Se Importar com Alguém
Estou muito satisfeita comigo pra me importar com o que os outros vão dizer. A regra é: Me amar primeiro, e pensar no resto se der tempo.
Procuro não me importar com os espinhos da rosa, mas aproveito bastante de sua beleza que me é dado de graça!
Ultimamente eu tenho me afastado de algumas pessoas por simples comodismo. Cansei de me importar tanto, ligar tanto, procurar tanto. Se há uma coisa que eu aprendi na vida é que quando a gente se importa demais, liga demais, procura demais, não tarda e a gente acaba sobrando. A partir de hoje, eu vou fazer a linha “não tô nem aí”. Quando perceberem que eu não sou mais o mesmo e que eu saí de cena, talvez me procurem, talvez se importem, talvez me liguem.
Ser imitador de Cristo é fazer parte de Seu amor sacrificial, doador.
É deixar o 'eu' e se importar com o 'nós'.
É abandonar o 'para mim' e focar no 'para Ele'.
Você não pode se importar com o que você escreve.
Você não pode se importar com o que você escreve.
Você não pode se importar com o que você escreve.
Você não pode se importar, apenas escreva.
Para onde quer que eu siga,
sem importar a direção do vento,
meus passos sempre me conduzem
até onde você esteja.
Às vezes me encontro em mar aberto,
à deriva no oceano da minha consciência.
Em outras, sou náufrago em ilha deserta,
rodeado apenas pela maré da saudade.
Mas em nenhuma dessas terras
eu repouso ao seu lado.
Como se o destino, em jogo cruel,
nos afastasse em planos diferentes.
E ainda que eu não creia em destino,
parece que jamais
o universo conspirará
para que sejamos um só horizonte.
Importar-se é mais que sentir ,
é escolher permanecer.
Eu me importo, sim. Mas não por obrigação, nem por costume.
Me importo quando há reciprocidade, quando o vínculo é feito de verdade e não de conveniência.
Me importo quando há aliança não apenas de palavras, mas de atitudes.
Quando o respeito é a base e o cuidado é mútuo.
Porque afeto sem respeito é só apego disfarçado.
E presença sem compromisso é só ausência com outro nome.
Então, sim, eu me importo.
Mas só onde há espaço para ser inteiro, e não apenas útil.
Na real
Eu evolucionei
Eu evolvi, quando deixei de me cortar
Eu evolvi, quando deixei de me importar
Eu evolvi, quando deixei de me aportar
Eu evolvi, quando deixei de me doar
Eu evolvi, quando deixei de desfazer-me
Eu evolvi, quando a "mim" foi dado zelo
Eu evolvi, quando a "mim" veio o amor
Eu evolvi, quando a "mim" vieram inteiros
Eu evolvi, quando a "mim" não era dolo
Eu evolvi, quando a "mim" pairava sonhos
Eu evolvi, quando não mais ali fiquei
Eu evolvi, quando não mais ali “quietei”
Eu evolvi, quando não mais ali fui porto
Eu evolvi quando não mais me veio abuso
Eu evolvi, quando não mais me era só
Eu evolvi, quando minha alma foi meu corpo
Eu evolvi, quando minha dor já era extinta
Eu evolvi, quando minha mão se fez abraço
Eu evolvi, quando minha calma foi bastante
Eu evolvi, quando minha paz se fez completa
E eu tão solto, mente aberta, me fiz mais dono de mim.
Se estiver que se importar com algo, se importe com o tempo, é ele que define o qual perto você está de Deus!
Talvez a mais sutil das violências seja a de tantos cidadãos de bem — que consomem sem se importar de onde vem...
Vivem do jeitinho que lhes convém e só enxergam culpa nos Bandidos Assumidos e no Estado.
Enquanto boa parte da sociedade se embriaga com o Espetáculo do Confronto — Helicópteros, Caveirão, Operações, Manchetes e Discursos Inflamados — a verdadeira violência continua onde sempre esteve: no cotidiano do cidadão comum que normalizou o Jeitinho, a Indiferença e a Conveniência.
E a minha indignação é tão grande, mas tão grande que já não quero só escrever; agora meus dedos querem gritar.
Mas o grito, se não for lúcido, vira só mais um ruído — e tudo que eu não quero é apagar fogo com gasolina.
Não dá para insistir em colocar a violência somente na conta do Braço Armado do Estado ou na dos Bandidos Assumidos — enquanto estes últimos, por vezes, sobrevivem às nossas próprias falhas.
A pergunta que não ousamos fazer é: E se não consumíssemos os produtos deles?
Se a indiferença e o jeitinho deixassem de alimentá-la, talvez a violência perdesse parte de sua força silenciosa.
E, no fim, talvez tudo que eu precise fazer seja deixar cair o pincel — para que a consciência de cada um pinte o quadro que o mundo precisa.
Um sinônimo que muita gente (incluindo eu) tem que aprender é que "Não se importar" com certas coisas é o mesmo que "Não sofrer" por elas :)
