Se quer ser Amado Ame
ESTILO
Cada um tem o seu estilo
Cada um tem a sua missão
Mas o importante é ser verdadeiro
E ter amor no coração
Força na alma
Sonhos na bagagem
Luta constante
Ser de fases
Guerreira na essência
Brilhante na vida
Forte como rocha
Sua luz é bem vinda
Iluminada como a lua
Ela é toda magnitude
Abençoada por Deus
E cheia de virtude
Como flor,
Com sua beleza e esplendor
Passa por vento e chuva
Mas sempre está na lida
Tem mistério
Tem beleza
És sentimento por natureza
Por toda parte, tuas sementes...
MULHER
Eu escolhi a mim...
escolhi ser eu...
escolhi minha alma intensa
e toda a imensidão
que habita aqui!
Eu tive que amadurecer,
para que a minha mente
e o meu sentir
não exaurisse o meu ser...
para que também
não tivesse que
me abater com as coisas
que não consigo entender.
Hoje, sigo com muito mais fé
e sabendo que DEUS
vai me acompanhando...
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
Tem trave que insiste em ser cisco. Tem homem que se diz isto e aquilo, mas meu bem, não me vem com esse monte de mentiras, que tenho armadura contra máscaras.
As páginas sobre a mesa estremeceram como se esperassem ser escritas por mãos que ainda não tinham chegado, ou por vozes que não se sabiam mãos.
Bom dia!
Que este dia seja abençoado e repleto de amor, paz e alegria. Que possamos ser instrumentos da Sua bondade, levando amor e compaixão a todos ao nosso redor. Que a gratidão por este novo dia transborde em nossas ações e palavras, fazendo da nossa jornada um reflexo do Seu amor...
- Edna Andrade
A sua máscara de sanidade pode ser facilmente destruída quando colocada contra a percepção, só não confunda isso com ignorância.
Já parou para pensar
que o que tu chamas
felicidade,
pode ser passageiro?
Então, aproveite
o momento e tente prolongar
o que te faz bem!
Afinal, nem tudo
será eterno!
Lembre-se
que tudo é mutável,
portanto,
aproveite todos os momentos,
porque um dia
tudo poderá ser diferente,
e não haverá tempo
de recuperar
o que se perdeu,
o que ficou,
o que não se aproveitou...
A vida é como maré...
um eterno movimento
de vem e vai!
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