusivamente ao outro.

"Meus heróis levavam enxadas nos ombros e calos nas mãos."

Amor da minha vida,
Meu grande amor, minha razão.
Se o mundo pesa nos teus ombros,
Descansa no meu coração.


Deixa que os problemas
Vivam os próprios problemas.
Nós não nascemos pra carregar
O peso de todos os dilemas.


Vamos viver nossas vidas,
Sem medo do amanhã.
Que o barulho lá fora se perca,
E aqui dentro só fique a paz que emana.


Por mais que eu te amo,
Eu desejo, eu te quero.
Mas se a dor virar rotina,
O amor adoece em silêncio sincero.


Os problemas vão nos matar aos poucos
Se a gente deixar crescer.
Então segura minha mão firme,
Escolhe lutar, não sofrer.


Se for pra chorar, que seja junto.
Se for pra vencer, que seja nós dois.
Porque amor que enfrenta o mundo
Não morre… se fortalece depois.


Deixam que sigam rio a baixo
Os conflitos
Os dilemas
Os problemas.

Hoje acordei com o sol batendo nos meus ombros e, por um instante, a sensação de calor me fez sorrir sozinho. Senti aquela felicidade simples e desarmada que, honestamente, eu só costumava sentir quando era criança — ou agora, quando estou com você.
Sabe, se eu tivesse o poder de embrulhar um dia e te dar de presente, seria um dia exatamente como o de hoje. Um dia onde o céu não tem pressa e a luz faz tudo parecer mais bonito, desde o reflexo na água até o brilho nos seus olhos (mesmo que esse brilho às vezes nos faça lacrimejar um pouco pela intensidade).
Se eu pudesse te contar uma história agora, ela seria curta, sem grandes dramas, mas com um final que te faria sorrir daquele jeito que só você sabe. E se eu tivesse direito a apenas um desejo para a sua vida, eu pediria que o sol brilhasse sobre você o tempo todo. Não só o sol do céu, mas esse calor que você traz para os meus dias e que eu espero conseguir retribuir à altura.
Obrigado por me fazer sentir tão bem quase o tempo todo — e, nos dias em que não sinto, é só lembrar de você que o tempo abre.

Há mulheres que carregam o mundo nos ombros e ainda assim, ajeitam o cabelo antes de sair para luta de mais um dia. Porque aprenderam cedo, que desabar não é opção. Guardam no bolso: As contas, os medos, os sonhos adiados. E mesmo quando o peito pesa, respiram fundo. Como quem reorganiza o caos por dentro, antes de abrir a porta.

A Maldição de Sariel

por Sariel Oliveira





Carrego nos ombros uma herança invisível,

não deixada por sangue ou nome,

mas costurada nas costelas pelo próprio destino.





Minha maldição não é feita de má sorte,

mas de olhos que veem fundo demais,

de um coração que sangra por feridas que não são minhas.





Sou condenado a sentir o que os outros escondem,

a ouvir o silêncio que grita no peito alheio.

E, mesmo sabendo que isso me arrasta,

continuo — como se minha alma

fosse feita para ser farol em noites que não acabam.





Porque minha maldição é também minha sentença:

viver intensamente

num mundo que teme quem não sabe se calar.

Não era falta de amor próprio. Era a história pesando nos ombros.
Disseram que o problema estava nelas, mas nunca falaram das portas fechadas, dos corpos controlados, do medo herdado das que foram silenciadas antes. O sistema mudou o discurso, não a intenção: afastar, culpar, punir.
Quando o amparo falha, a violência aparece, e depois perguntam por que ela não saiu.
O feminismo nasce desse cansaço antigo, não como moda, mas como sobrevivência.
Enquanto tentarem calar as mulheres, cada voz erguida seguirá sendo resistência.